domingo, 29 de janeiro de 2012
Muffins de banana com aveia
Facinhos, facinhos e tão gostosos quanto banana amassada com aveia, hehe. Inventei essa receita inspirada no prato que eu adorava comer quando criança na hora do lanche da tarde. Espero que você curta.
Muffins de banana com aveia
Ingredientes:
3 bananas bem maduras
1/4 de xícara de óleo vegetal (usei canola)
3/4 de xícara de açúcar
1 xícara e 1/2 de farinha de trigo
1/2 xícara de aveia em flocos
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de fermento em pó
1/2 colher (sopa) de canela em pó
1 colher (sopa) de água filtrada
Modo de preparar:
Pré-aqueça o forno a 180 graus. Numa tigela grande, amasse as bananas com um garfo. Adicione o óleo e misture bem. Numa tigela separada, misture a farinha, a aveia, o sal, o fermento, a canela e o açúcar. Junte essa mistura à banana e mexa tudo muito bem. Vai virar uma mistura grossa. Acrescente a água e misture tudo de novo.
Unte uma fôrma de muffins e preencha-a com a mistura. Não encha até a borda. Asse por uns 25 minutos.
Rende 8 muffins deliciosos. :)
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Goura Gosto Superior
Culinária lacto-vegetariana baseada na cozinha e filosofia indianas. O restaurante fica em Santos, SP. O atendimento é excelente e rápido, ambiente tranquilo, tem até musiquinha indiana tocando no andar de cima. Mas é silencioso, dá pra conversar e apreciar uma comida vegana deliciosa que o chef, Sandro Oliveira, prepara especialmente pra nós veganos, com o maior carinho.
Você paga um preço fixo de R$ 16,00 (R$ 19,00 aos sábados) e recebe uma salada, um prato principal (tem sempre 2 opções), suco e sobremesa. O local também funciona como empório e oferece produtos importados (xarope de rosas, xarope de romã, água de rosas, etc.) e nacionais, além da linha “Goura Gourmet” (massala, garam massala, lemon pepper, açafrão, curry, mostarda em grão, gersal, etc.). Às quintas-feiras acontece uma feira orgânica no local, das 11:30 às 15h.
O Goura aceita cartões de crédito e débito. Fecha aos domingos.
Goura Gosto Superior
Rua Doutor Luis de Faria, 82
Gonzaga, Santos, SP
T: (13) 3345-0085
http://www.gourarestaurante.com.br/
Fotos dos pratos: Medalhões de berinjela e conchigliones recheados; dahl de grão-de-bico; penne com tomatinhos, manjericão e damasco. Tudo vegano.
Você paga um preço fixo de R$ 16,00 (R$ 19,00 aos sábados) e recebe uma salada, um prato principal (tem sempre 2 opções), suco e sobremesa. O local também funciona como empório e oferece produtos importados (xarope de rosas, xarope de romã, água de rosas, etc.) e nacionais, além da linha “Goura Gourmet” (massala, garam massala, lemon pepper, açafrão, curry, mostarda em grão, gersal, etc.). Às quintas-feiras acontece uma feira orgânica no local, das 11:30 às 15h.
O Goura aceita cartões de crédito e débito. Fecha aos domingos.
Goura Gosto Superior
Rua Doutor Luis de Faria, 82
Gonzaga, Santos, SP
T: (13) 3345-0085
http://www.gourarestaurante.com.br/
Fotos dos pratos: Medalhões de berinjela e conchigliones recheados; dahl de grão-de-bico; penne com tomatinhos, manjericão e damasco. Tudo vegano.
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Em Santos,
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Restaurantes
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Cuscuz Paulista
Bem diferente do cuscuz marroquino, mas igualmente deliciosa, essa torta salgada que pode ser consumida quente ou fria é sempre sucesso entre gregos e troianos.
Achei que o preparo fosse difícil, até tentar. É divertido, isso sim. Faça e depois me diga se eu não tenho razão. Receita e dicas das minhas queridas mãe e tia -- olha a responsa. :)
Ingredientes:
- 1 litro de caldo de legumes
- 3 colheres (sopa) de óleo de canola
- 1 cebola picada
- 3 dentes de alho picados
- 1 lata de ervilhas (separe algumas pra enfeitar)
- 1 vidro de palmitos (corte-os em rodelas e separe algumas pra enfeitar, pique o resto)
- 2 tomates sem sementes e picados (separe algumas rodelas pra enfeitar)
- 1 colher (sopa) de salsinha picada
- 1/2 lata de extrato de tomate
- 1 xícara e 1/2 de farinha de milho
- 1/3 de xícara de farinha de mandioca
- Sal e pimenta dedo de moça picada a gosto
- Azeite para untar
Modus operandi:
Em uma panela grande, aqueça o óleo e refogue a cebola em fogo baixo até ficar translúcida. Acrescente o alho e mexendo bem, deixe dourar. Adicione a ervilha, o palmito picado, o tomate, a salsinha e o extrato de tomate. Tempere com sal e pimenta e mexa bem. Adicione o caldo de legumes, cheque de novo se está bom de sal e pimenta e deixe tudo cozinhar em fogo médio até o líquido reduzir bem - uns 15 minutos.
Vá incorporando a farinha de milho devagarinho, e sempre misturando bem. Abaixe o fogo, acresente a farinha de mandioca e, sem parar de misturar, preste atenção ao momento em que a mistura vai ficar bem grossa (absorver completamente o caldo) e desgrudar do fundo da panela -- isso acontece logo. Nesse momento, desligue o fogo.
Unte uma fôrma grande de cuscuz com o azeite de oliva e comece a enfeitar. Arrume as rodelas de tomate e palmito no fundo da fôrma, do jeito que você quiser. Eu também usei cebola, azeitonas pretas sem caroço (e fatiadas), sementes de girassol e folhas de salsinha. Use milho verde, cenoura, pimentão colorido... o que você quiser.
Coloque o cuscuz (ainda quente) na fôrma a colheradas. Pegue um pano de prato, umedeça um pedaço dele, e usando as pontas dos dedos, pressione o pano de prato contra o cuscuz com cuidado pra que assente direitinho na fôrma. Leve à geladeira até a hora de servir - no mínimo por 1 hora. Ponha um prato raso por cima da fôrma, vire tudo de cabeça pra baixo e bata um pouquinho na bunda da fôrma pra deixar que a torta caia para o prato. Pronto! Recomendo servir o cuscuz frio e bem apimentado.
Achei que o preparo fosse difícil, até tentar. É divertido, isso sim. Faça e depois me diga se eu não tenho razão. Receita e dicas das minhas queridas mãe e tia -- olha a responsa. :)
Ingredientes:
- 1 litro de caldo de legumes
- 3 colheres (sopa) de óleo de canola
- 1 cebola picada
- 3 dentes de alho picados
- 1 lata de ervilhas (separe algumas pra enfeitar)
- 1 vidro de palmitos (corte-os em rodelas e separe algumas pra enfeitar, pique o resto)
- 2 tomates sem sementes e picados (separe algumas rodelas pra enfeitar)
- 1 colher (sopa) de salsinha picada
- 1/2 lata de extrato de tomate
- 1 xícara e 1/2 de farinha de milho
- 1/3 de xícara de farinha de mandioca
- Sal e pimenta dedo de moça picada a gosto
- Azeite para untar
Modus operandi:
Em uma panela grande, aqueça o óleo e refogue a cebola em fogo baixo até ficar translúcida. Acrescente o alho e mexendo bem, deixe dourar. Adicione a ervilha, o palmito picado, o tomate, a salsinha e o extrato de tomate. Tempere com sal e pimenta e mexa bem. Adicione o caldo de legumes, cheque de novo se está bom de sal e pimenta e deixe tudo cozinhar em fogo médio até o líquido reduzir bem - uns 15 minutos.
Vá incorporando a farinha de milho devagarinho, e sempre misturando bem. Abaixe o fogo, acresente a farinha de mandioca e, sem parar de misturar, preste atenção ao momento em que a mistura vai ficar bem grossa (absorver completamente o caldo) e desgrudar do fundo da panela -- isso acontece logo. Nesse momento, desligue o fogo.
Unte uma fôrma grande de cuscuz com o azeite de oliva e comece a enfeitar. Arrume as rodelas de tomate e palmito no fundo da fôrma, do jeito que você quiser. Eu também usei cebola, azeitonas pretas sem caroço (e fatiadas), sementes de girassol e folhas de salsinha. Use milho verde, cenoura, pimentão colorido... o que você quiser.
Coloque o cuscuz (ainda quente) na fôrma a colheradas. Pegue um pano de prato, umedeça um pedaço dele, e usando as pontas dos dedos, pressione o pano de prato contra o cuscuz com cuidado pra que assente direitinho na fôrma. Leve à geladeira até a hora de servir - no mínimo por 1 hora. Ponha um prato raso por cima da fôrma, vire tudo de cabeça pra baixo e bata um pouquinho na bunda da fôrma pra deixar que a torta caia para o prato. Pronto! Recomendo servir o cuscuz frio e bem apimentado.
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Cuscuz,
Milho,
Quiches e Tortas salgadas
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Expo Celebridade Vira-Lata e uma loja para adoção em Sampa
Ficou mais fácil adotar um bicho abandonado em São Paulo. A cidade ganhou uma loja de adoção na região central, atualmente com 15 animais à espera de um dono. Há cães, gatos, um coelho e até galos recolhidos de rinhas para adoção, segundo uma das gestoras da loja, Angélica Perez.
Os animais de rua e vítimas de maus-tratos são recuperados por voluntários. O local de adoção foi inaugurado em dezembro de 2011, numa parceria entre a ONG Natureza em Forma e a Matilha Cultural.
A loja funciona de terça-feira a domingo, das 10h às 20h, e fica na Rua General Jardim, 324. O telefone é (11) 3151-2536.
Há uma lista de animais no site do centro de adoção, com mais opções do que as oferecidas na loja.
Quem quiser pode optar pelas cadelas Ragina, Charlote e Lara, pelo cão Kinder, pelo galo He-Man, pela galinha Vilma ou pela coelha Teodora. "Os voluntários cuidam para que os animais sejam todos tratados, vacinados e castrados", afirma Angélica.
Para fazer a adoção, é necessário levar uma cópia do documento de identidade, do Cadastro de Pessoa Física (CPF), do comprovante de residência e pagar uma contribuição de R$ 60. "O dinheiro ajuda a manter os animais que nós temos, que não são apenas os da loja", diz a gestora.
A loja é uma expansão das iniciativas da ONG, que já realiza feiras de adoção há seis anos, afirma Angélica. A iniciativa teve início em 2004, em um casarão situado na Avenida Paulista, entre as estações de metrô Trianon e Brigadeiro. Atualmente há feiras de adoção na Matilha Cultural e em São José dos Campos, segundo o site da ONG.
O processo de adoção leva uma hora e meia, em média. "Depois de receber os documentos, fazemos uma entrevista com a pessoa para orientar a escolher o animal certo e ver se ela está apta a recebê-lo", afirma a gestora da loja, que também é vice-presidente da ONG Natureza em Forma.
Famílias que moram em apartamento, por exemplo, são orientadas a escolher um animal que não lata muito, em geral mais velho. Se os pais buscam um bicho mais tranquilo, há indicações de quais devem ser adotados. Se a família quer um filhote, os funcionários da loja informam sobre os prós e os contras de adotar um. "É importante ressaltar que a adoção deve ser um ato consciente, já que o animal saiu de uma situação de abandono. Não é uma comercialização", diz Angélica.
O texto acima e as informaçõs são do Rafael Sampaio do G1 SP - via Instituto Nina Rosa.
Amigo não se compra. Adote animais abandonados e você vai ganhar amigos leais e salvar vidas.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Sexta-feira 13
Voluntários que trabalham com animais abandonados têm geralmente mais dificuldade em achar um lar para gatos pretos por causa de preconceitos e mitos.
Hoje, sexta-feira 13, acontece um fenômeno interessante: surgem adotantes de gatos (e outros animais) pretos. Muito cuidado com isso.
Quem pede especificamente por eles nessa época, tem a intenção de sacrificá-los em rituais “religiosos” de forma cruel.
Por favor, não doe gatos pretos, principalmente logo antes (ou durante) uma sexta-feira 13. Como disse meu amigo Raphael, gato preto não dá azar. O que dá azar é gente ignorante, isso sim dá um azar desgraçado.
Hoje, sexta-feira 13, acontece um fenômeno interessante: surgem adotantes de gatos (e outros animais) pretos. Muito cuidado com isso.
Quem pede especificamente por eles nessa época, tem a intenção de sacrificá-los em rituais “religiosos” de forma cruel.
Por favor, não doe gatos pretos, principalmente logo antes (ou durante) uma sexta-feira 13. Como disse meu amigo Raphael, gato preto não dá azar. O que dá azar é gente ignorante, isso sim dá um azar desgraçado.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Beijinhos
Peguei a receita no blog Chubby Vegan, mas cozinhei por menos tempo. Ingredientes: 1 lata de condensado de soja, 100g de côco ralado e 1 colher (chá) de essência de baunilha. Ponha todos os ingredientes numa panela pequena, mexa bem, e deixe em fogo alto até começar a ferver. Baixe o fogo e cozinhe por 10-15 minutos mexendo sem parar. Transfira a massa para um prato levemente untado com óleo e deixe esfriar. Enrole as bolotas, passe no açúcar cristal e enfeite com cravinhos.
Muitos beijinhos pra você.
Muitos beijinhos pra você.
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Doces e sobremesas,
Pratos rápidos
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Pense nisso
Essa pegadinha é incrível. O video está em Português. Vejam como é incrível a reação das pessoas. As mesmas que se importam com os porquinhos, comem tranquilamente a linguiça pronta. De onde elas acham que veio a carne??
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Filé de "frango" à milanesa
O primeiro post do ano vem com dica de livro de receitas vegano. A gente acaba de comemorar 4 anos de veganismo e estamos tão felizes com essa que foi a decisão mais importante das nossas vidas. E eu fico mais feliz ainda por continuar espalhando informação e dicas pra que mais pessoas se inspirem e tornem-se veganas -- comecem a salvar vidas, além de suas próprias. :)
Esse filé de "frango" à milanesa é vegano sim e muito fácil de fazer. O sabor final ficou parecido com o molho "picatta". É incrível, mas a cada nova receita que eu descubro, fica mais claro que não é preciso matar um ser inocente pra se obter sabor na comida -- e sabores muito similares aos que nos acostumamos a comer por tradição, como esse filé de "frango", por exemplo.
Infelizmente não posso postar a receita em detalhes porque a obtive num livro e não tenho autorização da autora. Mas posso dizer que o ingrediente principal é o bife de soja, e o livro, que eu adoro e do qual já tirei muitas receitas ótimas, chama-se Carne de Soja.
Deixe as galinhas em paz. Faça este filé e delicie-se sem culpa, sem violência, sem sangue. Go vegan!
Esse filé de "frango" à milanesa é vegano sim e muito fácil de fazer. O sabor final ficou parecido com o molho "picatta". É incrível, mas a cada nova receita que eu descubro, fica mais claro que não é preciso matar um ser inocente pra se obter sabor na comida -- e sabores muito similares aos que nos acostumamos a comer por tradição, como esse filé de "frango", por exemplo.
Infelizmente não posso postar a receita em detalhes porque a obtive num livro e não tenho autorização da autora. Mas posso dizer que o ingrediente principal é o bife de soja, e o livro, que eu adoro e do qual já tirei muitas receitas ótimas, chama-se Carne de Soja.
Deixe as galinhas em paz. Faça este filé e delicie-se sem culpa, sem violência, sem sangue. Go vegan!
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Feliz Ano Novo!
Chegou a hora de pensar na vida, tomar decisões, começar tudo novo. A gente quer sempre melhorar -- ter uma vida melhor, um emprego melhor, ser uma pessoa melhor... A hora é agora. Ajude a salvar a vida de milhões de seres inocentes desse planeta, e de bônus melhorar a sua vida também (sua saúde, sua consciência, seu espírito). Só depende de você. Torne-se vegano em 2012 e tenha um FELIZ ano novo!
sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
Nova York, a grande maçã (verde)
Este post é pra quem está de malas prontas pra ir pra Nova York nessas férias. Tenho tantos amigos visitando a ilha de Manhattan, e há tantas possibilidades incríveis de comidas vegetarianas, além de toda a diversão e programas culturais que a cidade oferece, claro. Se você está de partida, aproveite bastante!
Você já deve ter ouvido falar ou tido a oportunidade de comprovar que a cidade de Nova York tem alguns dos melhores restaurantes do mundo. Pratos típicos de todo lugar podem ser saboreados aqui e, reza a lenda, ainda melhores do que em seus países de origem. Um exemplo é a famosa pizza, à venda em qualquer esquina, que muitos dizem dar de dez a zero na da Itália (eu concordo). A diversidade é um dos atrativos principais dessa cidade colorida. Aqui você encontra não só a comida típica indiana, como a dos vizinhos Paquistão, Nepal ou Sri Lanka. Se for a Chinatown, não precisa ficar só na comidinha chinesa, mas pode experimentar a coreana, a japonesa e a tibetana.
Assim que cheguei em Nova York - há 10 anos - descobri a cozinha etíope e tenho a sorte de poder visitar de vez em quando um dos melhores de seus restaurantes típicos em Manhattan, o Awash. O prato vegetariano deles (foto abaixo) é vegano e absurdamente variado e delicioso. Você come com as mãos, como é o costume, e a experiência vai do aroma exótico ao visual colorido, passando pelas diferentes texturas – “abraçando” pequenas porções suculentas com um pedaço do delicioso pão “injera” – e finalizando com o sabor, diferente de tudo o que eu já comi.
Os vegetarianos aqui têm também o privilégio de poder aproveitar as opções “verdes” que cozinhas tipicamente onívoras oferecem. Por exemplo: as tratorias sempre têm um “spaghetti primavera”; os árabes oferecem deliciosas porções de húmus (patê de grão-de-bico), baba ganouj (pasta de berinjela) e falafels (almôndegas de grão-de-bico). Japoneses têm seus Inarizushi (bolinhos de tofu frito recheados com arroz), e por aí vai.
Se você tiver a oportunidade de alugar um apartamento ou tem um espaço pra cozinhar dentro do quarto do hotel, pode também fazer a festa em Nova York. As feiras livres – aqui chamadas de Farmers Markets – trazem todo sábado verduras, legumes, cereais e frutas dos agricultores da região, e nas mercearias específicas de bairro você encontra produtos de todo o canto do planeta. Tire um tempinho pra conferir as lojinhas indianas da Lexington Avenue, ou as árabes da Atlantic Avenue, no Brookyln, as caribenhas do Harlem, as italianas da Arthur Avenue, no Bronx (a verdadeira Little Italy). Claro que o bacana é comprar produtos locais, porque além de dar uma força para o pequeno produtor do próprio estado, você diminui sua pegada de carbono no planeta. Mas em Nova York você tem a oportunidade de encontrar aquele pozinho de garam masala, por exemplo, sem precisar voar até a Ásia.
Restaurantes 100% vegetarianos pipocam pela ilha e a cada mês surge um novo café, bistrô ou sorveteria vegana. Alguns dos favoritos são o impecável Candle 79 no Upper East Side; o latino V-Spot no Brooklyn; Cocoa V uma chocolateria orgânica em Chelsea; Peacefood Cafe, o melhor brunch do Upper West Side, a confeitaria BabyCakes no Lower East Side; o pan-asiático Franchia em Murray Hill; a fast-food punk-rock do Foodswings em Williamsburg; o carrinho NY Dosas do indiano Thiru Kumar; Cowgirl’s Baking, onde comi o melhor taco de toda a minha vida; e o econômico House of Vegetarian, em Chinatown.
Supermercados como a rede milionária Whole Foods, que promete vender saúde (mas a preços salgadíssimos), têm uma variedade de produtos verdes de deixar a concorrência roxa de inveja. Só a parte de congelados vegetarianos têm prateleiras entupidas de hambúrgueres, filés, massas, aperitivos e sobremesas– tudo vegano. E dando uma voltinha lá dentro, você ainda descobre queijos vegetais, como o famoso Daiya, leites, iogurtes, carnes, pratos prontos...mais do que consegue carregar pra casa.
Hoje em dia, seja você vegetariano, flexitariano, onívoro ou veg-curious, se tiver a oportunidade de conhecer Nova York, vai ver que entre uma caminhada no Central Park e uma visita ao MoMA, vai ter um lugar pra você comer bem, e quase todos vão te oferecer opções verdes. Não hesite em perguntar, pedir, negociar, trocar ou devolver um prato ou produto que não esteja a altura do seu paladar. Brasileiros não têm o costume, mas aqui quase ninguém paga pelo que não gosta. E a gente fica na torcida pra que essa variedade chegue logo no Brasil.
Fotos: prato vegano do Candle 79, prato vegetariano do Awash, coxinhas veganas do Franchia, cartaz da feira local, entrada do Peacefood, prato vegano congelado do Whole Foods.
Você já deve ter ouvido falar ou tido a oportunidade de comprovar que a cidade de Nova York tem alguns dos melhores restaurantes do mundo. Pratos típicos de todo lugar podem ser saboreados aqui e, reza a lenda, ainda melhores do que em seus países de origem. Um exemplo é a famosa pizza, à venda em qualquer esquina, que muitos dizem dar de dez a zero na da Itália (eu concordo). A diversidade é um dos atrativos principais dessa cidade colorida. Aqui você encontra não só a comida típica indiana, como a dos vizinhos Paquistão, Nepal ou Sri Lanka. Se for a Chinatown, não precisa ficar só na comidinha chinesa, mas pode experimentar a coreana, a japonesa e a tibetana.
Assim que cheguei em Nova York - há 10 anos - descobri a cozinha etíope e tenho a sorte de poder visitar de vez em quando um dos melhores de seus restaurantes típicos em Manhattan, o Awash. O prato vegetariano deles (foto abaixo) é vegano e absurdamente variado e delicioso. Você come com as mãos, como é o costume, e a experiência vai do aroma exótico ao visual colorido, passando pelas diferentes texturas – “abraçando” pequenas porções suculentas com um pedaço do delicioso pão “injera” – e finalizando com o sabor, diferente de tudo o que eu já comi.
Os vegetarianos aqui têm também o privilégio de poder aproveitar as opções “verdes” que cozinhas tipicamente onívoras oferecem. Por exemplo: as tratorias sempre têm um “spaghetti primavera”; os árabes oferecem deliciosas porções de húmus (patê de grão-de-bico), baba ganouj (pasta de berinjela) e falafels (almôndegas de grão-de-bico). Japoneses têm seus Inarizushi (bolinhos de tofu frito recheados com arroz), e por aí vai.
Se você tiver a oportunidade de alugar um apartamento ou tem um espaço pra cozinhar dentro do quarto do hotel, pode também fazer a festa em Nova York. As feiras livres – aqui chamadas de Farmers Markets – trazem todo sábado verduras, legumes, cereais e frutas dos agricultores da região, e nas mercearias específicas de bairro você encontra produtos de todo o canto do planeta. Tire um tempinho pra conferir as lojinhas indianas da Lexington Avenue, ou as árabes da Atlantic Avenue, no Brookyln, as caribenhas do Harlem, as italianas da Arthur Avenue, no Bronx (a verdadeira Little Italy). Claro que o bacana é comprar produtos locais, porque além de dar uma força para o pequeno produtor do próprio estado, você diminui sua pegada de carbono no planeta. Mas em Nova York você tem a oportunidade de encontrar aquele pozinho de garam masala, por exemplo, sem precisar voar até a Ásia.
Restaurantes 100% vegetarianos pipocam pela ilha e a cada mês surge um novo café, bistrô ou sorveteria vegana. Alguns dos favoritos são o impecável Candle 79 no Upper East Side; o latino V-Spot no Brooklyn; Cocoa V uma chocolateria orgânica em Chelsea; Peacefood Cafe, o melhor brunch do Upper West Side, a confeitaria BabyCakes no Lower East Side; o pan-asiático Franchia em Murray Hill; a fast-food punk-rock do Foodswings em Williamsburg; o carrinho NY Dosas do indiano Thiru Kumar; Cowgirl’s Baking, onde comi o melhor taco de toda a minha vida; e o econômico House of Vegetarian, em Chinatown.
Supermercados como a rede milionária Whole Foods, que promete vender saúde (mas a preços salgadíssimos), têm uma variedade de produtos verdes de deixar a concorrência roxa de inveja. Só a parte de congelados vegetarianos têm prateleiras entupidas de hambúrgueres, filés, massas, aperitivos e sobremesas– tudo vegano. E dando uma voltinha lá dentro, você ainda descobre queijos vegetais, como o famoso Daiya, leites, iogurtes, carnes, pratos prontos...mais do que consegue carregar pra casa.
Hoje em dia, seja você vegetariano, flexitariano, onívoro ou veg-curious, se tiver a oportunidade de conhecer Nova York, vai ver que entre uma caminhada no Central Park e uma visita ao MoMA, vai ter um lugar pra você comer bem, e quase todos vão te oferecer opções verdes. Não hesite em perguntar, pedir, negociar, trocar ou devolver um prato ou produto que não esteja a altura do seu paladar. Brasileiros não têm o costume, mas aqui quase ninguém paga pelo que não gosta. E a gente fica na torcida pra que essa variedade chegue logo no Brasil.
Fotos: prato vegano do Candle 79, prato vegetariano do Awash, coxinhas veganas do Franchia, cartaz da feira local, entrada do Peacefood, prato vegano congelado do Whole Foods.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Bazar Vegano 2011
Foi um sucesso. Eu queria muito ter podido ir, mas esse ano não deu. Veja alguns dos expositores e participantes, e também projetos bem legais de ajuda aos animais. Se puder, ajude.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Quibe assado
Fazia um tempão que eu queria fazer quibe. Resolvi comprar o trigo e procurar uma receita vegana simples e gostosa. Achei num blog que eu adoro: o Vegetariano come o quê?
Segui a receita inteira ao pé da letra e ficou demais. Aqui vai ela:
Ingredientes
1 xícara de trigo para quibe
1/2 xícara de tofu amassado
1 colher de sopa de óleo
1 cebola média picada
4 dentes de alho amassados
2 colheres de sopa de orégano
1 cenoura ralada
3 colheres de sopa de shoyu
2 colheres de sopa de aveia em flocos finos
1 xícara de salsinha e cebolinha
1/2 xícara de hortelã
Molho de pimenta a gosto
Sal a gosto
Deixe o trigo de molho por aproximadamente 1 hora. Depois coloque em uma peneira e deixe escorrer até ficar úmido. Em uma panela, aqueça o óleo e doure alho e cebola. Acrescente o trigo, o tofu, a cenoura, os temperos e a aveia, mexa bem até incorporar tudo. Acrescente o shoyu e algumas gotinhas de molho de pimenta. Se for colocá-lo em um refratário, unte-o com um pouquinho de óleo e coloque a massa de forma que fique com 2 ou 3 dedos de altura, para não ressecar muito. Quadricule a massa com uma faca e coloque um fiozinho de óleo nos meios, para deixar a massa mais úmida. Leve ao forno para assar por aproximadamente 30 minutos, ou até que fique firme.
Pode decorar com sementes de girassol e, depois de assado, colocar folhinhas de hortelã. Se optar por modelar em formato de quibe, deixe esfriar um pouquinho e modele os quibes do tamanho que preferir. Unte uma forma com um pouquinho de óleo e leve para assar até que fique firme. Sirva com pedacinhos de limão.
Da próxima vez vou tentar rechear o quibe e ver o que acontece. Adoro quibe recheado. Depois eu conto aqui.
Segui a receita inteira ao pé da letra e ficou demais. Aqui vai ela:
Ingredientes
1 xícara de trigo para quibe
1/2 xícara de tofu amassado
1 colher de sopa de óleo
1 cebola média picada
4 dentes de alho amassados
2 colheres de sopa de orégano
1 cenoura ralada
3 colheres de sopa de shoyu
2 colheres de sopa de aveia em flocos finos
1 xícara de salsinha e cebolinha
1/2 xícara de hortelã
Molho de pimenta a gosto
Sal a gosto
Deixe o trigo de molho por aproximadamente 1 hora. Depois coloque em uma peneira e deixe escorrer até ficar úmido. Em uma panela, aqueça o óleo e doure alho e cebola. Acrescente o trigo, o tofu, a cenoura, os temperos e a aveia, mexa bem até incorporar tudo. Acrescente o shoyu e algumas gotinhas de molho de pimenta. Se for colocá-lo em um refratário, unte-o com um pouquinho de óleo e coloque a massa de forma que fique com 2 ou 3 dedos de altura, para não ressecar muito. Quadricule a massa com uma faca e coloque um fiozinho de óleo nos meios, para deixar a massa mais úmida. Leve ao forno para assar por aproximadamente 30 minutos, ou até que fique firme.
Pode decorar com sementes de girassol e, depois de assado, colocar folhinhas de hortelã. Se optar por modelar em formato de quibe, deixe esfriar um pouquinho e modele os quibes do tamanho que preferir. Unte uma forma com um pouquinho de óleo e leve para assar até que fique firme. Sirva com pedacinhos de limão.
Da próxima vez vou tentar rechear o quibe e ver o que acontece. Adoro quibe recheado. Depois eu conto aqui.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Parada Veg em São Paulo 2011
Aqui está o video da Parada em Sampa, semana passada. Parabéns aos organizadores -- foi sensacional. Espero que a participação aumente muito mais a cada ano, e que mais pessoas tenham acesso a informação e a eventos como esse. Clique aqui pra ver as fotos que eu tirei lá.
Go Vegan!
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