terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Almoço no trabalho - Hummus

Quase todo dia eu almoço em frente ao computador, na minha sala mesmo, no trabalho. Eu sei, não é legal nem saudável. Mas não sou a única, não. Quase todo mundo no meu departamento faz o mesmo. Aliás, Nova York é essa corrida contra o tempo. Parece que em qualquer outra parte do mundo as pessoas têm mais tempo. Oh well...

Às vezes eu saio pra comer, claro. Vou até a cafeteria, no primeiro andar (eu trabalho no nono), pra desbaratinar. Levo o jornal ou um livro. Às vezes também encontro algum/a amigo/a pra almoçar pelas redondezas.

Mas para os dias de correria, como hoje, essa tigela de plástico é uma mão na roda e separa direitinho o lanche quando a gente faz hummus (homus, no Brasil), a pasta de grão-de-bico no centro da foto. Sobra até espaço pra sobremesa de frutas. Comprei aqui.

Hummus:

* 1 lata de grão-de-bico escorrido e passado na agua
* 2 dentes de alho descascados
* 1 colher de sopa de salsinha picada (pode ser desidratada)
* 4 colheres de sopa de azeite de oliva
* 4 ou 5 colheres de tahine (pasta árabe feita de sementes de gergelim)
* 2 colheres de suco de limão
* Sal a gosto

Bata tudo no processador por uns 3 minutos (começando pelo alho) ou até obter uma pasta homogênea.

Dá pra mergulhar no hummus o legume ou verdura que você quiser. Esses da foto são os meus favoritos (cenoura, brócoli e couve-flor). Tudo cru. Hummus servido no pão sírio torrado também fica uma delícia.

Atualização em 20/02:

A Fe perguntou, e tá aqui. Tahine caseiro:

Ingredientes:
- quanto baste de sal
- 1 xícara (chá) de gergelim branco
- quanto baste de água morna
- 1 colher (chá) de óleo de gergelim

Modo de preparo:
Moa as sementes de gergelim com o óleo em um processador e vá adicionando a água e o sal até que fique macio.

Via cybercook

O tal do Ferro

O ferro é indispensável à produção da hemoglobina, o pigmento dos glóbulos vermelhos, que lhes permite o transporte de oxigênio para as células, e cuja falta chama-se comumente de anemia. Ele também aumenta a resistência e a produção de energia.

Na dieta vegana, os alimentos mais ricos em ferro podem ser encontrados nas folhas verde-escuro (agrião, escarola, dente-de-leão, folhas de beterraba, de batata-doce, de mandioca, espinafre, agrião, salsa), grãos integrais (especialmente o trigo), pistaches, amêndoas, nozes, castanha de caju, frutas secas (damascos, passas, ameixas), brócolis, ervilhas, feijões, certas sementes (como gergelim e girassol), melado (ou melaço), algas marinhas, figo, tofu, ananás, alcachofra, aspargo, aveia, banana, beterraba, cenoura, aipo, couve, limão, tâmara, morango, cereja, uvas, amora, mirtilo, vagens, avelã, kiwi, lentilha, levedo [levedura], pêssego, pinhão, pêra, pólen, maçã, ameixa, rabanete, etc..

Alguns alimentos e bebidas diminuem ou até bloqueiam a absorção do ferro, quando são consumidos nas mesmas refeições. Estudos mostram também que a anemia devido a carência de ferro não é maior em veganos do que no resto da população.

O ferro obtido nos produtos de origem animal é absorvido em cerca de 15 a 35%. O ferro existente nos alimentos de origem vegetal, é absorvido de forma diferente, numa proporção de cerca de 2 a 20%. A maior ou menor absorção dele depende, em parte, da presença de outros alimentos na mesma refeição. Os componentes da refeição podem ter um efeito, tanto no aumento como na diminuição da absorção do ferro de origem vegetal.

Os alimentos ricos em vitamina C facilitam e aumentam a absorção desse ferro. O uso de panelas e recipientes de ferro também contribui para aumentar a ingestão de ferro.

Bebidas como os chás preto e verde, e em menor quantidade o café, devem ser evitadas à refeição ou juntamente com alimentos ricos em ferro, pois dificultam sua absorção.

A deficiência de ferro se apresenta por sintomas como: cansaço, falta de fôlego, dor de cabeça, insônia, perda de apetite, fraqueza muscular, depressão, anemia. Em crianças pode levar à hiperatividade, falta de atenção, apatia, dificuldade para aprender e irritabilidade.

NÃO TOME SUPLEMENTO VITAMÍNICO SEM ANTES CONSULTAR UM MÉDICO. Diferente da vitamina B12, por exemplo (que em excesso não nos faz mal), o excesso de ferro no organismo é prejudicial. Deve ser tomado em quantidade recomendada pelo médico e por um período determinado por ele.

Via Veganismo.net

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Brunch de domingão


Durante a semana, o café-da-manhã tem que ser aquela coisa rápida, básica. Muito café, claro, e uma torrada com margarina vegana, no máximo uma fatia de queijo vegano por cima... Ou iogurte de soja, ou ainda meu cereal de trigo integral favorito, com leite de arroz e frutas por cima.

Mas no final de semana tem que ser caprichado, né? A gente se esparrama pra ler o jornal, tomar aquele café forte bom, e comer muito bem.

Dessa vez, o brunch teve tofu mexido e batata frita com lingüiça vegana:

O tofu, depois de seco (prensado com papel toalha), foi cortado em cubos e amassado num prato com chili em pó, curry em pó, sal e alho em pó. Depois, misturamos tudo na frigideira com um pouquinho de margarina de soja, em fogo baixo. As batatas - feitas separadamente - foram cortadas em cubos (com a casca), fervidas numa panela com água e sal (pode ser também no microondas, com água e sal) até ficarem macias e depois fritas em um pouquinho azeite de oliva, junto com a lingüiça vegana e cebola picada, até ficarem douradas.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Choco*a*go*go

Fiz a encomenda pela internet e chegou rapidinho. Precinho bom e chocolates veganos MARAVILHOSOS! Essa caixa de bombons variados foi praticamente devorada por nós. Muito mais gostoso do que eu imaginei. Recomendo muitíssimo. E ela aceita encomendas internacionais.

Brasileiro/a vivendo nos EUA: aproveite uma ocasião especial (como eu fiz com o Valentine's day) e presenteie com chocolates que não envolvem nenhum tipo de sofrimento animal!

Brasileiro/a fora dos EUA: procure as lojas ou pessoas como essa menina, que fazem chocolate vegano caseiro, perto de onde você mora. Ou então, mãos a obra!, comece você mesmo a fazê-los em casa e ganhe dinheiro promovendo a compaixão.

*Photos by Choco-a-gogo

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Missoshiro - sopa de missô

Essa cura qualquer resfriado.

2 colheres de sopa de missô (pasta de soja)
1 litro de água
Cebolinha a gosto, fatiada
Tofu cortado em cubinhos
Alga-marinha a gosto (kombu ou nori)

Ferva a água, desligue o fogo e adicione o missô, dissolvendo-o aos poucos. Se ainda precisar adicionar sal, ponha mais um pouquinho (mas cuidado, o missô já salga bem). Misture o tofu, a alga-marinha e a cebolinha. Fácil, né?!

Happy vegan Friday!

Grande vitória!

Deu ontem na Folha de SP:
PESQUISA COM ANIMAIS

Florianópolis cria lei contra uso "dispensável" de cobaias

FELIPE BÄCHTOLD
DA AGÊNCIA FOLHA

A Prefeitura de Florianópolis (SC) regulamentou nesta semana a polêmica lei que restringe o uso de cobaias em pesquisas científicas na cidade. Em dezembro, um projeto proibindo a utilização de animais em testes havia sido promulgado pela Câmara Municipal, após o prefeito Dário Berger (PMDB) perder o prazo para vetá-lo ou sancioná-lo. A proposta, criticada pela comunidade científica, acabou sendo modificada depois por um decreto da prefeitura na última segunda-feira.

Agora, toda pesquisa envolvendo cobaias na cidade terá de ser aprovada por comitês de ética implantados pelas universidades (algumas delas já o possuem). Um conselho municipal ligado à Vigilância Sanitária vai fiscalizar as comissões e terá poder de punição. Se um pesquisador causar sofrimento "dispensável" ao animal, a instituição poderá responder por maus-tratos.
As comissões nas universidades devem ser compostas por um médico veterinário e representantes da prefeitura e de sociedades protetoras de animais. A regulamentação é inspirada na Lei Arouca, projeto em tramitação no Congresso que disciplina o uso de cobaias no país. Se a proposta federal for aprovada, a lei municipal perde seu poder de reger a atividade de pesquisa local.

O professor de farmacologia Carlos Tonussi, que preside a comissão de ética da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), diz que lamenta o aumento da burocracia que a regulamentação gera, mas diz que apóia o decreto. "Agora a pesquisa e a universidade estão protegidas." Para o presidente do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal, Marcel Frajblat, a proposta é um avanço, mas há trechos subjetivos no texto.

Florianópolis é a primeira cidade do país a criar uma regulamentação local para o uso de cobaias, segundo Wothan Lima, coordenador da comissão de ética do Instituto de Ciências Biomédicas da USP (Universidade de São Paulo). Lima diz que a maior parte das instituições de pesquisa do País já possui comissões de ética para tratar do assunto.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Valentine's Day


Nesse dia dos namorados, uma receitinha de drink da cor do amor...

Bloody Mary:
Suco de tomate (pode ser V8 de lata), vodka (vegana, por favor!), suco de limão fresco, sal, pimenta moída e molho apimentado Tabasco.

Happy Valentine's Day!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Sushi vegano

Sushi é um dos meus pratos favoritos e é divertido inventar recheios novos. Desta vez usei cenoura, cebolinha, pepino e pimentão vermelho. Tudo cru e fatiado bem fininho. Primeiro é preciso preparar o arroz uns 40 minutos antes, pra que não esteja ainda quente na hora de enrolar o sushi.

Arroz de sushi é diferente de arroz branco. É um grão mais curto e quando pronto fica grudento. Dá pra comprá-lo branco ou integral. Pra preparar: 1 xícara de arroz de sushi, 2 colheres de sopa de vinagre de arroz (não use vinagre comum) e 1 colher de açúcar não-refinado. Numa panela comum, fogo alto, misture o arroz com 1/4 de xícara de água fria. Deixe ferver sem ficar mexendo. Então, baixe o fogo, ponha a tampa e deixe assim por uns 20 minutos, até ficar firme e absorver a água. Quando estiver macio, tire do fogo. Ainda quente, transfira pra uma tigela, adicione o vinagre e o açúcar devagar, misturando bem ao arroz. Cubra e deixe esfriar por uns 10-15 minutos.

Numa superfície lisa, estique a esteirinha de bambu, ponha um pedaço de filme plástico do mesmo tamanho por cima e a alga nori, própria pra enrolar sushi. Com as mãos úmidas, pegue um punhado de arroz e espalhe sobre a alga (não cubra mais do que metade da superfície). Na outra metade eu espalhei sementes de gergelim.

Por cima do arroz, espalhei maionese vegana e coloquei os ingredientes do recheio bem no meio, jogando salsinha desidratada por cima. Aliás, ultimamente tenho usado salsinha em tudo. Cada um tem um estilo, mas eu começo enrolando o sushi pela parte mais próxima de mim, apertando e ajustando com a esteirinha pra obter o tamanho desejado.

Vá enrolando com cuidado pra não deixar o plástico enrolar junto. Depois, é só fatiar do tamanho que quiser com uma faca bem afiada. Sirva com um pouquinho de molho shoyu light do lado e raíz forte (wasabi), aquela pasta verdinha ardida- hmm...ADORO bem forte!

Pois é, enrolar sushi ainda não é o meu forte, mas eu chego lá. E já estou me aventurando a enrolar com o arroz por fora. Quando conseguir um resultado fotografável, eu posto aqui. :-)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Veganomicon

Esse livro de receitas, que foi lançado há bem pouco tempo, já virou a bíblia dos veganos. Não tem um blog vegano americano que eu visite que não fale ou mostre receitas geniais encontradas ali ou inspiradas nas do livro. Encomendei o meu via amazon.com e ele acaba de chegar. Tô ansiosíssima! Já já conto mais sobre ele. E, claro, vou postar aqui tudo o que puder sobre as receitas e dicas. Autoras: Isa C. Moskowitz e Terry H. Romero.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Patê esperto (Happy Hen Salad*)


Chamei de patê esperto porque não achei uma palavra em português pra esse tipo de sanduíche, que na versão não-vegana, aqui nos EUA, chama-se "egg-salad sandwich". Seria um sanduba de maionese com ovos. Algo assim. Enfim, aqui está a versão DELICIOSA vegana. Usei pão tipo baguette e preparei com alface e tomatinhos cherry (não tinha tomates normais na geladeira- aqueles grandes de salada).
  • 200 gramas de tofu (do tipo firme) seco: envolva em papel toalha e pressione até ficar seco)
  • 1/4 de xícara de Vegenaise (ou a maionese vegana que você preferir)
  • 2 colheres de sopa de salsinha picada - pode ser fresca ou seca, tanto faz
  • Cebola picada bem fininho - quantidade que você quiser
  • 1/8 de colher de chá (é bem pouquinho mesmo; só pra dar cor) de turmérico
  • sal e pimenta-do-reino a gosto
Ponha todos os ingredientes numa tigela e amasse bem, como se fosse preparar um purê, e misturando bem. Pronto! Sirva em torradinhas como aperitivo - com um pedacinho de azeitona em cima - ou faça um sanduba esperto, como esse da foto.


*A receita original chama-se "Happy Hen Salad" (Vegan Vittles, Joanne Stepaniak).

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Ano Novo Chinês

Feliz Ano Novo!

O Ano Novo Lunar Chinês este ano começa hoje, dia 7 de fevereiro, e este é o ano do Rato. Quem é Rato nasceu em: 1912, 1924, 1936, 1948, 1960, 1972, 1984, 1996 ou 2008 e suas características são: imaginação, charme, generosidade para com quem ama, trabalhador/a, crítico/a e de pavio meio curto. Dizem que os signos compatíveis com o Rato são Dragão e Macaco. E devem evitar o Cavalo.

Ano passado, o primeiro dia do Ano Novo Lunar caiu em 18 de fevereiro.

O bairro chinês de Nova York, Chinatown, está na maior festa comemorando o ano do Rato. Das 11 da manhã às 3 da tarde hoje, acontece o Festival Cultural - com a cerimônia de fogos de artifício - em Cathan Square (na intersecção das ruas Bowery, Mott e East Broadway). O mercado de flores do Ano Novo Lunar, começa amanhã à noite na Columbus Park em Mulberry Street (entre as ruas Bayard e Worth).

O famoso desfile de Ano Novo acontece domingo, dia 10, da 1 às 5 da tarde e passa pelas ruas principais de Chinatown: Mott, Canal e Bayard e pela East Broadway.

Durante 15 dias você pode dar uma passadinha a qualquer hora do dia pra curtir esse show de cores e alto-astral. Se estiver em Nova York, não deixe de conferir essa festa.

E na hora em que a fome apertar, qualquer restaurante da área é excelente e baratinho. Eu recomendo um que conheci da última vez em que estive lá, (esse da foto), faz umas duas semanas. House of Vegetarian é um restaurante vegetariano (com opções veganas e macrobióticas) muito legal e que já existe há 15 anos em Chinatown. Tem uma atmosfera simples, não é caro e o cardápio é enorme, tem mais de 200 opções! Fica no número 68 da rua Mott, perpendicular à Canal Street. Não tem como não achar. Fica no coração do bairro.

E se você já estiver por ali, por quê não dar uma meditada no lindo templo Budista que fica no número 133 da rua Canal?! Silêncio, paz, sossêgo... é uma raridade no meio da cidade grande, principalmente nessa semana de festas em Chinatown. Mas mesmo que o bairro esteja entupido de gente, quando você entrar no templo, já vai sentir a calma e a quietude. É tudo de bom!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Cows with guns



Música: Dana Lyons
Animação: Bjorn-Mange Stuestol

Enviado por minha amiga Luz, pelo site Vegan Force.
Obrigada, Luz! Adorei isso.

E olha a Luz e suas lindas sacolas retornáveis no Faça a sua Parte hoje!

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Aspargos, cenoura e tofu ao curry com cuscuz marroquino


Uma delícia originária da cozinha indiana.
Ingredientes:
  • aspargos frescos cortados em pedaços
  • tofu firme cortado em cubos
  • cenoura fatiada
  • curry em pó
  • leite de côco em lata
  • azeite de oliva
  • alho, muito alho :-)
  • sal
  • pimenta a gosto
  • cuscuz marroquino pra acompanhar
Modus operandi:
Use uma frigideira funda ou uma panela wok pra saltear em azeite e alho bem picadinho os aspargos, o tofu e a cenoura. Use sal e pimenta pra dar gosto. Quando os legumes estiverem macios, adicione uma lata de leite de côco e duas colheres de sopa de curry em pó. Misture tudo ainda na frigideira e retire do fogo quando os legumes estiverem no ponto- macios, mas não moles.

Cuscuz marroquino é uma delícia e vai bem com tudo. É um ótimo substituto do arroz, batata e massa, pra quando você quer variar o acompanhamento. Esse cuscuz tricolor que a gente usou, sabor espinafre e tomate seco, é de pacote, instantâneo.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Contra o uso de pele

Estamos em pleno inverno aqui nos EUA. Todo ano, com o frio, voltam os casacos de pele. Incrível isso- de pele mesmo, grossos e horrorosos. O que apareceu recentemente, também, é um novo tipo de casaco que parece que vai ficar por um tempo, infelizmente. Ele é geralmente feito de náilon e deve ser super confortável. O problema está no capuz. Veja as fotos (clicando no link abaixo) que eu fiz essa semana, todas num período de mais ou menos meia hora, o que significa que eu não tive que sair por aí procurando. Esse tipo de casaco está por todo lado por aqui.

Vejo gente nas ruas, no metrô, homens, mulheres e até muitas crianças usando. Queria pedir encarecidamente aqui no blog, que se você decidir comprar um casaco de inverno, por favor não compre um desses. Até os que dizem ser falsos, são na verdade "made in China" e lá é sabido que eles usam pêlo de cachorro e de gato, por isso é mais grosso e parece "de mentira". Propositalmente as etiquetas nos casacos que são exportados de lá, não mencionam o bicho. Também são mais baratos esses casacos, fazendo as pessoas por aqui erroneamente pensarem que são falsos. Se já é tarde demais e você já comprou um, minha sugestão é que doe. Alguém que precisa muito vai com certeza apreciar a doação e assim a morte desses animais não terá sido em vão. Que tal?

Clique aqui pra ver as fotos que eu fiz.

Para a confecção desses casacos são usadas peles de guaxinins, texugos, lontras, raposas, linces, castores, coelhos, martas, chinchilas, cães, gatos e outros animais. Eles são executados da seguinte forma: afogados, asfixiados ou através de choque elétrico anal. São mortos assim pra que seja preservada a pele que será arrancada sem indesejáveis manchas de sangue que possam danificá-las.
POR FAVOR, DIGA NÃO À ESSA CRUELDADE.

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