Eu tinha lido um artigo recente da revista Animal Times, onde o médico Neal Barnard, falou da possível relação entre o elemento mercúrio, que é altamente tóxico, e a desordem neurológica conhecida como autismo. Como a Isabella tinha acabado de me convidar pra blogagem coletiva de hoje, dei uma traduzida no artigo e aqui está.
Pesquisadores da Universidade do Texas atribuíram ao mercúrio de fontes industriais, o aumento na taxa de autismo e, recentemente, mais um estudo foi publicado. Mady Hornig, uma epidemiologista da Universidade Columbia, aqui em Nova York, acredita que o mercúrio no óleo de peixe pode também estar causando autismo.
O doutor Philip W. Davidson, professor de Pediatria e chefe do "Strong Center for Developmental Disabilities" da Escola de Medicina da Universidade de Rochester/NY, estudou a exposição de mulheres grávidas e seus bebês, nas ilhas Seicheles, na África, onde a população consome grandes quantidades de peixe. Os dados sugerem que a exposição do feto ao mercúrio pode mesmo causar autismo.
O mercúrio é uma das substâncias que mais prejudicam o sistema nervoso. Além da suspeita dessa ligação dele com o autismo, o mercúrio também causa defeitos no feto, falência dos rins e câncer.
A quantidade de mercúrio nos peixes e frutos do mar tem aumentado muito com a poluição dos oceanos. Uma pequena quantidade, como uma colher de chá, é suficiente pra fazer os peixes de um lago de 8 hectares impróprios para o consumo humano.
Praticamente todos os peixes e frutos do mar contêm traços de mercúrio, mas em especial o atum, o peixe-espada e outros peixes grandes, de vida longa, são os que mais acumulam mercúrio.
Pra proteger os bebês desse elemento nocivo ao cérebro, a FDA (agência americana que regula os alimentos e remédios) e a Agência de Proteção Ambiental advertem às mulheres grávidas e/ou amamentando, ou às que querem ter filhos, para que limitem seu consumo de peixe gorduroso e oleoso.
Já eu, assim como o doutor Barnard, recomendo que todo mundo evite comer peixe. Ainda de acordo com o doutor, apesar da carne de peixe conter ácidos graxos ômega-3 (que são bons pra saúde), de 15 a 30% da gordura do peixe é saturada, ou seja, ruim. Carne de peixe contém colesterol e altos índices de PCBs (resíduos de componentes industriais que podem causar falência do fígado).
Você pode obter ácidos graxos ômega-3 e outros nutrientes, na semente de linhaça, no óleo de linhaça, nas nozes, nas verduras verde-escuras, e através de suplementos de ômega-3 vegetarianos.
Não há necessidade de se comer peixe.
ESSE POST FAZ PARTE DA BLOGAGEM COLETIVA DE HOJE SOBRE O AUTISMO.
Pra entender mais sobre o Autismo, clique aqui.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Tofu assado com couve e cuscuz marroquino
Tofu assado na grelha é fácil, leve e delicioso. O cuscuz marroquino a gente compra de pacote - leva 5 minutos pra ficar pronto - e a couve foi feita à mineira, coisa que todo brasileiro sabe preparar. :) A salada levou cenoura, rabanetes fatiados bem fininho e tomates.Refeição colorida é refeição saudável.
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
Encontro Brasileiro sobre Direitos Animais
De 1 a 4 de maio 2008:

A organização do encontro está sendo realizada pelo VEDDAS e dirigida pelo Dr. George Guimarães. Mais informações aqui.
Via Seja Vegetariano.

A organização do encontro está sendo realizada pelo VEDDAS e dirigida pelo Dr. George Guimarães. Mais informações aqui.
Via Seja Vegetariano.
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terça-feira, 15 de abril de 2008
Terça-feira com falafels
A gente ADORA falafels. São bolinhos fritos que parecem porpetas italianas, mas são na verdade um prato árabe e não levam carne nenhuma. São feitos com grão-de-bico.Ingredientes:
- 1 lata de grãos-de-bico cozidos - drene a água, passe-os embaixo d'água e separe
- 4 tiras de cebolinha, picadas
- 3 dentes de alho picados
- 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
- 1 colher (chá) de fermento em pó
- 1 colher (chá) de cominho
- Sal e pimenta
- Salsinha picada- pode ser desidratada
Geralmente falafels são servidos com tabuli e/ou hummus e com pão sírio tipo "pita", mas aqui em casa vale tudo e nossos estômagos são cosmopolitas, hehe. Servimos dessa vez com salada crua e purê de batatas- sem deixar de fora o delicioso molho de tahini. Ficou bom demás!
Clique aqui pra ver um video que mostra como fazer falafels (em inglês).
domingo, 13 de abril de 2008
10 técnicas úteis para veganos lidarem com não-veganos:
1. Seja específico. Às vezes você tem que explicar o que significa ser vegano ou pedir alguma informação específica como: "tem caldo de frango nessa sopa?". Os erros que não-veganos cometem são inúmeros, nem dá pra listar aqui, mas algumas confusões comuns são:
a) Muita gente ainda acha que peixe e frango são comida vegetariana. Lembre-os de que não são;
b) Muita gente não entende o que significa "laticínios" e pensa que manteiga e iogurte (principalmente se for "fatfree") é vegano. Lembre-os de que "laticínios" são TODOS os produtos derivados do leite;
c) Muita gente se esquece dos caldos (de carne ou galinha), gordura, e outros pequenos detalhes. Se você acha que tal comida pode conter esses ingredientes, pergunte.
2. Seja positivo- ou o máximo que puder. Tente fazer com que o seu veganismo seja educado e fácil aos outros, não negando isso à você mesmo, mas adotando uma política educada para com o outro.
3. Seja confiante. Lembre a você mesmo dos seus objetivos e haja com confiança e determinação em relação à eles.
4. Seja generoso. Doe quando e onde puder. Isso faz bem e espalha o bem.
5. Seja firme. Só porque os veganos são minoria, não quer dizer que a gente mereça ser tratado como um problema. Nossas necessidades são tão importantes quanto as de qualquer um. Então, bata o pé por suas necessidades e seja firme quando pedir comida vegana.
6. Seja atencioso. Seja respeitoso, atencioso e sensível.
7. Esteja preparado. Leve sempre uma "refeição de emergência com você" (eu sempre tenho na bolsa uma barra de cereais vegana). Isso faz a vida mais fácil. Você pode ter consigo um saquinho com nozes, amendoins ou amêndoas, uma barra de cereais ou uma fruta. Ter algo pra comer vai sempre deixar todo mundo mais confortável numa situação não-vegana.
8. Esteja informado. Quanto mais você souber, mais preparado estará pra todos os tipos de situação. Há cada vez mais fontes de informação sobre o veganismo à disposição. Hoje em dia, há livros, websites, restaurantes, grupos de discussão, comunidades, videos, podcasts e todo tipo de recurso. Use-os!
9. Seja bem-humorado. Às vezes é difícil encontrar humor num mundo tão trágico como o nosso, mas ele existe. Encontre humor e graça nas situações e use-os.
10. Ponha a boca no mundo. Os animais não têm voz nesse nosso sistema. A voz dos veganos é a voz dos animais. Use-a!
*Via Vegan Soapbox, que pegou a idéia original pra esse post no blog Food for Thought. Adaptação livre minha.
a) Muita gente ainda acha que peixe e frango são comida vegetariana. Lembre-os de que não são;
b) Muita gente não entende o que significa "laticínios" e pensa que manteiga e iogurte (principalmente se for "fatfree") é vegano. Lembre-os de que "laticínios" são TODOS os produtos derivados do leite;
c) Muita gente se esquece dos caldos (de carne ou galinha), gordura, e outros pequenos detalhes. Se você acha que tal comida pode conter esses ingredientes, pergunte.
2. Seja positivo- ou o máximo que puder. Tente fazer com que o seu veganismo seja educado e fácil aos outros, não negando isso à você mesmo, mas adotando uma política educada para com o outro.
3. Seja confiante. Lembre a você mesmo dos seus objetivos e haja com confiança e determinação em relação à eles.
4. Seja generoso. Doe quando e onde puder. Isso faz bem e espalha o bem.
5. Seja firme. Só porque os veganos são minoria, não quer dizer que a gente mereça ser tratado como um problema. Nossas necessidades são tão importantes quanto as de qualquer um. Então, bata o pé por suas necessidades e seja firme quando pedir comida vegana.
6. Seja atencioso. Seja respeitoso, atencioso e sensível.
7. Esteja preparado. Leve sempre uma "refeição de emergência com você" (eu sempre tenho na bolsa uma barra de cereais vegana). Isso faz a vida mais fácil. Você pode ter consigo um saquinho com nozes, amendoins ou amêndoas, uma barra de cereais ou uma fruta. Ter algo pra comer vai sempre deixar todo mundo mais confortável numa situação não-vegana.
8. Esteja informado. Quanto mais você souber, mais preparado estará pra todos os tipos de situação. Há cada vez mais fontes de informação sobre o veganismo à disposição. Hoje em dia, há livros, websites, restaurantes, grupos de discussão, comunidades, videos, podcasts e todo tipo de recurso. Use-os!
9. Seja bem-humorado. Às vezes é difícil encontrar humor num mundo tão trágico como o nosso, mas ele existe. Encontre humor e graça nas situações e use-os.
10. Ponha a boca no mundo. Os animais não têm voz nesse nosso sistema. A voz dos veganos é a voz dos animais. Use-a!
*Via Vegan Soapbox, que pegou a idéia original pra esse post no blog Food for Thought. Adaptação livre minha.
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Dicas dentro e fora da cozinha
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Legumes com molho de tahini e quinoa
Dessa vez usamos brócolis, abobrinha e cenoura cozidos no vapor.Pra preparar a quinoa: 2 xícaras de água, 1 xícara de quinoa lavada e seca, 1/4 colher de chá de sal. Ponha tudo numa panela, tampe e deixe em fogo alto até ferver. Então, diminua o fogo e deixe assim por 15 minutos. Quando a quinoa estiver translúcida e macia, está pronta.
Pra fazer tahini (se você não quiser ou puder comprar pronto) basta moer 1 xícara (chá) de sementes de gergelim com 1 colher (chá) de óleo de gergelim num processador. Vá adicionando água morna devagarinho, até que fique com a consistência que você gosta. Acrescente um pouquinho de sal, também.
Ah, delícias simples dessa vida...
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Tahini
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Vegan Soapbox rocks!
Vegan Soapbox é mais que um blog. É um site variadíssimo, com muita informação atual, dicas bacanas e tudo o que você precisa saber pra levar uma vida vegana saudável e fabulous. Eu leio quase que diariamente.

Aí, outro dia, esse blog sorteou um livro de receitas veganas e bastava deixar um comentário pra concorrer. Adivinha quem ganhou? :) Euzinha, mesmo! Tão legal isso. Me senti sortuda. O pessoal do Vegan Soapbox me mandou um email avisando que eu tinha sido sorteada e pedindo um endereço pra me mandar o livro. E chegou ontem!
O mais legal é que a gente queria muito esse livro. Vegan Planet, da Robin Robertson - cujo blog eu também visito sempre que posso - é sensacional. Tem 400 receitas e altas dicas veganas. Adorei!
Clique aqui pra ouvir o podcast com uma entrevista recente (em inglês) com a Robin Robertson.

Aí, outro dia, esse blog sorteou um livro de receitas veganas e bastava deixar um comentário pra concorrer. Adivinha quem ganhou? :) Euzinha, mesmo! Tão legal isso. Me senti sortuda. O pessoal do Vegan Soapbox me mandou um email avisando que eu tinha sido sorteada e pedindo um endereço pra me mandar o livro. E chegou ontem!
O mais legal é que a gente queria muito esse livro. Vegan Planet, da Robin Robertson - cujo blog eu também visito sempre que posso - é sensacional. Tem 400 receitas e altas dicas veganas. Adorei!
Clique aqui pra ouvir o podcast com uma entrevista recente (em inglês) com a Robin Robertson.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Mais um selinho pro blog!
A Carla recebeu esse selinho, que foi criado pela Gabi, e indicou a que aqui vos escreve como uma diva - mas no bom sentido! :) Segundo a descrição oficial do selinho, "divas são todas as blogueiras que são lindas, corajosas, engraçadas, inteligentes e admiráveis".Muito obrigada pelo carinho, Carla! Saiba que você também é muito admirada!
Cereal
Café da manhã vegano é bom porque dá pra consumir muitos alimentos fortificados (com vitamina C ou ferro ou cálcio, dependendo da marca e do tipo de alimento). Cereal de aveia é excelente. Eu preparo o meu com leite de arroz e canela salpicada por cima. E fica melhor ainda com frutas: banana em rodelas, blueberry, morango... Esse cereal da foto (cuja marca não me lembro agora, sorry!) é fortificado com vitamina C e vitamina E. Café da manhã cheio de fibras e delicioso.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Sopa tailandesa à moda da Deinha
*Receita picante. Mais um post requentadinho do outro blog. Mas vale a pena, néam?! :) Recentemente fiz de novo e ficou ótima. E ainda continua friozinho aqui em Énuái, então resolvi repetir.
Essa receitinha vai pra minha mãe, junto com uma beijoca estalada e um abraço bem apertado de Feliz Aniversário! Mãe, tô aqui longe, mas meu coração tá sempre com a senhora. Te amo muito!
Ingredientes da sopa:
Numa panela média, aqueça o óleo e adicione o alho. Frite-o por 30 segundos. Acrescente o caldo de vegetais e a água e aumente o fogo. Deixe até ferver. Acrescente o cogumelo e deixe cozinhar por uns 3 minutos. Junte os noodles e o tofu e misture bem com um garfo. Adicione a alga nori esfarelada, a pimenta moída, molho shoyu e sal, e mexa de novo. Se o cogumelo já aparenta estar cozido, retire a panela do fogo e sirva a sopa em tigelas individuais, salpicando a cebolinha por cima.
Serve 3 a 4.
Essa receitinha vai pra minha mãe, junto com uma beijoca estalada e um abraço bem apertado de Feliz Aniversário! Mãe, tô aqui longe, mas meu coração tá sempre com a senhora. Te amo muito!
Ingredientes da sopa:- 2 colheres de sopa de óleo vegetal (não azeite de oliva)
- 4 dentes de alho, amassados com a lateral de uma faca
- 2 xícaras de chá de caldo de vegetais e 1/2 de água
- Uns 60 gramas de "glass noodles" (aquele macarrão transparente chinês) - deixe-o de molho por 10 minutos em água morna, pra amaciar, e escorra água.
- Uns 100 gramas de cogumelo (escolha o seu tipo favorito), fatiado
- Uns 80 gramas de tofu firme, cortado em cubos
- Opcional: 1 colher de sopa de alga nori torrada- pra torrar, segure uma folha da alga (usando um pegador de macarrão) 10 centímetros acima do fogo e aqueça-a 1 min. de cada lado. Deixe esfriar e esfarele com a mão.
- Meia colher de sopa de pimenta (tipo chili) moída
- 2 colheres de sopa de molho shoyu light
- Pitada de sal
- Cebolinha cortada em rodelas
Numa panela média, aqueça o óleo e adicione o alho. Frite-o por 30 segundos. Acrescente o caldo de vegetais e a água e aumente o fogo. Deixe até ferver. Acrescente o cogumelo e deixe cozinhar por uns 3 minutos. Junte os noodles e o tofu e misture bem com um garfo. Adicione a alga nori esfarelada, a pimenta moída, molho shoyu e sal, e mexa de novo. Se o cogumelo já aparenta estar cozido, retire a panela do fogo e sirva a sopa em tigelas individuais, salpicando a cebolinha por cima.
Serve 3 a 4.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Casey Affleck, um vegano sensacional
Order a FREE 'Vegetarian Starter Kit' at GoVeg.com.
Tradução minha:
Eu sou Casey Affleck, pelo Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais).
Quando me perguntam por quê eu não como carne, nem qualquer outro produto animal, eu digo: porque não são saudáveis e porque são produtos de uma indústria violenta e desumana.
Galinhas, vacas e porcos em fazendas-matadouros, passam toda a sua vida em condições nojentas, apenas pra sofrer uma morte prolongada e dolorosa.
Seus corpos então são transformados em produtos comestíveis que comprovadamente contribuem para doenças cardíacas e câncer. Comer isso significa ingerir veneno.
Por favor, não contribua com uma indústria que faz produtos nocivos através do sofrimento animal.
Eu sou Casey Affleck e sou vegetariano.
sábado, 5 de abril de 2008
Sopa e espetinhos veganos
A gente tinha um monte de legumes frescos na geladeira e resolvemos cada um preparar algo diferente pro jantar, mas que combinasse.R fez a sopa do jeito que eu gosto, bem light, ralinha, mas super saborosa e apimentada. 6 xícaras de água numa panela média, tipo caldeirão, fogo alto. Adicionou alho, gengibre, 1 cubo de caldo vegano Garden Veggie (que pode ser substituído por caldo de vegetais normal ou 1 colher de missô dissolvido em um pouco de água), aspargos (sem as pontas grossas, que foram descartadas e sem a parte fina, de cima, que foi separada), fatias finas de pimentão vermelho e de cenoura. Deixou ferver e diminuiu o fogo. Deixou cozinhando por uns 15 minutos. Nos últimos 5 minutos, incluiu as pontas finas dos aspargos e abobrinhas fatiadas bem fininho.
Eu fiz os espetinhos - churrasquinho vegano. Drenei o tofu, deixei secar por uns minutos pressionado em papel-toalha, cortei em cubos gordos e deixei marinando por 40 minutos (foto acima).
Enquanto o tofu ficou marinando, cortei os legumes escolhidos em pedaços médios e separei os espetinhos de metal. O molho do tofu foi feito misturando manteiga de amendoim orgânica, um pouquinho de água pra dissolvê-la, alho picado, gengibre fresco picado, um pouquinho de óleo de gergelim, molho shoyu light e salsinha desidratada.
Depois que preparei os espetinhos com pimentão vermelho, abobrinha, cogumelo e o tofu marinado, e coloquei-os numa fôrma (foto ao lado), espalhei o resto do molho nos legumes com um pincel, dos dois lados. Deixei o forno aquecer por 10 minutos e coloquei os espetinhos pra assar na parte mais baixa do forno, que na verdade é a grelha. Leva só 5 minutos de cada lado pra ficar pronto.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Por que não consumir ovos ou laticínios?
Apesar da crença comum de que beber leite de vaca (ou de cabra) e consumir ovos de galinha não mata os animais, as vacas criadas para a comercialização de leite e as galinhas criadas para o comércio de ovos - não importa se em fábricas-criadouros ou "criadas soltas" - todas são mortas quando sua produção de leite e ovos declina.
Os mesmos métodos usados nos matadouros de produção de carne, são usados para produzir leite e ovos. Essas vacas e galinhas vivem sua curta vida presas em espaços minúsculos e escuros, drogadas, mutiladas, e privadas de suas necessidades mais básicas.
Nas fazendas de criação americanas, uma média de 7 galinhas poedeiras passam suas vidas inteiras numa área do tamanho de uma capa de disco de vinil. Vivendo sobre uma superfície de fios de metal que deformam seus pés, em gaiolas tão pequenas que é impossível esticar suas asas, e cobertas de excrementos que caem das gaiolas acima delas, essas galinhas sofrem paralisia, doenças ósseas e bicam-se obsessivamente- esse último comportamento é evitado cortando-se os bicos delas quando ainda são pintinhos. (Sem anestesia, claro).
*Clique na foto acima pra ampliá-la e note os bicos cortados.
Apesar das galinhas poderem viver até os 15 anos, elas são geralmente mortas quando sua produção de ovos diminui, depois de 2 anos. Essas fazendas não têm como usar os machos (os galos) então, quando eles nascem são sufocados, decapitados, jogados fora (como se fossem lixo) ou moídos (ainda vivos) em máquinas industriais. Eu vi alguns videos - com imagens que mostram como eles se livram dos pintinhos machos - videos feitos clandestinamente (escondido) dentro de algumas dessas fazendas/criadouros e não pude acreditar no que meus olhos viram. Apavorante, no mínimo. Não vou postar nenhum desses videos aqui porque é muito chocante. Usem a imaginação e acreditem no que eu digo.
Como qualquer mamífero, as vacas produzem leite quando estão grávidas e páram depois que seus bezerros desmamam. Quando uma vaca criada para a comercialização de leite dá à luz uma vaquinha fêmea, essa vaquinha se torna automaticamente uma vaca leiteira - nascida para viver nas mesmas condições (miseráveis) que sua mãe. E quando uma vaca dá à luz um bezerro macho, ele é vendido para um matadouro com apenas alguns dias de vida, onde ele será acorrentado em um estábulo, privado de comida e exercícios, e logo morto pra ser vendido como vitela.
A vida para a mãe desse bezerro, vai durar apenas alguns anos. Por não ser lucrativo manter as vacas vivas depois que sua produção de leite diminui, as vacas são geralmente mortas aos 5 anos de idade. Portanto, a média de vida de uma vaca, que é de 25 anos, é cortada em 20 anos, apenas pra manter os custos baixos e maximizar a produção.

Hoje em dia, as fazendas de criação de animais não são como aquelas que aprendemos na escola; elas são indústrias mecanizadas onde o bem-estar animal é de muito pouco interesse comparado com o interesse pelos lucros.
O Veganismo é o estilo de vida mais consistente com a filosofia de que os animais não existem para o nosso uso.
Informações via Vegan Action- tradução livre minha.
Fotos via Indybay e Humane Society.
Pra ler mais sobre Veganismo, leia outros posts meus, relacionados abaixo em ordem cronológica, desde o comecinho do blog:
Os mesmos métodos usados nos matadouros de produção de carne, são usados para produzir leite e ovos. Essas vacas e galinhas vivem sua curta vida presas em espaços minúsculos e escuros, drogadas, mutiladas, e privadas de suas necessidades mais básicas.
Nas fazendas de criação americanas, uma média de 7 galinhas poedeiras passam suas vidas inteiras numa área do tamanho de uma capa de disco de vinil. Vivendo sobre uma superfície de fios de metal que deformam seus pés, em gaiolas tão pequenas que é impossível esticar suas asas, e cobertas de excrementos que caem das gaiolas acima delas, essas galinhas sofrem paralisia, doenças ósseas e bicam-se obsessivamente- esse último comportamento é evitado cortando-se os bicos delas quando ainda são pintinhos. (Sem anestesia, claro).
*Clique na foto acima pra ampliá-la e note os bicos cortados.Apesar das galinhas poderem viver até os 15 anos, elas são geralmente mortas quando sua produção de ovos diminui, depois de 2 anos. Essas fazendas não têm como usar os machos (os galos) então, quando eles nascem são sufocados, decapitados, jogados fora (como se fossem lixo) ou moídos (ainda vivos) em máquinas industriais. Eu vi alguns videos - com imagens que mostram como eles se livram dos pintinhos machos - videos feitos clandestinamente (escondido) dentro de algumas dessas fazendas/criadouros e não pude acreditar no que meus olhos viram. Apavorante, no mínimo. Não vou postar nenhum desses videos aqui porque é muito chocante. Usem a imaginação e acreditem no que eu digo.
Como qualquer mamífero, as vacas produzem leite quando estão grávidas e páram depois que seus bezerros desmamam. Quando uma vaca criada para a comercialização de leite dá à luz uma vaquinha fêmea, essa vaquinha se torna automaticamente uma vaca leiteira - nascida para viver nas mesmas condições (miseráveis) que sua mãe. E quando uma vaca dá à luz um bezerro macho, ele é vendido para um matadouro com apenas alguns dias de vida, onde ele será acorrentado em um estábulo, privado de comida e exercícios, e logo morto pra ser vendido como vitela.
A vida para a mãe desse bezerro, vai durar apenas alguns anos. Por não ser lucrativo manter as vacas vivas depois que sua produção de leite diminui, as vacas são geralmente mortas aos 5 anos de idade. Portanto, a média de vida de uma vaca, que é de 25 anos, é cortada em 20 anos, apenas pra manter os custos baixos e maximizar a produção.

Hoje em dia, as fazendas de criação de animais não são como aquelas que aprendemos na escola; elas são indústrias mecanizadas onde o bem-estar animal é de muito pouco interesse comparado com o interesse pelos lucros.
O Veganismo é o estilo de vida mais consistente com a filosofia de que os animais não existem para o nosso uso.
Informações via Vegan Action- tradução livre minha.
Fotos via Indybay e Humane Society.
Pra ler mais sobre Veganismo, leia outros posts meus, relacionados abaixo em ordem cronológica, desde o comecinho do blog:
- Go Veg! (video em inglês)
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quinta-feira, 3 de abril de 2008
Salada mix com tofu assado
Prato perfeito pra emergências (ou dietinhas) porque é rapidíssimo, light e delicioso. Tofu extra-firme assado na grelha, a parte mais baixa do forno, servido com uma saladinha crua que inclui: cenoura cortada em tiras, alface picado, repolho roxo picado e avocado (abacate pequeno) picado. Ah, santo tofu...
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