O primeiro post do ano vem com dica de livro de receitas vegano. A gente acaba de comemorar 4 anos de veganismo e estamos tão felizes com essa que foi a decisão mais importante das nossas vidas. E eu fico mais feliz ainda por continuar espalhando informação e dicas pra que mais pessoas se inspirem e tornem-se veganas -- comecem a salvar vidas, além de suas próprias. :)
Esse filé de "frango" à milanesa é vegano sim e muito fácil de fazer. O sabor final ficou parecido com o molho "picatta". É incrível, mas a cada nova receita que eu descubro, fica mais claro que não é preciso matar um ser inocente pra se obter sabor na comida -- e sabores muito similares aos que nos acostumamos a comer por tradição, como esse filé de "frango", por exemplo.
Infelizmente não posso postar a receita em detalhes porque a obtive num livro e não tenho autorização da autora. Mas posso dizer que o ingrediente principal é o bife de soja, e o livro, que eu adoro e do qual já tirei muitas receitas ótimas, chama-se Carne de Soja.
Deixe as galinhas em paz. Faça este filé e delicie-se sem culpa, sem violência, sem sangue. Go vegan!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Feliz Ano Novo!
Chegou a hora de pensar na vida, tomar decisões, começar tudo novo. A gente quer sempre melhorar -- ter uma vida melhor, um emprego melhor, ser uma pessoa melhor... A hora é agora. Ajude a salvar a vida de milhões de seres inocentes desse planeta, e de bônus melhorar a sua vida também (sua saúde, sua consciência, seu espírito). Só depende de você. Torne-se vegano em 2012 e tenha um FELIZ ano novo!
sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Nova York, a grande maçã (verde)
Este post é pra quem está de malas prontas pra ir pra Nova York nessas férias. Tenho tantos amigos visitando a ilha de Manhattan, e há tantas possibilidades incríveis de comidas vegetarianas, além de toda a diversão e programas culturais que a cidade oferece, claro. Se você está de partida, aproveite bastante!
Você já deve ter ouvido falar ou tido a oportunidade de comprovar que a cidade de Nova York tem alguns dos melhores restaurantes do mundo. Pratos típicos de todo lugar podem ser saboreados aqui e, reza a lenda, ainda melhores do que em seus países de origem. Um exemplo é a famosa pizza, à venda em qualquer esquina, que muitos dizem dar de dez a zero na da Itália (eu concordo). A diversidade é um dos atrativos principais dessa cidade colorida. Aqui você encontra não só a comida típica indiana, como a dos vizinhos Paquistão, Nepal ou Sri Lanka. Se for a Chinatown, não precisa ficar só na comidinha chinesa, mas pode experimentar a coreana, a japonesa e a tibetana.
Assim que cheguei em Nova York - há 10 anos - descobri a cozinha etíope e tenho a sorte de poder visitar de vez em quando um dos melhores de seus restaurantes típicos em Manhattan, o Awash. O prato vegetariano deles (foto abaixo) é vegano e absurdamente variado e delicioso. Você come com as mãos, como é o costume, e a experiência vai do aroma exótico ao visual colorido, passando pelas diferentes texturas – “abraçando” pequenas porções suculentas com um pedaço do delicioso pão “injera” – e finalizando com o sabor, diferente de tudo o que eu já comi.
Os vegetarianos aqui têm também o privilégio de poder aproveitar as opções “verdes” que cozinhas tipicamente onívoras oferecem. Por exemplo: as tratorias sempre têm um “spaghetti primavera”; os árabes oferecem deliciosas porções de húmus (patê de grão-de-bico), baba ganouj (pasta de berinjela) e falafels (almôndegas de grão-de-bico). Japoneses têm seus Inarizushi (bolinhos de tofu frito recheados com arroz), e por aí vai.
Se você tiver a oportunidade de alugar um apartamento ou tem um espaço pra cozinhar dentro do quarto do hotel, pode também fazer a festa em Nova York. As feiras livres – aqui chamadas de Farmers Markets – trazem todo sábado verduras, legumes, cereais e frutas dos agricultores da região, e nas mercearias específicas de bairro você encontra produtos de todo o canto do planeta. Tire um tempinho pra conferir as lojinhas indianas da Lexington Avenue, ou as árabes da Atlantic Avenue, no Brookyln, as caribenhas do Harlem, as italianas da Arthur Avenue, no Bronx (a verdadeira Little Italy). Claro que o bacana é comprar produtos locais, porque além de dar uma força para o pequeno produtor do próprio estado, você diminui sua pegada de carbono no planeta. Mas em Nova York você tem a oportunidade de encontrar aquele pozinho de garam masala, por exemplo, sem precisar voar até a Ásia.
Restaurantes 100% vegetarianos pipocam pela ilha e a cada mês surge um novo café, bistrô ou sorveteria vegana. Alguns dos favoritos são o impecável Candle 79 no Upper East Side; o latino V-Spot no Brooklyn; Cocoa V uma chocolateria orgânica em Chelsea; Peacefood Cafe, o melhor brunch do Upper West Side, a confeitaria BabyCakes no Lower East Side; o pan-asiático Franchia em Murray Hill; a fast-food punk-rock do Foodswings em Williamsburg; o carrinho NY Dosas do indiano Thiru Kumar; Cowgirl’s Baking, onde comi o melhor taco de toda a minha vida; e o econômico House of Vegetarian, em Chinatown.
Supermercados como a rede milionária Whole Foods, que promete vender saúde (mas a preços salgadíssimos), têm uma variedade de produtos verdes de deixar a concorrência roxa de inveja. Só a parte de congelados vegetarianos têm prateleiras entupidas de hambúrgueres, filés, massas, aperitivos e sobremesas– tudo vegano. E dando uma voltinha lá dentro, você ainda descobre queijos vegetais, como o famoso Daiya, leites, iogurtes, carnes, pratos prontos...mais do que consegue carregar pra casa.
Hoje em dia, seja você vegetariano, flexitariano, onívoro ou veg-curious, se tiver a oportunidade de conhecer Nova York, vai ver que entre uma caminhada no Central Park e uma visita ao MoMA, vai ter um lugar pra você comer bem, e quase todos vão te oferecer opções verdes. Não hesite em perguntar, pedir, negociar, trocar ou devolver um prato ou produto que não esteja a altura do seu paladar. Brasileiros não têm o costume, mas aqui quase ninguém paga pelo que não gosta. E a gente fica na torcida pra que essa variedade chegue logo no Brasil.
Fotos: prato vegano do Candle 79, prato vegetariano do Awash, coxinhas veganas do Franchia, cartaz da feira local, entrada do Peacefood, prato vegano congelado do Whole Foods.
Você já deve ter ouvido falar ou tido a oportunidade de comprovar que a cidade de Nova York tem alguns dos melhores restaurantes do mundo. Pratos típicos de todo lugar podem ser saboreados aqui e, reza a lenda, ainda melhores do que em seus países de origem. Um exemplo é a famosa pizza, à venda em qualquer esquina, que muitos dizem dar de dez a zero na da Itália (eu concordo). A diversidade é um dos atrativos principais dessa cidade colorida. Aqui você encontra não só a comida típica indiana, como a dos vizinhos Paquistão, Nepal ou Sri Lanka. Se for a Chinatown, não precisa ficar só na comidinha chinesa, mas pode experimentar a coreana, a japonesa e a tibetana.
Assim que cheguei em Nova York - há 10 anos - descobri a cozinha etíope e tenho a sorte de poder visitar de vez em quando um dos melhores de seus restaurantes típicos em Manhattan, o Awash. O prato vegetariano deles (foto abaixo) é vegano e absurdamente variado e delicioso. Você come com as mãos, como é o costume, e a experiência vai do aroma exótico ao visual colorido, passando pelas diferentes texturas – “abraçando” pequenas porções suculentas com um pedaço do delicioso pão “injera” – e finalizando com o sabor, diferente de tudo o que eu já comi.
Os vegetarianos aqui têm também o privilégio de poder aproveitar as opções “verdes” que cozinhas tipicamente onívoras oferecem. Por exemplo: as tratorias sempre têm um “spaghetti primavera”; os árabes oferecem deliciosas porções de húmus (patê de grão-de-bico), baba ganouj (pasta de berinjela) e falafels (almôndegas de grão-de-bico). Japoneses têm seus Inarizushi (bolinhos de tofu frito recheados com arroz), e por aí vai.
Se você tiver a oportunidade de alugar um apartamento ou tem um espaço pra cozinhar dentro do quarto do hotel, pode também fazer a festa em Nova York. As feiras livres – aqui chamadas de Farmers Markets – trazem todo sábado verduras, legumes, cereais e frutas dos agricultores da região, e nas mercearias específicas de bairro você encontra produtos de todo o canto do planeta. Tire um tempinho pra conferir as lojinhas indianas da Lexington Avenue, ou as árabes da Atlantic Avenue, no Brookyln, as caribenhas do Harlem, as italianas da Arthur Avenue, no Bronx (a verdadeira Little Italy). Claro que o bacana é comprar produtos locais, porque além de dar uma força para o pequeno produtor do próprio estado, você diminui sua pegada de carbono no planeta. Mas em Nova York você tem a oportunidade de encontrar aquele pozinho de garam masala, por exemplo, sem precisar voar até a Ásia.
Restaurantes 100% vegetarianos pipocam pela ilha e a cada mês surge um novo café, bistrô ou sorveteria vegana. Alguns dos favoritos são o impecável Candle 79 no Upper East Side; o latino V-Spot no Brooklyn; Cocoa V uma chocolateria orgânica em Chelsea; Peacefood Cafe, o melhor brunch do Upper West Side, a confeitaria BabyCakes no Lower East Side; o pan-asiático Franchia em Murray Hill; a fast-food punk-rock do Foodswings em Williamsburg; o carrinho NY Dosas do indiano Thiru Kumar; Cowgirl’s Baking, onde comi o melhor taco de toda a minha vida; e o econômico House of Vegetarian, em Chinatown.
Supermercados como a rede milionária Whole Foods, que promete vender saúde (mas a preços salgadíssimos), têm uma variedade de produtos verdes de deixar a concorrência roxa de inveja. Só a parte de congelados vegetarianos têm prateleiras entupidas de hambúrgueres, filés, massas, aperitivos e sobremesas– tudo vegano. E dando uma voltinha lá dentro, você ainda descobre queijos vegetais, como o famoso Daiya, leites, iogurtes, carnes, pratos prontos...mais do que consegue carregar pra casa.
Hoje em dia, seja você vegetariano, flexitariano, onívoro ou veg-curious, se tiver a oportunidade de conhecer Nova York, vai ver que entre uma caminhada no Central Park e uma visita ao MoMA, vai ter um lugar pra você comer bem, e quase todos vão te oferecer opções verdes. Não hesite em perguntar, pedir, negociar, trocar ou devolver um prato ou produto que não esteja a altura do seu paladar. Brasileiros não têm o costume, mas aqui quase ninguém paga pelo que não gosta. E a gente fica na torcida pra que essa variedade chegue logo no Brasil.
Fotos: prato vegano do Candle 79, prato vegetariano do Awash, coxinhas veganas do Franchia, cartaz da feira local, entrada do Peacefood, prato vegano congelado do Whole Foods.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Bazar Vegano 2011
Foi um sucesso. Eu queria muito ter podido ir, mas esse ano não deu. Veja alguns dos expositores e participantes, e também projetos bem legais de ajuda aos animais. Se puder, ajude.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Quibe assado
Fazia um tempão que eu queria fazer quibe. Resolvi comprar o trigo e procurar uma receita vegana simples e gostosa. Achei num blog que eu adoro: o Vegetariano come o quê?
Segui a receita inteira ao pé da letra e ficou demais. Aqui vai ela:
Ingredientes
1 xícara de trigo para quibe
1/2 xícara de tofu amassado
1 colher de sopa de óleo
1 cebola média picada
4 dentes de alho amassados
2 colheres de sopa de orégano
1 cenoura ralada
3 colheres de sopa de shoyu
2 colheres de sopa de aveia em flocos finos
1 xícara de salsinha e cebolinha
1/2 xícara de hortelã
Molho de pimenta a gosto
Sal a gosto
Deixe o trigo de molho por aproximadamente 1 hora. Depois coloque em uma peneira e deixe escorrer até ficar úmido. Em uma panela, aqueça o óleo e doure alho e cebola. Acrescente o trigo, o tofu, a cenoura, os temperos e a aveia, mexa bem até incorporar tudo. Acrescente o shoyu e algumas gotinhas de molho de pimenta. Se for colocá-lo em um refratário, unte-o com um pouquinho de óleo e coloque a massa de forma que fique com 2 ou 3 dedos de altura, para não ressecar muito. Quadricule a massa com uma faca e coloque um fiozinho de óleo nos meios, para deixar a massa mais úmida. Leve ao forno para assar por aproximadamente 30 minutos, ou até que fique firme.
Pode decorar com sementes de girassol e, depois de assado, colocar folhinhas de hortelã. Se optar por modelar em formato de quibe, deixe esfriar um pouquinho e modele os quibes do tamanho que preferir. Unte uma forma com um pouquinho de óleo e leve para assar até que fique firme. Sirva com pedacinhos de limão.
Da próxima vez vou tentar rechear o quibe e ver o que acontece. Adoro quibe recheado. Depois eu conto aqui.
Segui a receita inteira ao pé da letra e ficou demais. Aqui vai ela:
Ingredientes
1 xícara de trigo para quibe
1/2 xícara de tofu amassado
1 colher de sopa de óleo
1 cebola média picada
4 dentes de alho amassados
2 colheres de sopa de orégano
1 cenoura ralada
3 colheres de sopa de shoyu
2 colheres de sopa de aveia em flocos finos
1 xícara de salsinha e cebolinha
1/2 xícara de hortelã
Molho de pimenta a gosto
Sal a gosto
Deixe o trigo de molho por aproximadamente 1 hora. Depois coloque em uma peneira e deixe escorrer até ficar úmido. Em uma panela, aqueça o óleo e doure alho e cebola. Acrescente o trigo, o tofu, a cenoura, os temperos e a aveia, mexa bem até incorporar tudo. Acrescente o shoyu e algumas gotinhas de molho de pimenta. Se for colocá-lo em um refratário, unte-o com um pouquinho de óleo e coloque a massa de forma que fique com 2 ou 3 dedos de altura, para não ressecar muito. Quadricule a massa com uma faca e coloque um fiozinho de óleo nos meios, para deixar a massa mais úmida. Leve ao forno para assar por aproximadamente 30 minutos, ou até que fique firme.
Pode decorar com sementes de girassol e, depois de assado, colocar folhinhas de hortelã. Se optar por modelar em formato de quibe, deixe esfriar um pouquinho e modele os quibes do tamanho que preferir. Unte uma forma com um pouquinho de óleo e leve para assar até que fique firme. Sirva com pedacinhos de limão.
Da próxima vez vou tentar rechear o quibe e ver o que acontece. Adoro quibe recheado. Depois eu conto aqui.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Parada Veg em São Paulo 2011
Aqui está o video da Parada em Sampa, semana passada. Parabéns aos organizadores -- foi sensacional. Espero que a participação aumente muito mais a cada ano, e que mais pessoas tenham acesso a informação e a eventos como esse. Clique aqui pra ver as fotos que eu tirei lá.
Go Vegan!
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A selvageria da rede de fast-food McDonald's
O que eu recebi de reclamação e comentários malcriados aqui no blog por causa dos posts sobre o KFC não foi bolinho. Agora esse pessoal vai poder se sentir vingadinho porque o video mais recente da Mercy for Animals mostra as atrocidades cometidas nos bastidores do concorrente deles, o McDonald's.
Fãs de franquias de fast-food: me deixem em paz agora, tá bom? E pelamordedeus não venham me dizer que essas imagens foram forjadas e que as redes de fast-food são SUPER preocupadas com o bem-estar animal. Tenham peito pra assistir essas imagens e admitir que vocês ajudam a patrocinar esses horrores. Agradecida.
Fãs de franquias de fast-food: me deixem em paz agora, tá bom? E pelamordedeus não venham me dizer que essas imagens foram forjadas e que as redes de fast-food são SUPER preocupadas com o bem-estar animal. Tenham peito pra assistir essas imagens e admitir que vocês ajudam a patrocinar esses horrores. Agradecida.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Salada de batatas "Prospect Park"
Essa é mais uma receita tirada do clássico Veganomicon. E é excelente para o calorzinho que já está fazendo no Brasil. Eu tenho um carinho especial por essa receita, não só por ser uma delícia, mas quando me mudei pra Nova York, 10 anos atrás, morei no Brooklyn, pertinho do Prospect Park, onde eu ia correr todo dia de manhã cedinho. Good times...
Tempo de preparo: 50 minutos, mais o tempo de esfriar.
Ingredientes:
Corte as batatas em pedaços de aproximadamente 1 centímetro. Se forem pequenas, simplesmente corte-as ao meio e depois em dois. Deixe-as com tamanhos diferentes, assim os pequenos se desmancharão e absorverão o molho, e os grandes não vão se desmanchar. Coloque as batatas numa panela grande e encha com água até cobri-las. Ferva por 15 minutos. Verifique então se é possível furá-las com um garfo, mas que ao mesmo tempo não estejam muito moles.
Enquanto isso, prepare o molho: numa tigela bem grande (onde depois caibam também as batatas), misture a maionese vegana, mostarda, azeite, açúcar, vinagre, endro, turmérico, sal e pimenta. Adicione o pepino e leve à geladeira até que as batatas terminem de cozinhar.
Quando as batatas estiverem prontas, escorra e molhe-as um pouco com água fria dentro de um escorredor. Mexa bem o escorredor e deixe-as esfriar por uns 15 minutos. Transfira as batatas para a tigela com o molho e use uma colher de pau pra mexer tudo e misturar as batatas muito bem misturadinhas ao molho. Agora rale a cenoura por cima da salada e misture tudo de novo. A cenoura é um ingrediente essencial nessa receita porque ela acrescenta um sabor adocicado - então, não deixe de adicionar a cenoura e não a corte em rodelas; rale. Veja se está bom de sal e pimenta e leve à geladeira.
Quando estiver geladinha, experimente a salada pra checar mais uma vez se está boa de sal e pimenta, então sirva. Essa é mais uma receita que não contém glúten, soja, proteína animal ou gordura ruim. Aproveite MUITO. E tenha um ótimo final de semana -- de consciência limpa e livre de sofrimento animal!
---------
Atualização: acabei de perceber que eu já tinha postado o passo-a-passo dessa receita faz um tempão. Desculpem a escorregada! Mas acreditem, vale a pena fazê-la, é sensacional. :)
Tempo de preparo: 50 minutos, mais o tempo de esfriar.
Ingredientes:
- Aproximadamente 2,5kg de batatas descascadas e lavadas
- 1 pepino sem sementes cortado em pedaços pequenos e finos
- 1 xícara de maionese vegana
- 1/4 de xícara mostarda Dijon
- 1/4 de xícara de azeite de oliva
- 1/3 de xícara de vinagre branco destilado
- 2 colheres (sopa) de açúcar (eu uso uma só)
- 1 colher (sopa) de endro (em inglês: dill) seco
- 1 colher (chá) de turmérico (também conhecido como "curcumina" e "açafrão da Índia")
- 1 colher e 1/2 (chá) de sal
- 1 colher (chá) de pimenta-do-reino
- 1 cenoura grande, descascada
Corte as batatas em pedaços de aproximadamente 1 centímetro. Se forem pequenas, simplesmente corte-as ao meio e depois em dois. Deixe-as com tamanhos diferentes, assim os pequenos se desmancharão e absorverão o molho, e os grandes não vão se desmanchar. Coloque as batatas numa panela grande e encha com água até cobri-las. Ferva por 15 minutos. Verifique então se é possível furá-las com um garfo, mas que ao mesmo tempo não estejam muito moles.
Enquanto isso, prepare o molho: numa tigela bem grande (onde depois caibam também as batatas), misture a maionese vegana, mostarda, azeite, açúcar, vinagre, endro, turmérico, sal e pimenta. Adicione o pepino e leve à geladeira até que as batatas terminem de cozinhar.
Quando as batatas estiverem prontas, escorra e molhe-as um pouco com água fria dentro de um escorredor. Mexa bem o escorredor e deixe-as esfriar por uns 15 minutos. Transfira as batatas para a tigela com o molho e use uma colher de pau pra mexer tudo e misturar as batatas muito bem misturadinhas ao molho. Agora rale a cenoura por cima da salada e misture tudo de novo. A cenoura é um ingrediente essencial nessa receita porque ela acrescenta um sabor adocicado - então, não deixe de adicionar a cenoura e não a corte em rodelas; rale. Veja se está bom de sal e pimenta e leve à geladeira.
Quando estiver geladinha, experimente a salada pra checar mais uma vez se está boa de sal e pimenta, então sirva. Essa é mais uma receita que não contém glúten, soja, proteína animal ou gordura ruim. Aproveite MUITO. E tenha um ótimo final de semana -- de consciência limpa e livre de sofrimento animal!
---------
Atualização: acabei de perceber que eu já tinha postado o passo-a-passo dessa receita faz um tempão. Desculpem a escorregada! Mas acreditem, vale a pena fazê-la, é sensacional. :)
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Você sabia que...
Quando você come carne, não é O QUE você está comendo, mas QUEM você está comendo. Ele ou Ela pode não ter tido um nome, mas tinha uma personalidade e uma família, e tinha o desejo de viver. Só porque você não o conheceu, não quer dizer que ele não tenha merecido ser conhecido -- ou merecido viver.
Seja ético. Seja vegano.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
1° de novembro – Dia Mundial do Veganismo
Essa semana, e principalmente no dia de hoje, comemora-se no mundo inteiro o veganismo. É um momento emocionante porque podemos celebrar milhares de vidas salvas pelo simples ato de decidirmos não mais participar da exploração animal.
Cada pessoa que se torna vegetariana salva, em média, aproximadamente 80 animais por ano. Quem se torna vegano então, ajuda a multiplicar esse número. É sensacional saber disso. Aí vem a saúde de bônus, já que a alimentação vegana é super saudável e te traz um equilíbrio físico nunca antes experimentado.
Leia bastante, informe-se e torne-se vegano/a já. Os animais desse mundo precisam MUITO da sua ajuda e você vai se sentir 100% melhor.
Cada pessoa que se torna vegetariana salva, em média, aproximadamente 80 animais por ano. Quem se torna vegano então, ajuda a multiplicar esse número. É sensacional saber disso. Aí vem a saúde de bônus, já que a alimentação vegana é super saudável e te traz um equilíbrio físico nunca antes experimentado.
Leia bastante, informe-se e torne-se vegano/a já. Os animais desse mundo precisam MUITO da sua ajuda e você vai se sentir 100% melhor.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Polenta grelhada
Polenta é fácil e versátil. Deliciosa frita ou grelhada, servida no calor ou no friozinho. Essa receita é básica e serve 8.
Ingredientes:
1 litro de água ou caldo de legumes
250g de polenta instantânea
1 punhado de salsinha fresca picada
Sal e pimenta à gosto
Modus operandi:
Aqueça o caldo até ferver e despeje a polenta lentamente, misturando sempre. Adicione a salsinha, o sal e a pimenta e continue mexendo por mais uns 2 minutos. Desligue o fogo, transfira a mistura cuidadosamente para uma assadeira. Deixe descansar por uns 10 minutos para absorver todo o líquido e coloque a assadeira na geladeira por mais uns 20 minutos para solidificar.
Corte a polenta em retângulos, como nas fotos, e com a ajuda de uma espátula coloque-os cuidadosamente na grelha pra dourar. Polvilhe um pouquinho mais de sal e pimenta por cima, se necessário.
Nas fotos ela aparece servida com uma saladinha de grão-de-bico, pimentão vermelho e pedacinhos de seitan frito.
Boa sexta!
Ingredientes:
1 litro de água ou caldo de legumes
250g de polenta instantânea
1 punhado de salsinha fresca picada
Sal e pimenta à gosto
Modus operandi:
Aqueça o caldo até ferver e despeje a polenta lentamente, misturando sempre. Adicione a salsinha, o sal e a pimenta e continue mexendo por mais uns 2 minutos. Desligue o fogo, transfira a mistura cuidadosamente para uma assadeira. Deixe descansar por uns 10 minutos para absorver todo o líquido e coloque a assadeira na geladeira por mais uns 20 minutos para solidificar.
Corte a polenta em retângulos, como nas fotos, e com a ajuda de uma espátula coloque-os cuidadosamente na grelha pra dourar. Polvilhe um pouquinho mais de sal e pimenta por cima, se necessário.
Nas fotos ela aparece servida com uma saladinha de grão-de-bico, pimentão vermelho e pedacinhos de seitan frito.
Boa sexta!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Pelo fim dos testes em animais
O livro "Alternativas ao uso de animais vivos na educação" do autor Sérgio Greif, esgotado para venda, está disponível para download gratuito no site do Instituto Nina Rosa. Corre lá!
Sempre me perguntam o motivo pelo qual eu sou contra os testes em animais. Todo mundo acha que se é pelo bem da ciência, então esse "sacrifício" animal é justificável. Bem, não é. Há alternativas hoje em dia e tudo está bem explicadinho nesse livro. Faça o download gratuito agora e entenda.
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