Aqui vai um empurrãozinho, pra todos os que amam os animais, em direção ao veganismo.
Assista e me diga se não é urgente que você entre pra nossa turma. ;)
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
O poder da couve crespa
A couve crespa é da mesma família que o brócoli, a couve-flor e a couve-de-Bruxelas e extremamente parecida geneticamente com a couve-manteiga. Aqui nos EUA chama-se "kale".A couve crespa parece ser a mais nova vedete entre veganos e nutricionistas por aqui. Ela é considerada altamente nutritiva, com forte poder antioxidante e anti-inflamatório e tem aparecido bastante em revistas e blogs veggies.
E tem mais: alta concentração de beta caroteno, vitamina K, vitamina C e cálcio. Além disso, a couve crespa, assim como o brócoli, contém uma substância química (sulforaphane) famosa entre os homeopatas e naturalistas por ser super potente no combate ao câncer.
Dá pra prepará-la de várias maneiras, mas a mais simples é como a gente sempre faz aqui em casa. Depois de limpá-la, a gente corta em tiras ou em pedaços menores e salteia na frigideira com óleo de gergelim, alho ou cebola e um pouquinho de molho de soja tamari.
Dessa vez a gente adicionou à couve crespa, abobrinha (outro alimento riquíssimo e delicioso) e cogumelos. O tofu, depois de drenado, foi grelhado na própria frigideira de ferro onde a couve foi preparada e salpicado com um pouquinho de sal marinho e pimenta-do-reino.Sabor, saúde e compaixão. Tudo isso no seu prato - não dá pra pedir mais, né?!
segunda-feira, 2 de março de 2009
Você sabia que...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Torradas Fantásticas
Inspiradas na receita "Cogumelos com Alho sobre Tostas", do "Livro Completo da Cozinha Vegetariana", que meu querido amigo Márcio Tadeu me deu de presente. Essas torradas são um prato delicioso de café da manhã ou brunch, ou então um ótimo aperitivo antes do jantar. Servidas como acompanhamento pra sopa também ficam perfeitas. Versátil é a palavra aqui. E são 100% veganas!Escolha o pão de sua preferência. Italiano é uma ótima pedida. Corte em fatias grossas e torre. Numa frigideira, derreta margarina vegana ou creme vegetal e frite em fogo baixo todos os legumes (fatiados) que você quiser. Nós usamos cogumelo, cebola, pimentão vermelho e abobrinha.
Quando os legumes começarem a amaciar na panela, junte uma pitada de sal, pimenta-do-reino moída, salsinha e algumas gotas de molho de soja tamari. Misture tudo muito bem e desligue o fogo. Coloque com cuidado os legumes sobre as fatias de torrada e sirva-as ainda quentes.
E agora, o motivo pelo qual eu chamei as torradas de fantásticas: o pão! Preparamos em casa. Ficou bom demais! Achei uma receita aqui (em inglês) e passo pra você. ;)
E um ótimo final de semana pra todos nós!
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Clicando TODO DIA pra ajudar
Os sites abaixo são sérios e ajudam de verdade. Pra você também poder ajudar, basta clicar nesses links diariamente. SÓ ISSO. É que os patrocinadores que anunciam nesses sites, oferecem ajuda de acordo com os acessos que eles recebem. Salve a lista abaixo nos seus favoritos e faça a sua parte sem precisar mandar dinheiro. Um clique por dia vale como dinheiro vivo - e é só o que você precisa fazer pra ajudar. Vai lá e clica, vai?
www.theanimalrescuesite.com - cada clique disponibiliza um prato de comida para um animal necessitado, sem custo algum pra você.
www.care2.com/go/z/primates - cada clique seu vai disponibilizar comida para chimpanzés e outros primatas.
http://pets.care2.com - oferece cirurgias gratuitas e suporte hospitalar para animais necessitados.
http://babyseals.care2.com - ajuda a proteger as focas bebês da caçada insana que ocorre todos os anos no Canadá, onde infelizmente essa atrocidade ainda é permitida pelo governo.
Obrigada por ajudar os animais!
www.theanimalrescuesite.com - cada clique disponibiliza um prato de comida para um animal necessitado, sem custo algum pra você.
www.care2.com/go/z/primates - cada clique seu vai disponibilizar comida para chimpanzés e outros primatas.
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Obrigada por ajudar os animais!
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Tempeh ao molho teriyaki
O molho teriyaki dá ao tempeh uma aparência dourada e um sabor agridoce fenomenal. Depois de marinado, dá pra prepará-lo frito ou grelhado. Dessa vez fritei.Ingredientes:
1 pacote de tempeh
2 colheres (sopa) de molho de soja tamari
1 colher e 1/2 (sopa) de sumo de 1 limão (ou laranja)
2 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de óleo de gergelim torrado
1 colher (sopa) de maple syrup (ou melaço)
Pimenta-do-reino moída
1 colher e 1/2 (sopa) de óleo de amendoim
Preparação:
Antes de fazer qualquer coisa com o tempeh, aprendi que é bom "prepará-lo" pra receber o marinado. Corte-o em dois, e depois corte cada metade na diagonal, formando 2 triângulos. Ponha água num panela em fogo alto. Quando começar a ferver, diminua bem o fogo, mergulhe os quatro triângulos de tempeh e deixe cozinhando por 10 minutos. Escorra e separe. Além de eliminar o "amargo" do tempeh, esse processo o prepara para absorver mais fácil qualquer molho que você use pra marinar.
Para o molho teriyaki: Misture bem numa tigela o molho de soja, o sumo de limão ou laranja, o alho amassado, o óleo de gergelim torrado, maple syrup ou melaço e pimenta a gosto.
Coloque o tempeh num recipiente meio fundo com tampa. Despeje o marinado sobre os triângulos, feche a tampa, e mexendo e virando cuidadosamente o recipiente, faça com que todo o molho envolva o tempeh. Deixe marinando por pelo menos 1 hora, virando de vez em quando para absorver o molho por igual. Se quiser deixar marinar por mais tempo, ponha o recipiente na geladeira.
Numa frigideira, aqueça o óleo de amendoim e frite os triângulos de tempeh em temperatura média até que fiquem uniformemente dourados. Baixe bem o fogo, adicione o resto do molho teriyaki e deixe mais uns 5 minutos. Sirva quente.
Servi com brócolis cozido no vapor e spaghetti com um molho suave de alho, azeite e ervas frescas (orégano e salsinha picados) - pra não disputar com o sabor forte do molho teriyaki. Salpiquei nozes (moídas com a mão) por cima do spaghetti. Ficou D.I.V.I.N.O.* O Tempeh ao molho teriyaki foi inspirado na receita "Teriyaki-Glazed Tempeh" do livro Vegan Planet da Robin Robertson
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Adeus, Travis
Tudo estava muito bem até a semana passada, quando a "dona" do Travis recebia uma pessoa em casa. Ele atacou a visita e não largou de jeito nenhum, nem quando foi espancado com uma pá e esfaqueado pela própria "dona", que ligou pro 9-1-1 desesperada pedindo ajuda. Aí a polícia chegou e deu vários tiros no Travis, finalmente matando-o. E a vítima humana ainda está no hospital, gravemente ferida.
NADA disso teria acontecido se as pessoas respeitassem algo muito simples que é JAMAIS fazer com que animais selvagens se tornem bichos de estimação. O chimpanzé Travis era tratado como uma criança - uma criança de 100 kilos e com a força de três homens juntos. Podia ter vivido uma velhice calma e tranquila e em vez disso terminou sua vida violentamente assassinado. Como bem disse o pessoal do blog Fish & Chimps, é desumano e perigoso manter um animal selvagem como um "pet", e mais ainda usá-lo com fins de entretenimento.
OS ANIMAIS NÃO EXISTEM PARA A NOSSA DIVERSÃO e nem pra vender refrigerantes. Ajude você também a manter a vida e a dignidade dos chimpanzés, fazendo uma reclamação sempre que vir um deles sendo usado num anúncio de TV, jornal, outdoor, revista...
OS ANIMAIS SELVAGENS NÃO SÃO BICHOS DE ESTIMAÇÃO. Repita isso sempre que souber de alguém que quer ter um em casa.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Fritada vegana
Inspirada na receita "Fritada de batata com repolho" da Isis (comunidade Receitas Éticas do orkut - um espetáculo de comunidade).1/2 xícara de margarina vegana
2 colheres (sopa) de sal
500 g de repolho picado
5 batatas médias descascadas
1/2 cebola média picada
Pimenta-do-reino moída
Noz-moscada
Turmérico em pó
Cozinhe a batata com metade do sal e amasse. Cozinhe o repolho com o sal restante e 2 colheres (sopa) de água, numa frigideira (foto acima), até ficar macio e absorver toda a água.Numa tigela, misture o purê de batatas com o repolho até ficar homogêneo. Acrescente a pimenta, a noz-moscada e uma pitada de turmérico só pra dar cor (foto abaixo). Separe.
Numa frigideira média de ferro, derreta metade da margarina e refogue a cebola até começar a dourar. Acrescente-a ao purê de batata e ao repolho e misture tudo bem. Derreta o restante da margarina na panela de ferro e adicione a mistura, alisando com uma espátula, cobrindo bem o fundo. Frite em fogo médio por 5 minutos.Agora você tem duas opções: você pode, com a ajuda de um prato, virar a fritada e voltá-la à frigideira pra dourar o outro lado; ou levar a panela de ferro ao forno, previamente aquecido a 200˚C por uns 20 minutos. Dessa vez nós deixamos o forno aquecer enquanto preparávamos as batatas e o repolho e aí, em vez de virar a fritada na panela, deixamos assar. Ficou D-E-L-I-C-I-O-S-O.
Obrigada pela dica, Isis. Poderosa Isis! ;)E pra quem curte, feliz Carnaval!
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
José Saramago contra o abuso animal
O texto abaixo, contra a exploração animal em circos e zoológicos, é de autoria de José Saramago (aquele mesmo) e aparece em seu blog, hoje. Tive que reproduzir aqui - não dá pra deixar passar.
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Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espectáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos. Mais deprimentes do que esses parques, só os espectáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana. Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.
Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já. No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade. A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas. Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. A quem devo apelar? À direcção do zoológico? À Câmara? À Generalitat?
P.S.: Deixo aqui uma fotografia. Tal como em Barcelona há grupos – obrigado - que têm pena de Susi, na Austrália também um ser humano se compadeceu de um marsupial vitimado pelos últimos incêndios. A fotografia não pode ser mais emocionante.
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Go Saramago!
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Pudesse eu, e fecharia todos os zoológicos do mundo. Pudesse eu, e proibiria a utilização de animais nos espectáculos de circo. Não devo ser o único a pensar assim, mas arrisco o protesto, a indignação, a ira da maioria a quem encanta ver animais atrás de grades ou em espaços onde mal podem mover-se como lhes pede a sua natureza. Isto no que toca aos zoológicos. Mais deprimentes do que esses parques, só os espectáculos de circo que conseguem a proeza de tornar ridículos os patéticos cães vestidos de saias, as focas a bater palmas com as barbatanas, os cavalos empenachados, os macacos de bicicleta, os leões saltando arcos, as mulas treinadas para perseguir figurantes vestidos de preto, os elefantes mal equilibrados em esferas de metal móveis. Que é divertido, as crianças adoram, dizem os pais, os quais, para completa educação dos seus rebentos, deveriam levá-los também às sessões de treino (ou de tortura?) suportadas até à agonia pelos pobres animais, vítimas inermes da crueldade humana. Os pais também dizem que as visitas ao zoológico são altamente instrutivas. Talvez o tivessem sido no passado, e ainda assim duvido, mas hoje, graças aos inúmeros documentários sobre a vida animal que as televisões passam a toda a hora, se é educação que se pretende, ela aí está à espera.
Perguntar-se-á a que propósito vem isto, e eu respondo já. No zoológico de Barcelona há uma elefanta solitária que está morrendo de pena e das enfermidades, principalmente infecções intestinais, que mais cedo ou mais tarde atacam os animais privados de liberdade. A pena que sofre, não é difícil imaginar, é consequência da recente morte de uma outra elefanta que com a Susi (este é o nome que puseram à triste abandonada) partilhava num mais do que reduzido espaço. O chão que ela pisa é de cimento, o pior para as sensíveis patas deste animais que talvez ainda tenham na memória a macieza do solo das savanas africanas. Eu sei que o mundo tem problemas mais graves que estar agora a preocupar-se com o bem-estar de uma elefanta, mas a boa reputação de que goza Barcelona comporta obrigações, e esta, ainda que possa parecer um exagero meu, é uma delas. Cuidar de Susi, dar-lhe um fim de vida mais digno que ver-se acantonada num espaço reduzidíssimo e ter de pisar esse chão do inferno que para ela é o cimento. A quem devo apelar? À direcção do zoológico? À Câmara? À Generalitat?
P.S.: Deixo aqui uma fotografia. Tal como em Barcelona há grupos – obrigado - que têm pena de Susi, na Austrália também um ser humano se compadeceu de um marsupial vitimado pelos últimos incêndios. A fotografia não pode ser mais emocionante.
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Go Saramago!
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Protestos
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Dá pra ser vegano e andar "na moda"?
A Lu pediu outro dia pra eu falar sobre a moda e o veganismo, e depois de rascunhar algumas idéias, cheguei a essas conclusões que você lê aqui. Espero que sejam interessantes e úteis.
Eu tenho uma relação engraçada com a moda. Eu curto muito e observo tudo o que anda acontecendo nesse sentido (apesar de que é raro eu comprar alguma revista sobre moda). Mas tenho um problema seríssimo com compras: ODEIO comprar roupa e sapato. Só faço quando preciso de algum item específico ou pra alguma ocasião especial. Nunca sei o meu número ao certo e shopping centers me dão claustrofobia. Só curto mesmo essa coisa de consumir, quando o assunto é presentear. Tenho o maior prazer em comprar lembrancinhas pras pessoas que eu amo; coisas que tenham a "cara" daquela pessoa ou, como o próprio nome diz, que a ajudem a lembrar-se de mim. :)
Tenho certo prazer em comprar em brechós porque geralmente são lugares interessantíssimos e eu gosto da sensação de estar "reciclando" as coisas desse planeta ou usando um item que pertenceu a alguém especial e que eu nunca vou saber quem é. Além do fato, claro, de que roupa e acessórios de brechó são MUITO baratos. :)
Revistas e sites de moda geralmente me irritam por causa - e fique à vontade pra dizer que isso é clichezão, porque é mesmo - daquela coisa vazia e metida a besta. Se a gente for levar em consideração o que importa de verdade nessa vida, só rindo das coisas que eles chamam de "imprescindíveis". Desculpe, mas não dá pra levar moda tão a sério. Agora, pra não dizer que eu cuspo no prato em que como, essas mesmas revistas e sites já me ensinaram muitos truques e noções básicas do que usar e do que não usar; o que não dá pra coordenar e o que, fugindo da etiqueta convencional, acaba ficando moderno e bonito. Além disso, adoro ver videos de desfiles, acho um show de arte e de bom gosto (na maioria das vezes).
Quando me sobra tempo, eu costumo checar dois blogs de moda: o Hoje eu vou assim, que com muita simplicidade, delicadeza e bom gosto dá dicas do que usar no dia-a-dia; e o Petiscos, que com exceção do abuso de fotos de casacos de pele e couro (que me irritam profundamente e estão completamente fora da realidade), dão excelentes dicas de maquiagem - e Deus sabe que elas nunca são demais.
O meu jeito de vestir não tem classificação. Eu sou geminiana e mudo de idéia e de humor assim como mudo de roupa. Mas minhas roupas duram muito - tenho camisetas e calças de até 20 anos atrás. Gosto de simplicidade e conforto, mas dependendo da ocasião, adoro um brilho, e jamais abro mão das minhas bijous - a maioria comprada em camelô. E eu tenho MUITA bijou. ADORO meus anéis, brincões compridos e bandanas. As roupas que eu uso no trabalho não têm muito a ver comigo, são bem sérias. Fora do trabalho, estou sempre de calça jeans e camiseta (de preferência com alguma mensagem/foto ou preta), e um colar ou brincão indiano. Uso também um piercing (de argolinha) no nariz, que eu adoro.
Desde que era vegetariana, eu já não comprava nada de pele ou couro - e acho que essa é uma decisão que vale pra qualquer pessoa, mesmo um onívoro. Vamos combinar que as indústrias da pele e do couro já deveriam estar extintas há muito tempo. Como vegana, eu evito comprar qualquer outra coisa que contenha produto ou ingredientes animais e a minha lista de "nãos" agora também inclui lã e seda. Além disso, procuro não usar nada que tenha sido testado em animais: seja maquiagem, perfume ou coisinhas de higiene pessoal.
As roupas que eu tinha antes de me tornar vegana, como blusões de lã e lenços de seda que ganhei de presente, eu continuo usando sem grilos, já que não acredito em desperdício. Se alguma coisa me incomoda eu acabo doando. Por exemplo: ano passado, minha sogra me ofereceu um par de botas de couro que ela não usava mais, mas que estava em ótimo estado, e era inverno. Ela sabe que eu não me incomodo em reciclar materiais e roupas, e eu alegremente aceitei e agradeci. Usei umas duas vezes e me senti desconfortável. Couro realmente não é pra mim. Dei de presente pra uma amiga querida, que não é vegana, mas que também adora reciclar materiais. Ela está feliz da vida com o par de botas e eu, mais feliz ainda por ter feito da vida arrancada de um animal tão amado, algo útil até hoje.
E já que moda e beleza têm tudo a ver, compilei abaixo uma lista de produtos, marcas e lojas/websites favoritos. Espero que você ajude as empresas que se recusam a torturar os animais. Na hora da compra, dê sempre uma olhada no rótulo. Leia os ingredientes e procure uma indicação de que o produto NÃO testa em animais. Na dúvida, pergunte ao vendedor ou cheque o site do fabricante. Se não der pra saber com certeza, simplesmente não compre.
Desert Essence - tenho usado o "Thoroughly Clean Face Wash".
Jasön - O body wash e creme hidratante são excelentes.
A linha Sea Kelp de condicionadores (da marca Freeman) é o que eu tenho usado no meu cabelo, e o shampoo Herbal Daily Cleansing da Nature's Gate. (O creme hidratante sem perfume da Nature's Gate também é ótimo).
Meu perfume é o Stella, da Stella McCartney. Tudo o que ela faz é vegano. Não compre perfumes se entre os ingredientes aparecer "musk" (ou "almíscar"): extraído da glândula de um animal, o veado almiscareiro.
No página do Peta chamada Peta Mall, você encontra marcas e lojas online que vendem de tudo, de comida a lingerie e presentes. Tudo sem crueldade.
A marca natural Tom's é a nossa escolha pra desodorante e creme dental.
Pangea é uma loja online que vende de jaquetas e acessórios veganos a vitaminas e produtos pra cães e gatos.
Moo Shoes é uma loja aqui em Nova York que vende calçados e bolsas 100% veganos.
Lista do Peta de companhias internacionais que testam em animais (em inglês)
Lista do PEA de companhias brasileiras que testam (em português)
O blog Professional Vegan é bem interessante e as dicas são úteis. Ele inclui, na barra lateral, uma lista de links de "vegan-friendly designers".
Veja também a comunidade Vegans às compras, no orkut. E o blog Oficina de Estilo.
Vegan Etsy é uma comunidade dentro do site Etsy.com (vendas só de produtos manufaturados) que vende só coisas veganas. Você encontra grandes idéias ali.
Até o dia 20 deste mês acontece a Semana de Moda de Nova York.
E esta é a minha mais recente aquisição: uma bolsa mensageiro, que eu precisava há tempos, com estampa de tigre, fake claro. Estou apaixonada por ela- carrego pra todo lado. :)
Eu tenho uma relação engraçada com a moda. Eu curto muito e observo tudo o que anda acontecendo nesse sentido (apesar de que é raro eu comprar alguma revista sobre moda). Mas tenho um problema seríssimo com compras: ODEIO comprar roupa e sapato. Só faço quando preciso de algum item específico ou pra alguma ocasião especial. Nunca sei o meu número ao certo e shopping centers me dão claustrofobia. Só curto mesmo essa coisa de consumir, quando o assunto é presentear. Tenho o maior prazer em comprar lembrancinhas pras pessoas que eu amo; coisas que tenham a "cara" daquela pessoa ou, como o próprio nome diz, que a ajudem a lembrar-se de mim. :)
Tenho certo prazer em comprar em brechós porque geralmente são lugares interessantíssimos e eu gosto da sensação de estar "reciclando" as coisas desse planeta ou usando um item que pertenceu a alguém especial e que eu nunca vou saber quem é. Além do fato, claro, de que roupa e acessórios de brechó são MUITO baratos. :)
Revistas e sites de moda geralmente me irritam por causa - e fique à vontade pra dizer que isso é clichezão, porque é mesmo - daquela coisa vazia e metida a besta. Se a gente for levar em consideração o que importa de verdade nessa vida, só rindo das coisas que eles chamam de "imprescindíveis". Desculpe, mas não dá pra levar moda tão a sério. Agora, pra não dizer que eu cuspo no prato em que como, essas mesmas revistas e sites já me ensinaram muitos truques e noções básicas do que usar e do que não usar; o que não dá pra coordenar e o que, fugindo da etiqueta convencional, acaba ficando moderno e bonito. Além disso, adoro ver videos de desfiles, acho um show de arte e de bom gosto (na maioria das vezes).
Quando me sobra tempo, eu costumo checar dois blogs de moda: o Hoje eu vou assim, que com muita simplicidade, delicadeza e bom gosto dá dicas do que usar no dia-a-dia; e o Petiscos, que com exceção do abuso de fotos de casacos de pele e couro (que me irritam profundamente e estão completamente fora da realidade), dão excelentes dicas de maquiagem - e Deus sabe que elas nunca são demais.
O meu jeito de vestir não tem classificação. Eu sou geminiana e mudo de idéia e de humor assim como mudo de roupa. Mas minhas roupas duram muito - tenho camisetas e calças de até 20 anos atrás. Gosto de simplicidade e conforto, mas dependendo da ocasião, adoro um brilho, e jamais abro mão das minhas bijous - a maioria comprada em camelô. E eu tenho MUITA bijou. ADORO meus anéis, brincões compridos e bandanas. As roupas que eu uso no trabalho não têm muito a ver comigo, são bem sérias. Fora do trabalho, estou sempre de calça jeans e camiseta (de preferência com alguma mensagem/foto ou preta), e um colar ou brincão indiano. Uso também um piercing (de argolinha) no nariz, que eu adoro.
Desde que era vegetariana, eu já não comprava nada de pele ou couro - e acho que essa é uma decisão que vale pra qualquer pessoa, mesmo um onívoro. Vamos combinar que as indústrias da pele e do couro já deveriam estar extintas há muito tempo. Como vegana, eu evito comprar qualquer outra coisa que contenha produto ou ingredientes animais e a minha lista de "nãos" agora também inclui lã e seda. Além disso, procuro não usar nada que tenha sido testado em animais: seja maquiagem, perfume ou coisinhas de higiene pessoal.
As roupas que eu tinha antes de me tornar vegana, como blusões de lã e lenços de seda que ganhei de presente, eu continuo usando sem grilos, já que não acredito em desperdício. Se alguma coisa me incomoda eu acabo doando. Por exemplo: ano passado, minha sogra me ofereceu um par de botas de couro que ela não usava mais, mas que estava em ótimo estado, e era inverno. Ela sabe que eu não me incomodo em reciclar materiais e roupas, e eu alegremente aceitei e agradeci. Usei umas duas vezes e me senti desconfortável. Couro realmente não é pra mim. Dei de presente pra uma amiga querida, que não é vegana, mas que também adora reciclar materiais. Ela está feliz da vida com o par de botas e eu, mais feliz ainda por ter feito da vida arrancada de um animal tão amado, algo útil até hoje.
E já que moda e beleza têm tudo a ver, compilei abaixo uma lista de produtos, marcas e lojas/websites favoritos. Espero que você ajude as empresas que se recusam a torturar os animais. Na hora da compra, dê sempre uma olhada no rótulo. Leia os ingredientes e procure uma indicação de que o produto NÃO testa em animais. Na dúvida, pergunte ao vendedor ou cheque o site do fabricante. Se não der pra saber com certeza, simplesmente não compre.
Desert Essence - tenho usado o "Thoroughly Clean Face Wash".
Jasön - O body wash e creme hidratante são excelentes.
A linha Sea Kelp de condicionadores (da marca Freeman) é o que eu tenho usado no meu cabelo, e o shampoo Herbal Daily Cleansing da Nature's Gate. (O creme hidratante sem perfume da Nature's Gate também é ótimo).
Meu perfume é o Stella, da Stella McCartney. Tudo o que ela faz é vegano. Não compre perfumes se entre os ingredientes aparecer "musk" (ou "almíscar"): extraído da glândula de um animal, o veado almiscareiro.
No página do Peta chamada Peta Mall, você encontra marcas e lojas online que vendem de tudo, de comida a lingerie e presentes. Tudo sem crueldade.
A marca natural Tom's é a nossa escolha pra desodorante e creme dental.
Pangea é uma loja online que vende de jaquetas e acessórios veganos a vitaminas e produtos pra cães e gatos.
Moo Shoes é uma loja aqui em Nova York que vende calçados e bolsas 100% veganos.
Lista do Peta de companhias internacionais que testam em animais (em inglês)
Lista do PEA de companhias brasileiras que testam (em português)
O blog Professional Vegan é bem interessante e as dicas são úteis. Ele inclui, na barra lateral, uma lista de links de "vegan-friendly designers".
Veja também a comunidade Vegans às compras, no orkut. E o blog Oficina de Estilo.
Vegan Etsy é uma comunidade dentro do site Etsy.com (vendas só de produtos manufaturados) que vende só coisas veganas. Você encontra grandes idéias ali.
Até o dia 20 deste mês acontece a Semana de Moda de Nova York.
E esta é a minha mais recente aquisição: uma bolsa mensageiro, que eu precisava há tempos, com estampa de tigre, fake claro. Estou apaixonada por ela- carrego pra todo lado. :)
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Molho curry básico
Originário da Ásia, o molho curry pode ser preparado apimentado ou não. Ele tem um sabor forte e vai bem com qualquer legume que você escolha. O preparo varia de acordo com o país de origem, por exemplo, em Bangladesh e na Tailândia, o molho curry é bem apimentado. No Sri Lanka, o aroma do curry é fortíssimo porque a preparação inclui uma mistura de especiarias: tamarindo, gengibre, alho, chili, semente de papoula, semente de mostarda, canela, cravo, etc. Na China, o molho geralmente inclui soja e pimentões verdes. No Japão, usa-se cebola e cenoura no preparo do curry.Este molho que fizemos é baseado na cozinha do norte da Índia e Paquistão. Ferva mais ou menos 1/2 quilo de batatas descascadas e cortadas em três. Escorra-as quando estiverem macias. Adicione 1 lata de grãos-de-bico cozidos (sem o caldo e limpos), 1 lata de leite de côco, uns 200 gramas de espinafre picado, 1 colher e 1/2 (sopa) de curry em pó, uma pitada de cominho e sal a gosto. Cozinhe tudo em fogo bem baixinho por uns 5 minutos, mexendo de vez em quando.
Prepare e sirva como quiser - com ou sem pimenta - e use as especiarias que você tiver vontade. Invente o seu próprio curry! Sirva sobre o arroz de sua preferência (branco, basmati ou de jasmin), ou com uma salada, ou simplesmente assim, numa tigela pequena.Boa viagem! :)
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Happy Valentine's Day!
Comprei bombons para o meu amor, feitos artesanalmente pela Jhenn. Eu já tinha encomendado os mesmos bombons veganos ano passado. Gostei tanto (aliás, gostamos, hehe) que esse ano decidi presentear com eles de novo.
Os tempos andam difíceis. A melhor idéia para presentes é sempre algo que você mesmo possa fazer ou preparar, ou algo que tenha sido feito à mão por alguém com talento, como essa menina. E se o presente for vegano, então, aí você combina bom gosto com compaixão. Sucesso garantido. :)
Leia também: Top 5 Valentine's Day gifts (Peta)
Os tempos andam difíceis. A melhor idéia para presentes é sempre algo que você mesmo possa fazer ou preparar, ou algo que tenha sido feito à mão por alguém com talento, como essa menina. E se o presente for vegano, então, aí você combina bom gosto com compaixão. Sucesso garantido. :)
Leia também: Top 5 Valentine's Day gifts (Peta)
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
James Cromwell
Adoro esse ator e recentemente descobri que ele também é vegano. Essa entrevistinha rápida, mostra porque ele é tão querido. (Tradução minha).
Marie: James, eu sou a Marie, da VegTV News...
James: Ahhh, que ótimo!
Marie: Que prazer ver você de novo! Ator talentosíssimo, querido de todos, principalmente pelo "movimento". Todos sabemos que você é vegano... Houve pra você um momento decisivo?
James: Bom, eu me tornei vegetariano quando viajando pelo país na minha moto, cruzei os campos de criação de gado do Texas pelo que me pareceu um dia inteirinho. Assim me tornei vegetariano. Aí, porque eu trabalhei no filme "Babe, o Porquinho Atrapalhado" (1995) e tive a oportunidade de falar sobre os problemas dos animais, eu pensei "faz sentido então eu me tornar vegano". E quanto mais eu aprendo, mais essa decisão me parece apropriada. Eu acho que é a melhor coisa que podemos fazer pelo planeta, a melhor coisa que podemos fazer pelo nosso corpo, a melhor coisa pras nossas crianças, e certamente a melhor coisa que podemos fazer pelos animais.
Via VegTV
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