sábado, 19 de janeiro de 2008

Poupando as queridas vacas

Silk: leite de soja orgânico delicioso. Usamos pra tudo: cozinhar, misturar no cereal ou simplesmente no cafezinho. Dos vários sabores, preferimos o "plain", básico, não adoçado. Excelente fonte de proteínas, não contém colesterol, lactose e é bem menos gorduroso (e mais limpo) que leite de vaca. Além disso, vem fortificado com vitamina B12 e cálcio.

Quem tem alergia ou já consome soja demais, pode experimentar outros tipos, como leite de arroz, de amêndoa, de aveia, cevada, quinoa, castanhas, de sésamo (gergelim), de cânhamo... não falta opção, viu?!

7 comentários:

Fernanda França disse...

Voltei ;o)
Posso perguntar uma curiosidade: como os veganos vêem as vestimentas? por exemplo... como se compra um sapato se não pode ser couro? (ou pode?). As opções de alimentação ficam cada dia mais claras para mim, percebo a quantidade de alimentos que parecem deliciosos e são veganos, mas... e o resto? Me explica? Beijos!

Flávia disse...

Eu tomo aquele leite Ades. Só com sabor. Eu comprei o natural e achei horrível. é adocicado, cheira forte, não gostei. Vou tentar outra marca, se achar...
Beijos

Flávia disse...

Dea, acabei de ver uma reprise do Globo Reporter que mostrou hamburguer de caju. De repente para vcs seja difícil achar a fruta, mas seria legal publicar para o pessoal daqui. É só bater a polpa do caju no liquidificador, coar, tirar o suco e ficar com as fibras. O suco, bebe-se óbvio! E a fibra, refoga como se fosse uma carne normal, só colocar no fogo com os temperinhos todos e fazer a carne como quiser. Para o hamburguer tem que colocar uma farinha de trigo e ovo ou algum substituto para dar liga e formar os hamburguers.
Beijão.

Andréa N. disse...

Fernanda, o veganismo tenta seguir uma filosofia de ética e respeito aos direitos dos animais (incluindo o homem) e isso se aplica aos alimentos, vestimentas (incluindo calçados e acessórios), testes e entretenimento. Veganismo não é dieta, é um estilo de vida. Na prática, significa que nós rejeitamos o consumo de qualquer produto ou serviço que contenha ingredientes animais, que faça testes em animais ou que os use para o nosso entretenimento.

Andréa N. disse...

Fla, que interessante isso! Eu quero muito poder oferecer aqui no blog, alternativas fáceis de se encontrar no Brasil, aqui em NY, e em qualquer outro país em que vivam brasileiros. A gente precisa se ajudar e facilitar a filosofia vegana na prática, né?! Quem quiser pode sempre avisar que eu publico dicas aqui. Obrigada por essa! Vou procurar o link pra mais informações! Beijoca.

Silvia D. Schiros disse...

Dea, aqui no Brasil acho que é bem mais difícil ser vegano. As opções não são tantas como nos EUA e na Europa.

Conversando com um casal de amigos que está morando em Dublin (olha Dublin aí de novo), cheguei à conclusão de que lá quem não quer comer carne tem muito mais opções. Até acredito que aqui no Brasil a gente encontre tudo também, mas não é em qualquer lugar e também não é barato...

Andréa N. disse...

Oi Silvia, concordo contigo, mas olha só: quando eu morava no Brasil, era vegetariana. Não tinha muitas opções de substitutos de carne como tem aqui (lingüiça de soja, fake bacon, garden burguer, etc.), mas eu me virava tranqüilamente cozinhando minhas coisinhas em casa. Só sentia falta mesmo de restaurantes veggie, pra poder variar quando comia fora. Outro ponto importante é que quanto maior a demanda, mais opções os brasileiros vão ter. Quanto mais pessoas se tornarem vegetarianas e veganas, mais vão exigir e devagarinho as lojas, mercados e restaurantes vão atendendo essas exigências, né?

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