A Isis postou esse cardápio lá na comunidade Veganismo do orkut, e eu achei bem interessante. Clique na foto pra aumentá-la. A Isis pegou esse menu na Revista dos Vegetarianos. Excelente revista, aliás.Valeu, Isis!
A Isis postou esse cardápio lá na comunidade Veganismo do orkut, e eu achei bem interessante. Clique na foto pra aumentá-la. A Isis pegou esse menu na Revista dos Vegetarianos. Excelente revista, aliás.
Falei aqui da maquininha de sucos que compramos outro dia, né? Então, o bagaço que sobra, a gente geralmente congela e vai usando aos poucos, colocando na panela na hora de cozinhar a comidinha de Clementine, the dog. Dessa vez, eu tinha feito muito suco de cenoura e, inspirada em Maya & Raj da novela de Gloria Perez, resolvi criar com o que sobrou, hamburgers com um tom indiano, de cenoura, gengibre e curry. E não é que deu certo?
Todo ano, a organização Farm Sanctuary (em português: Fazenda Santuário) promove uma caminhada no Central Park pra tornar pública a realidade dos animais nas fazendas-matadouros.
O passeio anual, que acontece em outubro, também visa angariar fundos pra que o pessoal da Farm Sanctuary possa continuar educando as pessoas e salvando as vidas de mais animais. Desde 1986, essa organização trabalha incansavelmente, expondo e tentando acabar com as práticas horrorosas de tratamento dos animais que são abatidos por sua carne e leite, através de pesquisa e investigação, reformas legais e constitucionais, projetos de informação pública, educação de jovens e crianças, e resgate de animais.
Adoro falafels. Eles são deliciosos e fonte riquíssima de proteína. Essa especialidade vegana da cozinha árabe, pode ser servida como aperitivo ou sanduíche (no pão sírio, com hummus e um pouquinho de tahini). A receita não é difícil. Já postei uma aqui. Dessa vez, segui a receita do livro Moosewood Cookbook, que é um pouquinho diferente.
Aqueça uma frigideira funda e adicione umas 3 colheres de azeite de oliva. Quando estiver bem quente, frite cada falafel a colheradas. Uma colher de sopa é a quantidade certa. Coloque na frigideira e aperte um pouquinho pra ficar no formato das fotos. Deixe fritar por uns 6 minutos de cada lado, até que fiquem dourados e crocantes. Deixe os falafels sobre papel toalha pra absorver a gordura e sirva-os quentes.
CURSO DE LEITES E QUEIJOS VEGETAIS - 29 de agosto
Fazia tanto tempo que eu queria uma maquininha profissional de fazer sucos. Finalmente apareceu a oportunidade de comprar uma. Minha amiga de mudança do Brooklyn pra Londres, precisou se desfazer de um monte de coisas. Então, entre ervas e pozinhos mágicos que ela nos deu por pura generosidade, compramos essa belezura da foto abaixo, da marca Omega (do tipo "masticating"), que além de fazer sucos, também corta massa em forma de spaghetti, capellini e fettucini. Um dos nossos primeiros sucos foi esse, cujos ingredientes aparecem na foto acima.
Cenoura, beterraba, pepino, gengibre, salsinha fresca e aipo. Suco PERFEITO pro verão. Sucos são depurativos, ou seja, limpam o seu organismo, são tônicos naturais e refrescam até a alma. E além de procurar obter um sabor que te agrade, você pode também, usando o suco, combinar ingredientes que ajudam a combater vários tipos de doenças. Por exemplo, você sabia que brotos, vegetais verdes e frutas cítricas são ótimos antídotos contra pele seca, áspera, acne, cabelos opacos ou secos?
Esse foi o resultado da mistura daqueles ingredientes que eu falei ali acima. Dependendo das combinações, as cores resultantes são uma viagem. E se o verão estiver chegando, abuse dos sucos pra ajudar a perder gordura extra, substituindo um almoço ou jantar pesado por um suco natural fresco. Não esqueça de comer bastante saladas também, já que os sucos são pobres em fibras. Exercício nessa hora também não seria má idéia. :)
Com a polpa ou bagaço resultante, a gente faz mil coisas. Nada se desperdiça. Geralmente guardamos no congelador e adicionamos à panela, na preparação da comidinha de Clementine, the dog. Outro dia, inspirada, usei todo o resto de cenoura de um suco, e criei um hamburguer vegano inspirado nos sabores indianos, hare baba! Posto a receita aqui sim, logo mais.
Essa receita picante, originária do México, é ótima para o inverno, mas é tão gostosa que fizemos bem no meio de verão aqui, sem problemas. Os feijões foram preparados juntos, na água com sal e um pouquinho de chili em pó. Usamos feijão preto, feijão branco e feijão fradinho. Adicionamos proteína de soja texturizada (moída) e deixamos em fogo bem baixinho, pra manter a temperatura.
Servimos com arroz branco e abacate fatiado. O abacate também é um ingrediente bem comum na cozinha mexicana. Lembra da guacamole? Aqui nos EUA a gente usa o "avocado" que é um tipo de mini-abacate - delicioso, macio e sem fiapos. Você também pode servir o chili numa tigela, como sopa. Uma sopa bem apimentada, hehe.
Kombu é uma alga marinha que incrementa o sabor (e os nutrientes) do feijão e também o deixa mais fácil de ser digerido pelo nosso organismo.
Sobremesa crua, doce (mas não demais), facílima de fazer. P.E.R.F.E.I.T.A. E não precisa ser sobremesa. Pode ser também aquele lanchinho entre as refeições, quando bate uma fome negra, já que é um energético perfeito.
Descobri essa receita ONTEM, por acaso. Caminhando pela Broadway, na saída do MOMA, eu tinha na bolsa minha barra energética favorita, sabor "cashew cookie", da marca vegana LäraBar. Bateu uma fominha. Fui olhar os ingredientes na embalagem, e: tâmaras e castanhas de caju. Só?!! Cheguei em casa e fiz a minha, passando no côco ralado, já que tinha um pouco na geladeira. O resultado ficou IGUALZINHO. :)
Seja Vegano acaba de ser lançado no Brasil. Um livro explicativo, ilustrado, sobre o veganismo e tudo o que se relaciona com a causa da defesa dos animais.
Flat bread foi uma descoberta sensacional aqui em casa. Lendo a coluna semanal do Mark Bittman - "The Minimalist" - no New York Times, a gente descobriu o flat bread, que é a forma mais simples de fazer um pão. E esse pão acaba virando um acompanhamento perfeito, dependendo do prato.
Logo abaixo está o video do Mark Bittman que inspirou nossa primeira tentativa e consequente vício nesse prato vegano tão simples e delicioso que é o flat bread. (O vídeo está no original, em inglês):
Não caia naquela velha conversa de que ovelhas precisam ser tosadas ou de que os animais não sofrem desconforto nem dor durante a tosa; que são criados e tratados com amor e carinho. Dê uma olhada na foto ao lado e me diga se esses animais parecem confortáveis e sem dor. A indústria da lã, como qualquer outra indústria que envolve animais, tortura e causa desespero, ansiedade e dor. Ajude a livrar os bichos dessa escravidão. Leia sempre a lista de ingredientes e rótulos dos produtos que você for comprar, e se você vir a palavra LANOLINA, por favor não compre. Deixemos os animais em paz.
Promessa é dívida, então aqui está. Eu queria preparar essa receita crudívora (ou crua) já faz um tempão, mas não tinha o aparato apropriado. Semana passada, uma amiga querida mudou-se do Brooklyn de volta a sua casinha na Inglaterra e teve que se desfazer de um monte de coisas que já eram demais na bagagem. Sorte minha. :) Um dos presentes, entre deliciosas ervas e temperos, foi um espirilizador - uma maquininha manual que corta legumes em espiral. E aqui está mais um resultado feliz nas minhas incursões ao mundo delicioso do crudivorismo.
Lavei bem a abobrinha e passei no espirilizador. Ajeitei no centro do prato. Numa tábua, piquei cebola, tomate e pimentão amarelo. Salpiquei por cima da abobrinha. Acrescentei salsinha, sal e pimenta fresca moída. Pronto!