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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Panfletagem


Panfletagem é uma das melhores maneiras de educar as pessoas sobre os direitos dos animais. É não só é fácil, mas também eficaz.

Dicas de como panfletar:

 1. Não espere que as pessoas se aproximem de você. Caminhe até elas, e com um sorriso amigável, entregue um folheto acompanhado de um comentário positivo como, "você já tem um destes?" ou “posso te oferecer um panfleto?”.

2. Tire os óculos de sol e faça contato visual. Nunca seja agressivo. Um simples contato visual vai te ajudar a obter a atenção da pessoa.

3. Esteja preparado para perguntas. Conheça pelo menos três fatos do panfleto que você está passando. Bônus: saiba mais informações que não estão incluídas no panfleto.

4. Não perca tempo discutindo. Diga educadamente: "Eu acho que se você ler este material, você pode mudar de ideia." Em seguida, sorria, entregue um folheto, e saia da frente.

5. Vista-se bem, mesmo que de forma simples. Você quer que as pessoas levem a sua mensagem a sério. É triste, mas as pessoas te julgam pela maneira como você se veste. Nós queremos manter a atenção das pessoas na mensagem que estamos passando, então precisamos nos vestir de maneira limpa e profissional.

6. Não faça sujeira. Pegue os panfletos descartados antes de ir embora do local.

Você também pode postar alguns panfletos em quadros de avisos de áreas públicas, como bibliotecas, consultórios veterinários, lojas de produtos animais, supermercados, padarias, lojas de produtos naturais, e prédios residenciais.

Lembre-se de pedir permissão ao proprietário da área antes de postar um panfleto, para se certificar de que ele permaneça postado ali. Alguns lugares vão inclusive permitir que você deixe uma pilha de panfletos.

Veja alguns links para baixar panfletos: 



Este texto foi adaptado da página "Easy and Effective Leafleting". 

*A ativista da foto sou eu panfletando sobre veganismo na porta do supermercado Whole Foods, no Upper West Side, em Nova York.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Questione tudo


Legendas em português.

Achei esse video no blog do Lobo.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Happy Birthday, Ingrid Newkirk!

Hoje, a fundadora do PETA faz 60 anos e eu não posso deixar de homenageá-la. Apesar de muitos veganos torcerem o nariz para os métodos malucos que ela usa pra chamar a atenção para os direitos dos animais, ninguém pode negar que ela CHAMA sim a atenção pra isso e é por conta dela, de sua coragem e de seus métodos nada ortodoxos que o mundo inteiro tem parado (querendo ou não) pra pensar nas torturas absurdas que os animais sofrem nesse mundo.

Pra conhecê-la melhor, assista ao excelente documentário I am an Animal.

HAPPY BIRTHDAY, INGRID! Thank you for all the wonderful things you do for the animals!

sábado, 11 de abril de 2009

KFC - Kentucky Fried "CRUELTY"

Eu já falei por aqui dos horrores que a rede de fast food KFC causa aos animais. A KFC Brasil não é diferente, viu? Os padrões são iguais em todas as lojas da rede, no mundo inteiro.

Outro dia a KFC do Canadá disse que finalmente cedeu às pressões do grupo PETA, e estreou em algumas de suas lojas, o hamburger veggie. Isso ainda não me faria pisar numa KFC nem morta, porque não é um veggie burger que vai me convencer de que todas as carnes que eles usam não são mais provenientes de tortura. Mas pra completar meu raciocínio, li esses dias num blog vegano, que ao pedir hamburgers veganos na KFC do Canadá, o casal perguntou ao vendedor se estes eram preparados numa grelha separada, ao que ele respondeu, adivinha!, que não. Os veggie burgers do KFC são mergulhados no mesmo óleo que os hamburgers de carne. E você achou mesmo que seria diferente? Não caia nessa ladainha.

Billy Corgan, da banda Smashing Pumpkins, juntou-se recentemente ao ex-baterista, Jimmy Chamberlin, e a vários outros músicos que estão indignados com o tratamento que o KFC dá às galinhas criadas e mortas em suas fábricas-matadouros. Corgan e Chamberlin assinaram uma petição pra tentar ajudar a acabar com o sofrimento que a rede KFC causa às pobres aves.

Assine a petição você também!

Todo ano, centenas de milhares de galinhas são escaldadas ainda vivas. Esses seres tão sensíveis e inteligentes são enfurnados em gaiolas sujas e mínimas, onde vão passar o resto de suas vidas miseráveis. Os bicos dessas galinhas são cortados a ferro quente, quando ainda são pintinhos, e elas são cruzadas de maneira a crescerem muito maiores do que seu próprio peso suporta, fazendo com que fiquem aleijadas, mal podendo se mexer, e tendo seus ossos quebrados por conta disso - como na foto lá em cima. Nas fábricas-matadouros, essas aves gentis são penduradas de cabeça pra baixo em correntes de metal pra serem degoladas em massa. São então jogadas em tanques de água fervendo, frequentemente ainda conscientes.

Falando nisso, outro dia alguém mencionou aqui que é tudo balela e que não existe prova concreta disso. Mas é claro que existe! Se você já lê este blog há algum tempo, sabe que eu geralmente prefiro não postar os videos aqui porque são muito fortes. Sempre acho que minha palavra basta pra você, leitor, acreditar. Mas quer saber, vamos acabar com o álibi de quem na verdade simplesmente não quer acreditar. Aqui está o video:


E você pode assistir a mais videos no site KentuckyFriedCruelty.com.

Ajude a acabar com esse sofrimento horrível. Assine a petição e jamais pise numa loja da rede de fast-food KFC.

Clique aqui pra criar um cartaz no seu blog e ajudar a espalhar a nossa indignação.


Via Fish & Chimps

quinta-feira, 5 de março de 2009

Empurrãozinho de leve

Aqui vai um empurrãozinho, pra todos os que amam os animais, em direção ao veganismo.

Assista e me diga se não é urgente que você entre pra nossa turma. ;)

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Dá pra ser vegano e andar "na moda"?

A Lu pediu outro dia pra eu falar sobre a moda e o veganismo, e depois de rascunhar algumas idéias, cheguei a essas conclusões que você lê aqui. Espero que sejam interessantes e úteis.

Eu tenho uma relação engraçada com a moda. Eu curto muito e observo tudo o que anda acontecendo nesse sentido (apesar de que é raro eu comprar alguma revista sobre moda). Mas tenho um problema seríssimo com compras: ODEIO comprar roupa e sapato. Só faço quando preciso de algum item específico ou pra alguma ocasião especial. Nunca sei o meu número ao certo e shopping centers me dão claustrofobia. Só curto mesmo essa coisa de consumir, quando o assunto é presentear. Tenho o maior prazer em comprar lembrancinhas pras pessoas que eu amo; coisas que tenham a "cara" daquela pessoa ou, como o próprio nome diz, que a ajudem a lembrar-se de mim. :)

Tenho certo prazer em comprar em brechós porque geralmente são lugares interessantíssimos e eu gosto da sensação de estar "reciclando" as coisas desse planeta ou usando um item que pertenceu a alguém especial e que eu nunca vou saber quem é. Além do fato, claro, de que roupa e acessórios de brechó são MUITO baratos. :)

Revistas e sites de moda geralmente me irritam por causa - e fique à vontade pra dizer que isso é clichezão, porque é mesmo - daquela coisa vazia e metida a besta. Se a gente for levar em consideração o que importa de verdade nessa vida, só rindo das coisas que eles chamam de "imprescindíveis". Desculpe, mas não dá pra levar moda tão a sério. Agora, pra não dizer que eu cuspo no prato em que como, essas mesmas revistas e sites já me ensinaram muitos truques e noções básicas do que usar e do que não usar; o que não dá pra coordenar e o que, fugindo da etiqueta convencional, acaba ficando moderno e bonito. Além disso, adoro ver videos de desfiles, acho um show de arte e de bom gosto (na maioria das vezes).

Quando me sobra tempo, eu costumo checar dois blogs de moda: o Hoje eu vou assim, que com muita simplicidade, delicadeza e bom gosto dá dicas do que usar no dia-a-dia; e o Petiscos, que com exceção do abuso de fotos de casacos de pele e couro (que me irritam profundamente e estão completamente fora da realidade), dão excelentes dicas de maquiagem - e Deus sabe que elas nunca são demais.

O meu jeito de vestir não tem classificação. Eu sou geminiana e mudo de idéia e de humor assim como mudo de roupa. Mas minhas roupas duram muito - tenho camisetas e calças de até 20 anos atrás. Gosto de simplicidade e conforto, mas dependendo da ocasião, adoro um brilho, e jamais abro mão das minhas bijous - a maioria comprada em camelô. E eu tenho MUITA bijou. ADORO meus anéis, brincões compridos e bandanas. As roupas que eu uso no trabalho não têm muito a ver comigo, são bem sérias. Fora do trabalho, estou sempre de calça jeans e camiseta (de preferência com alguma mensagem/foto ou preta), e um colar ou brincão indiano. Uso também um piercing (de argolinha) no nariz, que eu adoro.

Desde que era vegetariana, eu já não comprava nada de pele ou couro - e acho que essa é uma decisão que vale pra qualquer pessoa, mesmo um onívoro. Vamos combinar que as indústrias da pele e do couro já deveriam estar extintas há muito tempo. Como vegana, eu evito comprar qualquer outra coisa que contenha produto ou ingredientes animais e a minha lista de "nãos" agora também inclui lã e seda. Além disso, procuro não usar nada que tenha sido testado em animais: seja maquiagem, perfume ou coisinhas de higiene pessoal.

As roupas que eu tinha antes de me tornar vegana, como blusões de lã e lenços de seda que ganhei de presente, eu continuo usando sem grilos, já que não acredito em desperdício. Se alguma coisa me incomoda eu acabo doando. Por exemplo: ano passado, minha sogra me ofereceu um par de botas de couro que ela não usava mais, mas que estava em ótimo estado, e era inverno. Ela sabe que eu não me incomodo em reciclar materiais e roupas, e eu alegremente aceitei e agradeci. Usei umas duas vezes e me senti desconfortável. Couro realmente não é pra mim. Dei de presente pra uma amiga querida, que não é vegana, mas que também adora reciclar materiais. Ela está feliz da vida com o par de botas e eu, mais feliz ainda por ter feito da vida arrancada de um animal tão amado, algo útil até hoje.

E já que moda e beleza têm tudo a ver, compilei abaixo uma lista de produtos, marcas e lojas/websites favoritos. Espero que você ajude as empresas que se recusam a torturar os animais. Na hora da compra, dê sempre uma olhada no rótulo. Leia os ingredientes e procure uma indicação de que o produto NÃO testa em animais. Na dúvida, pergunte ao vendedor ou cheque o site do fabricante. Se não der pra saber com certeza, simplesmente não compre.

Desert Essence - tenho usado o "Thoroughly Clean Face Wash".

Jasön - O body wash e creme hidratante são excelentes.

A linha Sea Kelp de condicionadores (da marca Freeman) é o que eu tenho usado no meu cabelo, e o shampoo Herbal Daily Cleansing da Nature's Gate. (O creme hidratante sem perfume da Nature's Gate também é ótimo).

Meu perfume é o Stella, da Stella McCartney. Tudo o que ela faz é vegano. Não compre perfumes se entre os ingredientes aparecer "musk" (ou "almíscar"): extraído da glândula de um animal, o veado almiscareiro.

No página do Peta chamada Peta Mall, você encontra marcas e lojas online que vendem de tudo, de comida a lingerie e presentes. Tudo sem crueldade.

A marca natural Tom's é a nossa escolha pra desodorante e creme dental.

Pangea é uma loja online que vende de jaquetas e acessórios veganos a vitaminas e produtos pra cães e gatos.

Moo Shoes é uma loja aqui em Nova York que vende calçados e bolsas 100% veganos.

Lista do Peta de companhias internacionais que testam em animais (em inglês)

Lista do PEA de companhias brasileiras que testam
(em português)

O blog Professional Vegan é bem interessante e as dicas são úteis. Ele inclui, na barra lateral, uma lista de links de "vegan-friendly designers".

Veja também a comunidade Vegans às compras, no orkut. E o blog Oficina de Estilo.

Vegan Etsy é uma comunidade dentro do site Etsy.com (vendas só de produtos manufaturados) que vende só coisas veganas. Você encontra grandes idéias ali.

Até o dia 20 deste mês acontece a Semana de Moda de Nova York.

E esta é a minha mais recente aquisição: uma bolsa mensageiro, que eu precisava há tempos, com estampa de tigre, fake claro. Estou apaixonada por ela- carrego pra todo lado. :)

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Sobre cretinos covardes

Kid Rock, uma das criaturas mais ridículas deste país, e sem o mínimo talento, mandou publicamente mais uma de suas pérolas dia desses. Ele disse a um jornal britânico que quer mesmo um boa briga com o Peta (aquela associação de proteção aos animais). E acrescentou: "My biggest extravagance is fur coats - I’ve got every kind of animal in my wardrobe.’ [...] I’m just willing the animal rights protesters to chuck some red paint on me.”

Versão minha do que o imbecil disse: "Minha maior extravagância são casacos de pele - eu tenho todos os tipos de pele animal no meu guarda-roupa. Só estou querendo que os defensores de direitos animais me joguem tinta vermelha."

Esse infeliz colabora com uma indústria que traz um enorme sofrimento aos pobres bichos. É sabido mundialmente que os casacos de pele, de couro e aqueles com capuz de pele são obtidos de forma horripilante. É um absurdo que esse tipo de comércio ainda seja legal.

Mas já que eu não posso fazer muito mais do que isso, espero sinceramente que a lei do karma volte com tudo pra cima desse cara um dia desses. Fico aqui no aguardo.

Se você quiser se informar um pouco mais sobre as indústrias da pele e do couro (o que é ótimo pois você vai poder espalhar a mensagem por aí) e comprovar como essa figura ridícula da foto acima está colaborando com uma crueldade sem limites contra animais inocentes, dê um pulo no site do PEA, uma organização brasileira sensacional.

Inspired by Elaine Vigneault.

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