domingo, 16 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Rollatini de abobrinha com queijo de castanha de caju e molho marinara vivo
A inspiração veio desta receita crudívora, que é SENSACIONAL. Parece trabalhosa, mas na verdade não é. O queijo tipo ricota de castanha de caju tem um sabor meio adocicado, que quando servido junto do molho marinara vivo, que é um pouquinho ácido, dá um equilíbrio perfeito no paladar. Experimente.
Fatie uma abobrinha ao comprido, com a ajuda de um espirilizador ou fatiador manual, ou mesmo com uma faca -- mas corte bem fininho, com cuidado pra não quebrar. Separe.
QUEIJO tipo ricota DE CASTANHA DE CAJU
Esta receita é bárbara e muito simples.
Ingredientes
Deixe as castanhas de molho por pelo menos duas horas numa tigela com água. Cubra-as com água porque elas incham um pouquinho.
Escorra as castanhas e coloque-as no processador. Adicione todos os outros ingredientes e processe até ficar uma mistura cremosa. Experimente pra ver se está bom de sal e de tudo o mais.
Rende aproximadamente 2 xícaras que duram na geladeira até uma semana.
MOLHO MARINARA VIVO
Bata tudo no processador e experimente pra ver se estava bom de sal, etc.
Enrole a abobrinha como quiser. Eu juntei ao queijo palitos de cenoura crua e talos de salsinha. Beterraba também vai muito bem aqui. Bon appétit!
Fatie uma abobrinha ao comprido, com a ajuda de um espirilizador ou fatiador manual, ou mesmo com uma faca -- mas corte bem fininho, com cuidado pra não quebrar. Separe.
QUEIJO tipo ricota DE CASTANHA DE CAJU
Esta receita é bárbara e muito simples.
Ingredientes
- 1 xícara e 1/2 de castanhas de caju cruas
- 1/2 xícara de água
- sumo de 1 limão grande ou 1 colher (sopa) de vinagre de maçã
- 1 colher (sopa) de levedura nutricional (opcional)
- 1 dente de alho
- 1 pitada de cebola em pó (opcional)
- sal e pimenta-do-reino a gosto
Deixe as castanhas de molho por pelo menos duas horas numa tigela com água. Cubra-as com água porque elas incham um pouquinho.
Escorra as castanhas e coloque-as no processador. Adicione todos os outros ingredientes e processe até ficar uma mistura cremosa. Experimente pra ver se está bom de sal e de tudo o mais.
Rende aproximadamente 2 xícaras que duram na geladeira até uma semana.
MOLHO MARINARA VIVO
- 2 ou 3 tomates médios
- 1 dente de alho
- 1/4 de colher (chá) de sal
- 2 colheres (sopa) de folhas de manjericão fresco (eu não tinha -- usei salsinha)
- 1/2 colher (sopa) de azeite de oliva
- 1/3 de uma cebola suave
- 1/2 colher (sopa) de agave cru
Bata tudo no processador e experimente pra ver se estava bom de sal, etc.
Enrole a abobrinha como quiser. Eu juntei ao queijo palitos de cenoura crua e talos de salsinha. Beterraba também vai muito bem aqui. Bon appétit!
Labels:
Abobrinha,
Almoço ou jantar,
Pratos crus,
Queijos veganos
sábado, 27 de abril de 2013
World Vegan Bake Sale - Feira Mundial de Confeitaria Vegana
O Brasil está participando, oba! Campinas (VegVida Alimentação, Consultoria e Cursos), Maringá (Vaca Louca Café Vegetariano), Brasília (Café Corbucci) e Curitiba (Semente de Girassol) estão representando o Brasil nesse projeto mundial que acontece hoje e amanhã. Aproveite!
terça-feira, 23 de abril de 2013
Hamburguer de Okara
Lá vem mais uma receita de hamburguer. ADORO. :) E eu vivo fazendo esses hambúrgeres ultimamente, porque é muito fácil conseguir okara de graça por aí. Nas feiras livres ou fábricas de tofu, você quase sempre consegue okara de graça. É só pedir. Mas o que diabos é okara? A Elaine, do Cantinho Vegetariano explica.
A receita abaixo foi inspirada nesta aqui. Mas você pode variar os ingredientes de acordo com o seu gosto pessoal e ir encontrando a consistência certa conforme for preparando. Não tem muito segredo. Depois, congele os hambúrgueres e prepare-os (fritos, grelhados ou assados) durante a semana, quando não tiver tempo ou não estiver a fim de cozinhar.
Ingredientes
1 xícara de sementes de girassol cruas (e sem casca) -- já usei também castanhas de caju e funcionou perfeitamente.
3/4 de xícara de aveia -- já usei farinha de mandioca torrada aqui, e também funcionou horrores
1/4 xícara de farinha de linhaça (totalmente opcional)
2 xícaras de okara
1 cenoura ralada
1/2 cebola picada (ou um punhado de cebolinha picada)
3 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de molho de soja
1 colher (sopa) de fumaça líquida (opcional, mas eu ADORO)
Sal e pimenta a gosto
Coloque todos os ingredientes no processador ou misture tudo muito bem com uma colher numa tigela funda. Forme os hambúrgueres no tamanho que quiser e leve-os a geladeira até a hora de prepará-los ou guarde no congelador para aqueles dias de correria total.
Sirva com arroz, quinoa, cuscuz marroquino, ou no bom e velho pão de hamburguer com alface, tomate, cebola, mostarda e fatias de abacate, acompanhado de uma porção de salada de repolho cru - a famosa "coleslaw" - como na foto lá em cima. Yum!
Rende uns 10 hambúrgueres deliciosos.
A receita abaixo foi inspirada nesta aqui. Mas você pode variar os ingredientes de acordo com o seu gosto pessoal e ir encontrando a consistência certa conforme for preparando. Não tem muito segredo. Depois, congele os hambúrgueres e prepare-os (fritos, grelhados ou assados) durante a semana, quando não tiver tempo ou não estiver a fim de cozinhar.
Ingredientes
1 xícara de sementes de girassol cruas (e sem casca) -- já usei também castanhas de caju e funcionou perfeitamente.
3/4 de xícara de aveia -- já usei farinha de mandioca torrada aqui, e também funcionou horrores
1/4 xícara de farinha de linhaça (totalmente opcional)
2 xícaras de okara
1 cenoura ralada
1/2 cebola picada (ou um punhado de cebolinha picada)
3 dentes de alho picados
1 colher (sopa) de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de molho de soja
1 colher (sopa) de fumaça líquida (opcional, mas eu ADORO)
Sal e pimenta a gosto
Coloque todos os ingredientes no processador ou misture tudo muito bem com uma colher numa tigela funda. Forme os hambúrgueres no tamanho que quiser e leve-os a geladeira até a hora de prepará-los ou guarde no congelador para aqueles dias de correria total.
Sirva com arroz, quinoa, cuscuz marroquino, ou no bom e velho pão de hamburguer com alface, tomate, cebola, mostarda e fatias de abacate, acompanhado de uma porção de salada de repolho cru - a famosa "coleslaw" - como na foto lá em cima. Yum!
Rende uns 10 hambúrgueres deliciosos.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
domingo, 17 de março de 2013
Sopa de aipo e amêndoas
Facílima de fazer e deliciosa. Tempo de preparo: 15 minutos. Rende 3 ou 4 pratos, dependendo da fome. Essa receita eu peguei no livro de receitas que veio junto com o Vitamix. Use um liquidificador potente, se possível.
Lave bem 6 talos de aipo (também conhecido como salsão) e corte-os pela metade. Cozinhe-os em 3 xícaras de caldo de legumes até ficarem macios - uns 10-15 minutos. Transfira-os para o liquidificador e adicione 1/4 de xícara de amêndoas, 1 pedaço de limão sem casca ou sementes (do tamanho de uma colher de chá), sal e pimenta a gosto. Bata por uns 40 segundos no Vitamix - ou mais num liquidificador comum. Pronto!
O aipo é um excelente tônico digestivo. É uma planta diurética, que auxilia no tratamento de cálculo renal ou biliar, por exemplo. Rico em vitamina C, vitamina A, cálcio e fósforo, ele protege o sistema imunológico e traz outros diversos benefícios a saúde, além de ter baixo teor calórico.
A amêndoa tem um potencial energético incrível. É rica em vitamina E, ácido fólico e arginina, um aminoácido que auxilia no equilíbrio da pressão arterial.
Essa sopa é leve, ótima para o jantar. E como é rápida, também funciona bem para o almoço num dia cheio de compromissos. Ela fica deliciosa tanto servida quente quanto fria. Aproveite!
Lave bem 6 talos de aipo (também conhecido como salsão) e corte-os pela metade. Cozinhe-os em 3 xícaras de caldo de legumes até ficarem macios - uns 10-15 minutos. Transfira-os para o liquidificador e adicione 1/4 de xícara de amêndoas, 1 pedaço de limão sem casca ou sementes (do tamanho de uma colher de chá), sal e pimenta a gosto. Bata por uns 40 segundos no Vitamix - ou mais num liquidificador comum. Pronto!
O aipo é um excelente tônico digestivo. É uma planta diurética, que auxilia no tratamento de cálculo renal ou biliar, por exemplo. Rico em vitamina C, vitamina A, cálcio e fósforo, ele protege o sistema imunológico e traz outros diversos benefícios a saúde, além de ter baixo teor calórico.
A amêndoa tem um potencial energético incrível. É rica em vitamina E, ácido fólico e arginina, um aminoácido que auxilia no equilíbrio da pressão arterial.
Essa sopa é leve, ótima para o jantar. E como é rápida, também funciona bem para o almoço num dia cheio de compromissos. Ela fica deliciosa tanto servida quente quanto fria. Aproveite!
Labels:
Aipo,
Almoço ou jantar,
Amêndoas,
Pratos rápidos,
Sopas
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Natural Tech 2013
Vegetarianos, veganos,
profissionais e público interessado em melhorar a qualidade de vida
podem conhecem as principais novidades em alimentos, cosméticos,
vestuário e terapias complementares na Natural Tech 2013 – 9ª Feira Internacional de Alimentação Saudável, Produtos Naturais e Saúde, marcada para os dias 27 a 30 de junho, em São Paulo.
NOS DIAS 27 E 28, O EVENTO É EXCLUSIVO PARA PROFISSIONAIS DO SETOR. NOS DIAS 29 E 30, É ABERTO TAMBÉM AO PÚBLICO.
Horário: 11h às 20h
Local: Pavilhão da Bienal do Ibirapuera
Local: Pavilhão da Bienal do Ibirapuera
Informações pelo telefone: (11) 2226-3100
Em paralelo à Natural Tech acontece a Bio Brazil Fair | BioFach América Latina – 9ª Feira Internacional de Produtos Orgânicos e Agroecologia, principal feira de negócios de produtos orgânicos do Brasil.
Mais informações aqui.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Canelone Vivo de Abobrinha com Queijo de Amêndoas
Recentemente fiz um curso de gastronomia viva aqui em Santos com a chef canadense Stephanie Audet. O video abaixo mostra como preparar um dos pratos que a chef nos ensinou. DELICIOSO. Mais inspiração nessa vida...
Labels:
Abobrinha,
Pratos crus,
Videos
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Um pouco de inspiração...
ARROZ NEGRO LEVEMENTE TOSTADO COM LEGUMES VERDES E LEITE DE CASTANHA DO PARÁ from Alex Atala on Vimeo.
Obrigada pela dica, Luana Budel!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Couve-flor ao forno com molho de limão e tahini
Receita Via Vegetarian Times.
Se perto de onde você mora é difícil encontrar tahine pronto pra comprar, faça-o em casa...
Tahine caseiro: Moa 1 xícara (chá) de sementes de gergelim branco com 1 colher (chá) de óleo de gergelim em um processador e vá adicionando água morna (e sal a gosto) até que fique macio.
A couve-flor é riquíssima em sais minerais (potássio, cálcio, fósforo, magnésio, silício, ferro) e vitaminas A, B1, B2, B5 e C.
As sementes de gergelim (assim como o tahine, claro) também são ricas em minerais (manganês, ferro, cobre, fósforo, cálcio), vitaminas do complexo B e E, e são um poderoso antioxidante, que além de ter propriedades anti-cancerígenas, bloqueiam a produção excessiva de colesterol.
O limão é o rei dos alimentos curativos - além de ajudar a queimar gorduras, aumenta o poder do sistema imunológico.
Além de tudo isso, combinados, os ingredientes acima produzem uma refeição deliciosa. Experimente e saboreie sem moderação! ;-)
Serve 4 porções
Fica pronto em no máximo 30 minutos
Ingredientes:
- 1 couve-flor grande, cortada em floretes pequenos
- 4 colheres (chá) de azeite (usadas separadamente)
- 2 dentes de alho, picados
- 2 colheres (sopa) de tahini (aquela pasta de gergelim - receita no final do post)
- 1 colher (sopa) de sumo de limão
- ¼ de colher (chá) de sal
- 1 colher (sopa) de salsinha picada
- 1 colher (chá) de sementes de gergelim torradas
- Posicione a prateleira do forno na parte mais alta e pré-aqueça-o a uns 220 graus Celsius.
- Numa tigela, misture bem a couve-flor a duas colheres (chá) de azeite e ponha um pouquinho de sal.
- Espalhe a couve-flor sobre uma fôrma grande, lisa, previamente untada (ou use uma folha de papel manteiga), e asse por 12 a 15 minutos, ou até que a couve-flor esteja macia e levemente dourada.
- Enquanto isso, numa panela pequena, aqueça em fogo médio as 2 colheres (chá) de azeite restantes. Salteie o alho por 1 ou 2 minutos. Junte o tahini e o sumo de limão, 5 colheres (sopa) de água e sal. Deixe cozinhar em fogo brando por 1 ou 2 minutos. Tire do fogo.
- Divida a couve-flor nos pratos que for servir. Misture o molho e sirva-o com cuidado por sobre a couve-flor. Polvilhe a salsinha e as sementes de gergelim por cima.
Se perto de onde você mora é difícil encontrar tahine pronto pra comprar, faça-o em casa...
Tahine caseiro: Moa 1 xícara (chá) de sementes de gergelim branco com 1 colher (chá) de óleo de gergelim em um processador e vá adicionando água morna (e sal a gosto) até que fique macio.
A couve-flor é riquíssima em sais minerais (potássio, cálcio, fósforo, magnésio, silício, ferro) e vitaminas A, B1, B2, B5 e C.
As sementes de gergelim (assim como o tahine, claro) também são ricas em minerais (manganês, ferro, cobre, fósforo, cálcio), vitaminas do complexo B e E, e são um poderoso antioxidante, que além de ter propriedades anti-cancerígenas, bloqueiam a produção excessiva de colesterol.
O limão é o rei dos alimentos curativos - além de ajudar a queimar gorduras, aumenta o poder do sistema imunológico.
Além de tudo isso, combinados, os ingredientes acima produzem uma refeição deliciosa. Experimente e saboreie sem moderação! ;-)
Labels:
Couve-flor,
Gergelim,
Tahini,
Usando o forno
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Grãos-de-bico pra cá, grãos-de-bico pra lá
Acredita-se que o humilde grão-de-bico tenha nascido no Oriente Médio, provavelmente na Turquia antiga, e viajado muito. Ele chegou a muitos lugares do Mediterrâneo, e foi transportado à longínqua Ásia, ao subcontinente Indiano, às Americas e Austrália. É uma leguminosa internacional, que recebe diferentes nomes onde quer que seja encontrada.
No mundo árabe, os grãos-de-bico são chamados "hummus", assim como o famoso patê feito com eles. Se você só conhece o hummus comercial, encontrado em mercados americanos, experimente fazê-lo usando grãos-de-bico frescos cozidos, adicionando sumo de limão e tahini. Batido até a consistência certa, transferido cuidadosamente com uma espátula para um prato raso, redondo, regado com azeite e servido com pão sírio (pita) quente, hummus caseiro pode ser uma delícia.
Os franceses os chamam de "pois chiches" e geralmente os temperam com um vinagrete picante em saladas. Ou então, eles os temperam com especiarias marroquinas ou indianas, às vezes só um pouquinho disso. Eu prefiro comê-los com um cuscuz tradicional bem temperado (os grãos-de-bico estão em todo o norte da Africa) ou num prato de inspiração indiana, como o chana dal masala, feito com grãos-de-bico pretos.
Por toda a Itália, eles são os feijões "Ceci", a base de várias sopas maravilhosas, como a "pasta e ceci", tão simples, mas incrivelmente boa. Ou então, eles são moídos e viram farinha para fazer o bolinho frito crocante "panelle siciliano". Grãos-de-bico são conhecidos na Espanha como "garbanzos", e já os devorei alegremente em bares de tapas de Sevilha a San Sebastián. Entre as diversas especialidades de grão-de-bico está o prato "garbanzos con espinaca" (grãos-de-bico com espinafre), servido quente em pequenos pratos de cerâmica, as "cazuelas". É geralmente uma refeição vegetariana, feita com farinha de pão, alho e pimenta defumada em pó.
Eu defendo, firme e repetidamente, que você cozinhe seu próprio grão-de-bico. Sim, os enlatados são tentadores, mas não se comparam com o sabor e a textura dos grãos-de-bico preparados frescos. Você deve deixá-los de molho durante a noite, mas qual é a dificuldade nisso? Fervê-los por uma hora ou duas não requer habilidades especiais e quase nenhum monitoramento. Eu raramente cozinho menos de meio quilo de cada vez, já que eles duram vários dias na geladeira. (Meio quilo de grão-de-bico rende cerca de seis xícaras do cozido, o que é suficiente para pelo menos duas refeições.) E como um amigo me lembrou outro dia, caldo de grão-de-bico, o líquido que sobra após o cozimento, é delicioso.
Então, quando fiz esse prato em casa, eu estava indeciso. Devemos servi-lo no estilo "tapas" ou convertê-lo numa sopa simples? No final das contas, os dois ficaram muito bons.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Biscuits (ou pãezinhos) de milho
Mais uma receita do livro Vegan Brunch! Eu digo que esse livrinho é mágico. Já comprei há anos e vivo descobrindo receitinha nova e fácil de fazer. De todos os livros de receita que eu tenho, esse é sem dúvida o meu favorito.
Esses biscuits são deliciosos e podem ser feitos para o café-da-manhã, para um brunch de final de semana ou para aquele cafezinho da tarde. Eu fiz metade da receita, para experimentar. Eles são leves e fáceis de fazer. Olha só.
Ingredientes:
Preparo:
Pré-aqueça o forno a 200° Celsius. Unte uma fôrma grande de assar cookies com um pouco do óleo de canola. Numa tigela grande, misture a farinha branca/integral, a farinha de milho, o açúcar, o fermento e o sal. Faça um buraco no centro e coloque ali o óleo, o leite, e o vinagre. Misture cuidadosamente até que todos os ingredientes fiquem úmidos. Não mexa demais; pode deixar umas bolotas na massa.
Use uma colher de sopa pra pegar a quantidade certa da mistura e colocar um por um na assadeira. Deixe uns 5 centímetros de distância entre eles. Asse os biscuits por 12 a 14 minutos, até que a parte de cima esteja firme. A base deles deve ficar levemente dourada. Deixe-os esfriar por uns 10 minutos na própria assadeira e sirva-os mornos.
Esses biscuits são deliciosos e podem ser feitos para o café-da-manhã, para um brunch de final de semana ou para aquele cafezinho da tarde. Eu fiz metade da receita, para experimentar. Eles são leves e fáceis de fazer. Olha só.
Ingredientes:
- 2 xícaras de farinha (eu sempre uso 1 de farinha branca e 1 de farinha integral)
- 1 xícara de farinha de milho
- 1/4 de xícara de açúcar (eu uso 1 ou 2 colheres porque não gosto muito doce)
- 2 colheres (sopa) de fermento em pó
- 1/2 colher (chá) de sal
- 1/3 de xícara de óleo de canola
- 1 xícara de leite vegetal (o livro sugere leite de amêndoas; eu uso o nosso leite de arroz caseiro)
- 2 colheres (chá) de vinagre de maçã
Preparo:
Pré-aqueça o forno a 200° Celsius. Unte uma fôrma grande de assar cookies com um pouco do óleo de canola. Numa tigela grande, misture a farinha branca/integral, a farinha de milho, o açúcar, o fermento e o sal. Faça um buraco no centro e coloque ali o óleo, o leite, e o vinagre. Misture cuidadosamente até que todos os ingredientes fiquem úmidos. Não mexa demais; pode deixar umas bolotas na massa.
Use uma colher de sopa pra pegar a quantidade certa da mistura e colocar um por um na assadeira. Deixe uns 5 centímetros de distância entre eles. Asse os biscuits por 12 a 14 minutos, até que a parte de cima esteja firme. A base deles deve ficar levemente dourada. Deixe-os esfriar por uns 10 minutos na própria assadeira e sirva-os mornos.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
5 anos de Veganismo!
Isso mesmo, com
"V" maiúsculo! A virada do ano trouxe uma data muito especial pra
mim. Hoje faz 5 anos que me tornei vegana. Já falei sobre isso por aqui milhões
de vezes -- se você se interessar, basta procurar nos posts anteriores ou em me dê motivos na lista de assuntos aí ao lado.
Só queria
dizer que me sinto cada vez melhor por ter tomado essa decisão tão importante
para os animais que sofrem uma exploração e uma violência inomináveis nesse
mundo, e sempre me pergunto por que não fiz isso antes.
Se você
acaba de chegar a este blog, deixa eu tentar explicar o que tornar-se vegana
significa pra mim: há 5 anos eu parei de consumir qualquer produto de origem
animal - seja num ingrediente alimentício, na vestimenta, limpeza e perfumaria,
entretenimento, e por aí vai. Trocando em miúdos: eu não como a carne de nenhuma
espécie animal, nem ovos, laticínios ou mel; não uso couro, pele, lã, seda; não
compro produtos de beleza, higiene ou limpeza que foram testados em animais;
não ando em carroça/carruagem, a cavalo, camelo ou elefante. Não
"brinco" com golfinhos em parques aquáticos; não frequento
zoológicos, aquários, circos com animais, e sou absolutamente contra corridas
de cavalos, de cães, rinhas, touradas, exposições e concursos de animais, rodeios,
vaquejadas, canis/locais de cruzamento e venda de animais, cativeiro para
animais silvestres, e qualquer comércio nesse sentido.
Ufa! Parece
complexo, não? Mas não é. É super simples e bastam duas coisinhas: QUERER e INFORMAR-SE.
Informações a respeito e opções de produtos e comidas veganas não param de
crescer no Brasil e no mundo.
Se é a sua
primeira vez aqui no blog, bem-vindo/a. Por favor, leia e descubra mais sobre a
exploração e violência que acontecem nesse mundo e torne-se você também vegano/a
o quanto antes. Se você já é, parabéns! Obrigada por tudo o que tem feito não
só pelos animais, mas pelo planeta como um todo e pela sua própria saúde, consciência
e postura moral diante da vida.
Espero que
um dia a violência animal seja punida de forma justa e que comer animais, ou
seja, comer qualquer coisa que não seja um ALIMENTO verdadeiro, seja
considerado por TODOS a selvageria que é.
FELIZ ANO
NOVO!
Labels:
Comemorações,
Quais são as últimas,
Umbiguismos,
Vitórias
Assinar:
Postagens (Atom)











