terça-feira, 15 de abril de 2008

Terça-feira com falafels

A gente ADORA falafels. São bolinhos fritos que parecem porpetas italianas, mas são na verdade um prato árabe e não levam carne nenhuma. São feitos com grão-de-bico.

Ingredientes:
  • 1 lata de grãos-de-bico cozidos - drene a água, passe-os embaixo d'água e separe
  • 4 tiras de cebolinha, picadas
  • 3 dentes de alho picados
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de cominho
  • Sal e pimenta
  • Salsinha picada- pode ser desidratada
Misture no processador o grão-de-bico, a cebolinha e o alho, até formar uma pasta. Transfira essa pasta para uma tigela, adicione a farinha, o fermento, cominho, sal, pimenta e a salsinha picada e misture tudo muito bem com uma colher. Se parecer muito seco, acrescente um pouquinho de água (mas só um pouquinho). Faça bolinhos redondos com a mão e frite-os em óleo quente.

Geralmente falafels são servidos com tabuli e/ou hummus e com pão sírio tipo "pita", mas aqui em casa vale tudo e nossos estômagos são cosmopolitas, hehe. Servimos dessa vez com salada crua e purê de batatas- sem deixar de fora o delicioso molho de tahini. Ficou bom demás!

Clique aqui pra ver um video que mostra como fazer falafels (em inglês).

domingo, 13 de abril de 2008

10 técnicas úteis para veganos lidarem com não-veganos:

1. Seja específico. Às vezes você tem que explicar o que significa ser vegano ou pedir alguma informação específica como: "tem caldo de frango nessa sopa?". Os erros que não-veganos cometem são inúmeros, nem dá pra listar aqui, mas algumas confusões comuns são:

a) Muita gente ainda acha que peixe e frango são comida vegetariana. Lembre-os de que não são;
b) Muita gente não entende o que significa "laticínios" e pensa que manteiga e iogurte (principalmente se for "fatfree") é vegano. Lembre-os de que "laticínios" são TODOS os produtos derivados do leite;
c) Muita gente se esquece dos caldos (de carne ou galinha), gordura, e outros pequenos detalhes. Se você acha que tal comida pode conter esses ingredientes, pergunte.

2. Seja positivo- ou o máximo que puder. Tente fazer com que o seu veganismo seja educado e fácil aos outros, não negando isso à você mesmo, mas adotando uma política educada para com o outro.

3. Seja confiante. Lembre a você mesmo dos seus objetivos e haja com confiança e determinação em relação à eles.

4. Seja generoso. Doe quando e onde puder. Isso faz bem e espalha o bem.

5. Seja firme. Só porque os veganos são minoria, não quer dizer que a gente mereça ser tratado como um problema. Nossas necessidades são tão importantes quanto as de qualquer um. Então, bata o pé por suas necessidades e seja firme quando pedir comida vegana.

6. Seja atencioso. Seja respeitoso, atencioso e sensível.

7. Esteja preparado. Leve sempre uma "refeição de emergência com você" (eu sempre tenho na bolsa uma barra de cereais vegana). Isso faz a vida mais fácil. Você pode ter consigo um saquinho com nozes, amendoins ou amêndoas, uma barra de cereais ou uma fruta. Ter algo pra comer vai sempre deixar todo mundo mais confortável numa situação não-vegana.

8. Esteja informado. Quanto mais você souber, mais preparado estará pra todos os tipos de situação. Há cada vez mais fontes de informação sobre o veganismo à disposição. Hoje em dia, há livros, websites, restaurantes, grupos de discussão, comunidades, videos, podcasts e todo tipo de recurso. Use-os!

9. Seja bem-humorado. Às vezes é difícil encontrar humor num mundo tão trágico como o nosso, mas ele existe. Encontre humor e graça nas situações e use-os.

10. Ponha a boca no mundo. Os animais não têm voz nesse nosso sistema. A voz dos veganos é a voz dos animais. Use-a!


*Via Vegan Soapbox, que pegou a idéia original pra esse post no blog Food for Thought. Adaptação livre minha.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Legumes com molho de tahini e quinoa

Dessa vez usamos brócolis, abobrinha e cenoura cozidos no vapor.

Pra preparar a quinoa: 2 xícaras de água, 1 xícara de quinoa lavada e seca, 1/4 colher de chá de sal. Ponha tudo numa panela, tampe e deixe em fogo alto até ferver. Então, diminua o fogo e deixe assim por 15 minutos. Quando a quinoa estiver translúcida e macia, está pronta.

Pra fazer tahini (se você não quiser ou puder comprar pronto) basta moer 1 xícara (chá) de sementes de gergelim com 1 colher (chá) de óleo de gergelim num processador. Vá adicionando água morna devagarinho, até que fique com a consistência que você gosta. Acrescente um pouquinho de sal, também.

Ah, delícias simples dessa vida...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Vegan Soapbox rocks!

Vegan Soapbox é mais que um blog. É um site variadíssimo, com muita informação atual, dicas bacanas e tudo o que você precisa saber pra levar uma vida vegana saudável e fabulous. Eu leio quase que diariamente.

Aí, outro dia, esse blog sorteou um livro de receitas veganas e bastava deixar um comentário pra concorrer. Adivinha quem ganhou? :) Euzinha, mesmo! Tão legal isso. Me senti sortuda. O pessoal do Vegan Soapbox me mandou um email avisando que eu tinha sido sorteada e pedindo um endereço pra me mandar o livro. E chegou ontem!

O mais legal é que a gente queria muito esse livro. Vegan Planet, da Robin Robertson - cujo blog eu também visito sempre que posso - é sensacional. Tem 400 receitas e altas dicas veganas. Adorei!

Clique aqui pra ouvir o podcast com uma entrevista recente (em inglês) com a Robin Robertson.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Mais um selinho pro blog!

A Carla recebeu esse selinho, que foi criado pela Gabi, e indicou a que aqui vos escreve como uma diva - mas no bom sentido! :) Segundo a descrição oficial do selinho, "divas são todas as blogueiras que são lindas, corajosas, engraçadas, inteligentes e admiráveis".

Muito obrigada pelo carinho, Carla! Saiba que você também é muito admirada!

Cereal

Café da manhã vegano é bom porque dá pra consumir muitos alimentos fortificados (com vitamina C ou ferro ou cálcio, dependendo da marca e do tipo de alimento). Cereal de aveia é excelente. Eu preparo o meu com leite de arroz e canela salpicada por cima. E fica melhor ainda com frutas: banana em rodelas, blueberry, morango... Esse cereal da foto (cuja marca não me lembro agora, sorry!) é fortificado com vitamina C e vitamina E. Café da manhã cheio de fibras e delicioso.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Sopa tailandesa à moda da Deinha

*Receita picante. Mais um post requentadinho do outro blog. Mas vale a pena, néam?! :) Recentemente fiz de novo e ficou ótima. E ainda continua friozinho aqui em Énuái, então resolvi repetir.

Essa receitinha vai pra minha mãe, junto com uma beijoca estalada e um abraço bem apertado de Feliz Aniversário! Mãe, tô aqui longe, mas meu coração tá sempre com a senhora. Te amo muito!


Ingredientes da sopa:
  • 2 colheres de sopa de óleo vegetal (não azeite de oliva)
  • 4 dentes de alho, amassados com a lateral de uma faca
  • 2 xícaras de chá de caldo de vegetais e 1/2 de água
  • Uns 60 gramas de "glass noodles" (aquele macarrão transparente chinês) - deixe-o de molho por 10 minutos em água morna, pra amaciar, e escorra água.
  • Uns 100 gramas de cogumelo (escolha o seu tipo favorito), fatiado
  • Uns 80 gramas de tofu firme, cortado em cubos
  • Opcional: 1 colher de sopa de alga nori torrada- pra torrar, segure uma folha da alga (usando um pegador de macarrão) 10 centímetros acima do fogo e aqueça-a 1 min. de cada lado. Deixe esfriar e esfarele com a mão.
  • Meia colher de sopa de pimenta (tipo chili) moída
  • 2 colheres de sopa de molho shoyu light
  • Pitada de sal
  • Cebolinha cortada em rodelas
Modus operandi

Numa panela média, aqueça o óleo e adicione o alho. Frite-o por 30 segundos. Acrescente o caldo de vegetais e a água e aumente o fogo. Deixe até ferver. Acrescente o cogumelo e deixe cozinhar por uns 3 minutos. Junte os noodles e o tofu e misture bem com um garfo. Adicione a alga nori esfarelada, a pimenta moída, molho shoyu e sal, e mexa de novo. Se o cogumelo já aparenta estar cozido, retire a panela do fogo e sirva a sopa em tigelas individuais, salpicando a cebolinha por cima.

Serve 3 a 4.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Casey Affleck, um vegano sensacional


Order a FREE 'Vegetarian Starter Kit' at GoVeg.com.

Tradução minha:

Eu sou Casey Affleck, pelo Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais).

Quando me perguntam por quê eu não como carne, nem qualquer outro produto animal, eu digo: porque não são saudáveis e porque são produtos de uma indústria violenta e desumana.

Galinhas, vacas e porcos em fazendas-matadouros, passam toda a sua vida em condições nojentas, apenas pra sofrer uma morte prolongada e dolorosa.

Seus corpos então são transformados em produtos comestíveis que comprovadamente contribuem para doenças cardíacas e câncer. Comer isso significa ingerir veneno.

Por favor, não contribua com uma indústria que faz produtos nocivos através do sofrimento animal.

Eu sou Casey Affleck e sou vegetariano.

sábado, 5 de abril de 2008

Sopa e espetinhos veganos

A gente tinha um monte de legumes frescos na geladeira e resolvemos cada um preparar algo diferente pro jantar, mas que combinasse.

R fez a sopa do jeito que eu gosto, bem light, ralinha, mas super saborosa e apimentada. 6 xícaras de água numa panela média, tipo caldeirão, fogo alto. Adicionou alho, gengibre, 1 cubo de caldo vegano Garden Veggie (que pode ser substituído por caldo de vegetais normal ou 1 colher de missô dissolvido em um pouco de água), aspargos (sem as pontas grossas, que foram descartadas e sem a parte fina, de cima, que foi separada), fatias finas de pimentão vermelho e de cenoura. Deixou ferver e diminuiu o fogo. Deixou cozinhando por uns 15 minutos. Nos últimos 5 minutos, incluiu as pontas finas dos aspargos e abobrinhas fatiadas bem fininho.

Eu fiz os espetinhos - churrasquinho vegano. Drenei o tofu, deixei secar por uns minutos pressionado em papel-toalha, cortei em cubos gordos e deixei marinando por 40 minutos (foto acima).

Enquanto o tofu ficou marinando, cortei os legumes escolhidos em pedaços médios e separei os espetinhos de metal. O molho do tofu foi feito misturando manteiga de amendoim orgânica, um pouquinho de água pra dissolvê-la, alho picado, gengibre fresco picado, um pouquinho de óleo de gergelim, molho shoyu light e salsinha desidratada.

Depois que preparei os espetinhos com pimentão vermelho, abobrinha, cogumelo e o tofu marinado, e coloquei-os numa fôrma (foto ao lado), espalhei o resto do molho nos legumes com um pincel, dos dois lados. Deixei o forno aquecer por 10 minutos e coloquei os espetinhos pra assar na parte mais baixa do forno, que na verdade é a grelha. Leva só 5 minutos de cada lado pra ficar pronto.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Por que não consumir ovos ou laticínios?

Apesar da crença comum de que beber leite de vaca (ou de cabra) e consumir ovos de galinha não mata os animais, as vacas criadas para a comercialização de leite e as galinhas criadas para o comércio de ovos - não importa se em fábricas-criadouros ou "criadas soltas" - todas são mortas quando sua produção de leite e ovos declina.

Os mesmos métodos usados nos matadouros de produção de carne, são usados para produzir leite e ovos. Essas vacas e galinhas vivem sua curta vida presas em espaços minúsculos e escuros, drogadas, mutiladas, e privadas de suas necessidades mais básicas.

Nas fazendas de criação americanas, uma média de 7 galinhas poedeiras passam suas vidas inteiras numa área do tamanho de uma capa de disco de vinil. Vivendo sobre uma superfície de fios de metal que deformam seus pés, em gaiolas tão pequenas que é impossível esticar suas asas, e cobertas de excrementos que caem das gaiolas acima delas, essas galinhas sofrem paralisia, doenças ósseas e bicam-se obsessivamente- esse último comportamento é evitado cortando-se os bicos delas quando ainda são pintinhos. (Sem anestesia, claro).

*Clique na foto acima pra ampliá-la e note os bicos cortados.

Apesar das galinhas poderem viver até os 15 anos, elas são geralmente mortas quando sua produção de ovos diminui, depois de 2 anos. Essas fazendas não têm como usar os machos (os galos) então, quando eles nascem são sufocados, decapitados, jogados fora (como se fossem lixo) ou moídos (ainda vivos) em máquinas industriais. Eu vi alguns videos - com imagens que mostram como eles se livram dos pintinhos machos - videos feitos clandestinamente (escondido) dentro de algumas dessas fazendas/criadouros e não pude acreditar no que meus olhos viram. Apavorante, no mínimo. Não vou postar nenhum desses videos aqui porque é muito chocante. Usem a imaginação e acreditem no que eu digo.

Como qualquer mamífero, as vacas produzem leite quando estão grávidas e páram depois que seus bezerros desmamam. Quando uma vaca criada para a comercialização de leite dá à luz uma vaquinha fêmea, essa vaquinha se torna automaticamente uma vaca leiteira - nascida para viver nas mesmas condições (miseráveis) que sua mãe. E quando uma vaca dá à luz um bezerro macho, ele é vendido para um matadouro com apenas alguns dias de vida, onde ele será acorrentado em um estábulo, privado de comida e exercícios, e logo morto pra ser vendido como vitela.

A vida para a mãe desse bezerro, vai durar apenas alguns anos. Por não ser lucrativo manter as vacas vivas depois que sua produção de leite diminui, as vacas são geralmente mortas aos 5 anos de idade. Portanto, a média de vida de uma vaca, que é de 25 anos, é cortada em 20 anos, apenas pra manter os custos baixos e maximizar a produção.


Hoje em dia, as fazendas de criação de animais não são como aquelas que aprendemos na escola; elas são indústrias mecanizadas onde o bem-estar animal é de muito pouco interesse comparado com o interesse pelos lucros.

O Veganismo é o estilo de vida mais consistente com a filosofia de que os animais não existem para o nosso uso.

Informações via Vegan Action- tradução livre minha.

Fotos via Indybay e Humane Society.

Pra ler mais sobre Veganismo, leia outros posts meus, relacionados abaixo em ordem cronológica, desde o comecinho do blog:

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Salada mix com tofu assado

Prato perfeito pra emergências (ou dietinhas) porque é rapidíssimo, light e delicioso. Tofu extra-firme assado na grelha, a parte mais baixa do forno, servido com uma saladinha crua que inclui: cenoura cortada em tiras, alface picado, repolho roxo picado e avocado (abacate pequeno) picado. Ah, santo tofu...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Madras Café

Madras Café é um dos poucos restaurantes indianos de Nova York que são vegetarianos com opção vegana. E olha que aqui tem restaurante indiano a dar com pau.

O lugar é confortável, o serviço é okay, os preços são bons e a comida é deliciosa. Experimentei o prato Yogis Special, por recomendação do Gerald Thomas (que trabalhou lá há muuuito tempo, junto com Philip Glass- é mole?!). E eu recomendo, também.

O Yoggis Special (foto acima) é um prato completamente vegano e inclui, em sentido horário, começando pela direita: Roti: pão feito de farinha integral; Samosa: bolinho frito com recheio de batata, ervilha e especiarias; O molho verde ao lado da samosa é feito de coentro, hortelã e pimenta; Sopa Mulligatawny: versão vegana de sopa anglo-indiana apimentada, feita com lentilhas e legumes; Saladinha crua de cenoura, pepino e cebola picados; Channa saag: grão-de-bico e espinafre preparados com curry (divino); TVP curry: pedaços de proteína texturizada de soja salteados com ervilha, tomate e gengibre com um pouquinho de curry (espetáculo); Pudim de arroz de sobremesa; Arroz basmati no centro do prato.

Apesar de ser um pouquinho de cada coisa, dá pra ver que vem bastante comida. Se eu não fosse tão gulosa, dividiria esse prato numa boa. :)

O endereço do Madras Café é 79 2nd Avenue, entre as ruas 4 e 5, no East Village. Telefone: (212)254-8002.

Como fazer cream cheese vegano em casa

A Flavia disse que ficou agüada pelos sanduichinhos de tofutti cream cheese e pepino, e eu saí à caça de uma receita de cream cheese vegano caseiro, já que no Brasil, esse produtos já prontos ainda vão demorar a chegar, infelizmente.

Cream Cheese (de tofu) caseiro:

1 xícara e meia de tofu
1/2 colher (chá) de sal
1/8 colher (chá) de sementes de alcarávia
1/4 colher (chá) de endro
Suco de 3 limões pequenos
2 colheres (sopa) de água

Ponha todos os ingredientes num liqüidificador e misture-os até que fique tudo cremoso.

Sirva como recheio de batata assada (baked potato) ou como patê, no pão ou torrada de sua preferência.

*Fla, eu não sei o que são essas sementes de alcarávia, mas caso você não as encontre por aí, acredito que isso não vá detonar a receita. Se alguém tentar fazer, por favor me conte depois!

terça-feira, 1 de abril de 2008

Paella de aspargos

Esse é um prato de origem espanhola. A palavra paella vem do catalão para "frigideira". Os três ingredientes principais da paella são arroz, açafrão e azeite de oliva.

Para a nossa Paella vegana de aspargos:

1 cebola picada, 3 dentes de alho picados, 1/4 de xícara (chá) de azeite de oliva, 1 punhado de aspargos frescos (separe as pontas finas), 1 e 1/2 xícara (chá) de arroz arbóreo, 2 xícaras de água, 1 pitada de açafrão, sal e pimenta a gosto.

Numa panela de ferro, fogo baixo, frite a cebola e o alho no azeite e junte os aspargos. Mexa por uns 2 minutos, adicione o arroz e aumente um pouco o fogo. Continue mexendo por uns 5-8 minutos. Quando o arroz começar a ficar translúcido, adicione a água, sal, pimenta e o açafrão préviamente dissolvido em um pouquinho de água morna. Continue mexendo, agora por mais uns 5-8 minutos (enquanto o forno aquece a 400 graus F, ou uns 200 Celsius). Coloque as pontas finas dos aspargos por cima da mistura, tampe a panela e leve ao forno por uns 20 minutos.

Sirva por si só ou como na foto: com uma saladinha crua, 2 ou 3 fatias de cogumelos portobello grelhados e algumas rodelas de lingüiça vegana.

E que todos tenhamos um delicioso mês de Abril!

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