sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Valentine's Day em Nova York

Se você vai estar por aqui no domingo, prepare-se para um programinha romântico, se estiver (bem) acompanhado/a. Nova York é perfeita pra se passar o Dia dos Namorados, que aqui é comemorado todo ano no dia 14 de fevereiro.

Vocês podem jantar à luz de velas num dos vários restaurantes veganos da cidade ou simplesmente fazer um passeio juntos pelo Central Park (mas tragam gorro, luvas e cachecol).

Se for presentear, seja criativo. Dá pra presentear sem gastar demais e sem desperdiçar. Os blogs Girlie Girl Army e The Discerning Brute, têm idéias ótimas pra presentes. A loja Organic Avenue, por exemplo, tem produtos de beleza veganos sensacionais. E a linha Pink Body da Victoria's Secret é 100% vegana.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Brunch no jantar

Tofu mexido, quinoa (quínua), bacon de soja e torrada com margarina vegana. Simples e luxuoso ao mesmo tempo. No final de semana, o café da manhã aqui nos ZUZA é uma coisa mais caprichada, com sabor e preparação de refeição completa mesmo. É também uma ótima oportunidade de se reunir com os amigos e comer bem, enquanto se relaxa, bate-papo e lê-se o jornal NY Times, que no domingo é gigantesco e maravilhoso.


E tem comida que é tão boa, como essa por exemplo, que de tão boa, acaba virando jantar também. Por que não?! Você também tem alguma comidinha favorita de café da manhã ou brunch que adora e acaba fazendo de vez em quando no jantar?

Pra saber como preparar essa refeição delícia, basta clicar nos links.

Go vegan! É bom demais! :)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Crueldade numa Fazenda de Leite em Nova York

Há pouco tempo eu conheci melhor uma organização da qual já tinha ouvido falar muito e muito bem: a Mercy for Animals.


Eles têm uma sede em Chicago, no estado de Illinois, e outra em Columbus, Ohio, e trabalham para criar uma sociedade em que os animais sejam tratados com o respeito e a compaixão que merecem. E, assim como a Farm Sanctuary, concentram-se no resgate de animais de fazenda, já que mais de 99% da crueldade contra os animais nos EUA ocorre dentro das indústrias da carne, laticínios e ovos - onde mais de 9 bilhões de animais são confinados, mutilados e assassinados a cada ano.

Ano passado eu tinha assistido a um documentário sério e muito bem produzido pela HBO, chamado Death on a Factory Farm, algo como "Morte numa Fazenda Matadouro". Assisti aos prantos à investigação de um voluntário da Mercy for Animals que se disfarçou, se infiltrou e filmou os horrores que aconteciam naquele lugar.

Aí, semana passada, quando fui a um jantar, organizado por eles aqui em Nova York, chamado "Celebrating Compassion" (Celebrando a Compaixão), sabe quem estava lá? O carinha que participou da investigação do documentário da HBO. Um herói de verdade, sentado ali pertinho de mim. O evento inteiro foi emocionante, com videos e premiações, uma comida vegana deliciosa, e até uma apresentação muito bacana da cantora Nellie McKay - que eu adoro. Mas o ponto alto mesmo da noite, pra mim, foi poder apertar a mão e agradecer em pessoa àquele herói anônimo, que faz um trabalho tão importante e tão difícil e que eu jamais teria a coragem de fazer.

Recentemente, uma nova investigação da Mercy for Animals revelou os segredos de uma fazenda de leite no estado de Nova York, chamada Willet Dairy. Outro investigador disfarçado trabalhou lá e documentou em video e audio atos de tremenda crueldade animal, e essa revelação virou até notícia no jornalismo televisivo daqui, já que essa fazenda é responsável por fornecer laticínios à produtores de queijos que atendem a grandes redes americanas, como Pizza Hut, Dominos e Papa John's.



Essa investigação da Mercy for Animals revelou, entre outras atrocidades, vacas doentes, abandonadas sem cuidado veterinário, com feridas abertas e infecções terríveis; empregados batendo, chutando, esmurrando e dando choques elétricos em vacas e bezerros; vacas vivendo em espaços apertados cujo chão de concreto é coberto de fezes e sujeira; bezerros recém-nascidos sendo arrastados pra longe de suas mães pelas pernas, gritando e chorando, causando desespero nas pobres vacas...

Você tem o poder de ajudar a acabar com esse horror. Torne-se vegano. E mostre que você se importa. Seja já a mudança que você quer ver no mundo.

Assista ao video acima e recomende a todos aqueles que dizem: "ah, eu acho que jamais conseguiria deixar de comer queijo; é tão gostoso". E, claro, sempre que puder, suporte organizações como a Mercy for Animals, que sobrevive da ajuda de voluntários incansáveis e que resgata animais de fazenda e educa atraves da informação - a melhor arma contra a ignorância e a violência.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Azeitonas

Essa fruta de origem mediterrânea, é conhecida desde a Grécia antiga. É incrível, mas há vestígios fossilizados de oliveiras na Itália, no Norte da África, em pinturas nas rochas das montanhas do Saara Central, com idade de seis mil a sete mil anos. E eu nem estou falando do azeite, hein, que é óleo das oliveiras, utilizado na culinária sabe-se lá desde quando. Dessa vez vou me ater somente às azeitonas, essas frutinhas salgadas que eu ADOURO.

Aliás, as azeitonas salgadas (curtidas) - que dão um excelente aperitivo vegano - são resultado de receitas portuguesas, mais especificamente da região do Algarve.

Eu resolvi falar dessa delícia porque ela é um ingrediente muito presente em várias receitas veganas. As minhas favoritas são as pretas, temperadas, de preferência bem salgadas e apimentadas.

Se você quer dar um toque mediterrâneo num prato, ou deixá-lo com sabor mais forte no sentido adstringente, azeitonas picadas ou fatiadas são uma ótima pedida, seja em patês, massas, molhos, tortas, saladas, gratinados, pizzas... Na minha opinião, essa frutinha versátil é muitas vezes responsável por um sabor mais festivo, mais atrevido, quase caricato.

Os principais tipos de azeitona são:

* Azeitona Preta da Califórnia
* Azeitona Preta Chilena
* Azeitona Preta Empeltre
* Azeitona Preta Fragas
* Azeitona Preta Nevadilha
* Azeitona Preta Portuguesa
* Azeitona Preta Temperada
* Azeitona Verde Arauco
* Azeitona Verde Mazanilha
* Azeitona Galega
* Azeitona Gordal
* Azeitona Acredite
* Azeitona Esperta
* azeitona Proteticada

E já que cerca de 25% de sua composição é azeite de oliva, azeitonas não contêm colesterol e são ricas em ácidos graxos insaturados (benéficos para aumentar os níveis do "bom colesterol").

Não deixe de fazer uso do poder das azeitonas nas suas comidinhas veganas (só tomando cuidado pra não exagerar, já que elas são bem calóricas) e perceba como elas são, além de saborosas, aliadas úteis, nutritivas e saudáveis na preparação de pratos que por natureza são ricos em energia.

*Informações via Wikipédia

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

The Urban Vegan - tarde de autógrafos e comidinha vegana

Eu já tinha contado aqui do livro de receitas veganas que a autora do blog Urban Vegan lançou recentemente. Já fiz até algumas receitas e postei pra você. Esse livro é sensacional.

Há algumas semanas, Dynise Balcavage me avisou que estaria em Nova York autografando seu livro e preparando uma de suas receitas numa loja muito fofa de artigos domésticos e de cozinha, chamada Broadway Panhandler. E lá fui eu encontrá-la. Ela preparou um mousse de chocolate pro pessoal que estava lá, de comer rezando, como tenho ouvido os brasileiros falarem.


* O carinha que aparece com a gente na foto, tem um blog (não vegano) chamado Chez What?

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Panquecas americanas

Elas são fáceis de fazer e podem virar um aperitivo interessante e delicioso. Basta fazê-las num tamanho menor, usar bastante ervas frescas e finalizar com azeite de oliva por cima, por exemplo. Dessa vez nós fizemos panquecas no café da manhã, bem à moda americana, como você vê nas fotos (só que sem o syrup, aquele caldo doce por cima, já que eu não sou muito fã), mas quando bati o olho, percebi que variando um pouquinho os ingredientes, elas podem até virar sobremesa.

Adoro alimentos versáteis!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Veganos e a mídia - do lado de cá

O veganismo felizmente tem conseguido um espaço cada vez maior na mídia, aqui nos Zuza. Ano passado foi o ápice. Nunca antes esse tema ganhou tanta atenção nos programas de TV, jornais e revistas por aqui.

O chef e autor vegano Tal Ronnen apareceu no programa da Oprah Winfrey e as vendas de seu recente livro "The Conscious Cook" (Algo como "O Cozinheiro Consciente") explodiram ao ponto de torná-lo o terceiro livro mais vendido no site amazon.com. Logo em seguida, o mesmo livro entrou pra lista de bestsellers do New York Times e ali ficou por 3 semanas seguidas.

Em novembro passado, a mesma Oprah convidou o casal Ellen DeGeneres e Portia De Rossi pra comemorar o lançamento da edição de dezembro de sua revista - que trouxe a apresentadora Ellen na capa. Ellen foi a segunda pessoa a dividir a capa da revista com Oprah e a única vegana a fazer isso (a primeira tinha sido a primeira-dama Michele Obama).

Em seu próprio programa, Ellen DeGeneres trouxe seu chef particular, Roberto Martin, pra demonstrar como preparar um jantar vegano nutritivo.

A atriz Natalie Portman participou do reality show Top Chef e desafiou os participantes a criarem uma refeição vegana deliciosa.

A tripulação do navio Sea Shepherd foi imortalizada, e completamente zoada, como personagens do desenho South Park.

O seriado Bones que tem como atriz principal e produtora a vegana Emily Deschanel, levou ao ar um episódio com imagens reais de uma fazenda-matadouro de galinhas. A personagem interpretada por Emily é vegetariana por motivos de saúde e um dos personagens principais decide resgatar um porquinho. As condições grotescas com que as galinhas e os empregados de fazendas-matadouros convivem foi mostrada com ênfase nesse episódio.

E, finalmente, a mídia impressa falou (e continua falando muito) do novo livro de Jonathan Safran Foer, intitulado Eating Animals ("Comendo Animais). As críticas feitas, tanto pelo New York Times quanto pelo Huffington Post, têm levado muita gente a pensar se deve continuar se alimentando de animais.

É muito importante que esse assunto esteja e continue na boca do povo. Quanto maior a repercussão aqui, maior será também no resto do mundo. E é só através da informação que as pessoas podem descobrir mais e mais sobre os horrores das indústrias da carne e de laticínios e tudo o que eles tentam abafar e esconder de seus próprios consumidores. Quanto mais informação atingir o público, mais este vai poder decidir e fazer a escolha certa, que é a de tornar-se vegano e não mais participar da carnificina que assola o mundo inteiro e que faz com que animais sejam torturados, florestas devastadas e a fome destrua o planeta de forma tão violenta e inaceitável.

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Informações via Revista Veg News. Edição de Jan-Fev/2010.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Batata doce, feijão fradinho, couve e broa de milho

Mais comidinha boa pro inverno... anda uma friaca aqui na terra do tio Sam que eu nem te conto. Ontem até nevou. Começo o ano com uma receita bem brasileira, mas que pode ser feita em qualquer lugar do mundo, se você quiser algo gostoso e que dê aquela famosa sustança, hehe.

A batata doce foi limpa com uma escovinha sob água corrente e cozida com casca, numa panela com água, até ficar macia. Depois foi só cortar em rodelas. O feijão fradinho foi cozido lentamente no azeite de oliva com cebola e alho picados, e um caldo de vegetais delicioso e nutritivo. (Se você ainda usa caldo de galinha, esqueça. O caldo de vegetais [ou de legumes] dá de 10). A couve foi feita à mineira. A receita está aqui. E a receita da broa de milho nós pegamos no site Post Punk Kitchen, da sensacional Isa Chandra. (Se você precisar que eu traduza, é só assobiar).

Eu quis começar o ano com esse prato também pra mostrar mais uma vez que veganos não precisam recorrer a veg burgers ou falsas carnes pra se alimentarem muito bem. Pelo contrário, uma alimentação saudável é aquela com ingredientes frescos e naturais (hortaliças, frutas, cereais, etc.). Se você anda abusando de produtos sintéticos/químicos (veg burgers congelados e outros alimentos processados), dê uma folga ao seu corpo e prepare uma comidinha como essa de hoje. Misture no seu prato alimentos de grupos diferentes e bem coloridos, e você terá a garantia de uma refeição completa e nutritiva.

Ah, como é bom ser vegana! Comida sempre deliciosa e livre de culpa! ;)

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Feliz Ano Novo!

Estou de volta e muito feliz por poder continuar nossa conversa aqui no blog! As férias foram ótimas, mas muito curtas. A chegada em casa tem gosto de "queria muito mais". Mas fazer o quê, né? Bola pra frente. O ano começou e há muito o que fazer, o que dizer, ler e aprender.

R e eu acabamos de comemorar 2 anos de veganismo e a sensação é fantástica, tanto a física quanto a de consciência limpa. Mesmo sabendo que esse mundo é cheio de violência contra os animais e que neste exato momento milhares deles estão sendo torturados e mortos, ainda assim é muito bom saber que eu me recuso e que nunca mais irei participar disso.

Se você é vegano, parabéns e obrigada! Lembre-se de que há muito o que fazer pra ajudar os animais desse mundo. Não pare por aí. Espalhe a informação que você puder ao maior número de pessoas possível, sempre com educação e de forma pacífica.

Se você ainda não é, comece já. Você pode decidir tornar-se vegano/a neste exato segundo. Não é preciso preparação nem transição. É mais fácil para o seu organismo do que você pensa. Se você quer começar uma transição, comece agora. Torne-se vegano 1 vez por semana, 1 vez por dia ou com a frequência que você puder. Seja vegano só em casa ou só quando comer fora. Só não se esqueça do seu objetivo final, que é o de ser vegano/a. Por favor, não pare no meio. Não ache que ser vegetariano é o suficiente. É, sim, excelente e infinitamente mais saudável do que ser onívoro. Mas milhares de animais continuam sendo torturados e mortos de forma cruel por seus ovos, leite, pele, lã... Isso só vai acabar se você fizer a sua parte e tornar-se vegano. Não se esqueça disso.

Feliz Ano Novo! E obrigada por tudo o que você faz pelos animais!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Férias!

Queridos leitores do brazil nut,

Estou saindo de férias e volto logo mais no novo ano. Desejo a todos muito boas festas, com refeições deliciosas feitas sem nenhum ingrediente animal, e muitas alegrias junto aos seus queridos - humanos e não-humanos.

Que 2010 traga mais compaixão e menos sofrimento para os animais desse mundo.

Abraços veganos!

Clique aqui pra ver o cartão de Natal do Instituto Nina Rosa.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Legumes fritos com seitan e arroz branco

Tão simples, fácil de fazer e d.e.l.i.c.i.o.s.o.

Numa frigideira grande, tipo wok, previamente aquecida, ponha um pouquinho de azeite e misture todos os ingredientes que você tiver vontade. Aquela "limpa" na geladeira é um ótimo motivo. A gente comprou seitan já pronto dessa vez. Cortamos em tiras e colocamos na panela, junto com cogumelos fatiados, cebola picada, alho picado, 1 pimentão laranja cortado em tiras e aproximadamente 2 xícaras de repolho fatiado.

Enquanto você vai mexendo tudo na panela, acrescente uma pitada de óleo de gergelim e um pouquinho de molho shoyu. Quando você perceber que os legumes estão macios e o seitan douradinho, está pronto. O tempo depende muito de cada fogão. Esse prato levou uns 10-12 minutos pra ficar pronto. Enquanto isso, o arroz foi feito separadamente na maquininha de arroz.

Dicas de R, meu chef particular ;)
- Acrescente aos seus legumes: amendoins, brotos de feijão e manjericão, na panela wok, e o prato já fica com um ar tailandês. Lima e gengibre é outra combinação sensacional nessa receita. Ou então: curry e leite de côco.

Crie a sua misturinha com o que tiver na geladeira. Faça a sua própria combinação vegana. Não tem muito segredo. Depois conte aqui, claro!

Abraços veganos e bom domingão!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Pilaf de quinoa e grão-de-bico, Tofu assado com alecrim, Vagem no vapor

Três receitas separadas que quando combinadas transformaram uma refeição simples, no meio da semana, num manjar dos deuses. Você não precisa preparar esse prato numa ocasião especial, mas com certeza, na hora de servir, a própria ocasião vai se transformar e a refeição virar um momento único. Acredite. Esses sabores combinados foram uma descoberta, um achado.

Pilaf de quinoa (ou quínua) e grão-de-bico (Receita via Veganomicon)
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 cebola pequena, picada (+ou- 1 xícara)
  • 2 dentes de alho picados
  • 1/2 colher (chá) de cominho em pó
  • 1 colher (sopa) de sementes de coentro amassadas
  • Pitadas de pimenta-do-reino
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 1 colher (sopa) de pasta de tomate
  • 1 xícara de quinoa
  • 2 xícaras (ou 1 lata) de grão-de-bico cozido, drenado e limpo.
  • 2 xícaras de caldo de vegetais
Numa panela pequena, em fogo médio, salteie a cebola no azeite por uns 7 minutos. Acrescente o alho e salteie por mais 2 minutos. Adicione a pasta de tomate, o coentro, cominho, pimenta e sal. Salteie por 1 minutinho e junte a quinoa. Salteie tudo por mais 2 minutos. Acrescente o grão-de-bico e o caldo de vegetais. Cubra e deixe ferver. Quando a mistura começar a ferver, baixe bem o fogo, ponha a tampa e deixe cozinhar por uns 18 minutos, ou até que a quinoa absorva todo o líquido. Mexa de vez em quando. Afofe com um garfo e sirva.

Tofu assado com alecrim (Receita via Vegan Soul Kitchen)
  • Aprox. 1 kg de tofu (2 quadrados grandes), drenado
  • 2 colheres (chá) de azeite de oliva extra-virgem
  • 2 colheres (sopa) de alecrim fresco picado (usamos alecrim seco dessa vez)
  • 1/2 colher (chá) de páprica
  • 1 colher (chá) de sal marinho grosso
Pré-aqueça o forno a 230° Celsius (aqui, 450°F). Ponha cada quadrado grande de tofu de lado e corte na metade. Deite o tofu, mantendo as camadas juntas, e corte em três. Aí, corte cada um desses pedaços na metade, deixando 12 cubos por tofu (24 no total).

Numa tigela média, misture bem com um garfo o azeite, o alecrim, a páprica e o sal. Adicione os cubos de tofu e misture com cuidado até que o tofu fique totalmente envolto com a mistura. Transfira os cubos cuidadosamente para uma fôrma forrada com papel manteiga, organizados em uma só camada. Asse por 30 minutos, virando-os cuidadosamente com uma colher grande depois de 15 minutos.

A vagem foi feita no vapor - simples assim - pra não competir com os sabores do pilaf e do tofu assado. O resultado ficou divino.

Esse prato vegano light, sem glúten e sem gordura ruim é um ótimo exemplo de culinária Gourmet que não se utiliza de nenhum ingrediente animal; 100% livre de culpa. Saboreie com orgulho e sem moderação!

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