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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Fartura no inverno: verduras, legumes e frutas da (nossa) época



  • Abóbora japonesa
  • Amendoim
  • Alho
  • Batata
  • Batata doce amarela
  • Batata doce rosada
  • Berinjela japonesa
  • Beterraba com folhas
  • Brócolis
  • Capim cideira
  • Cará
  • Cebola
  • Cebola roxa
  • Cebolete
  • Cenoura
  • Couve
  • Couve-flor
  • Erva doce
  • Ervilha
  • Ervilha torta
  • Gengibre
  • Hortelã
  • Inhame
  • Louro
  • Mandioca
  • Mandioquinha
  • Milho verde
  • Moyashi
  • Mostarda
  • Nabo
  • Pimentão verde
  • Quiabo
  • Rabanete
  • Tomate caqui
  • Tomate cereja 
  • Couve-de-Bruxelas
  • Palmito
  • Repolho
 

  • Abacate
  • Atemóia
  • Banana maçã
  • Carambola
  • Caju
  • Coco seco
  • Cupuaçú
  • Kiwi
  • Laranja Bahia
  • Laranja lima
  • Limão Tahiti
  • Maçã Fuji
  • Maracujá azedo
  • Maracujá doce
  • Mexerica
  • Morango
  • Nêspera
  • Laranja Bahia
  • Laranja lima
  • Limão Tahiti
  • Maçã Fuji
  • Maracujá
  • Mexerica
  • Morango
  • Tangerina
  • Uva Centenial
 Dê preferência aos orgânicos, seja vegano/a e use e abuse dessas delícias naturais!

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

domingo, 5 de março de 2017

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Veganismo no Falatório com Gisela

Minha amiga Gisela, que tem um programa ótimo chamado Falatório com Gisela, me convidou para falar ao vivo sobre veganismo hoje de manhã. O cenário é a praia da minha cidade natal.

Foi uma delícia de bate-papo e falamos também sobre o Festival da Coxinha Vegana que acontece nesse domingo aqui em Santos.Venham! Todos são bem-vindos.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Por que os sacos plásticos são do mal

Este curta de animação mostra os males que as sacolas plásticas causam ao planeta e aponta uma solução muito simples para evitá-los, que depende apenas da sua disciplina. Quer saber qual é essa solução? Assista a esta versão brasileira que nós do Coletivo Onda Vegana produzimos. Voz e tradução minhas. :-) 



segunda-feira, 28 de março de 2016

Dicas de lavanderia...


Lavar roupa muito suja com água quente não resolve. Em vez de limpar, a água quente cozinha toda a sujeira, deixando a roupa amarelada.

Use produtos biodegradáveis e que não contêm lixívia, corantes, aromas e ingredientes provenientes do petróleo.

Amaciante de roupas é péssimo. Ele deixa uma fragrância sintética e intoxicante na roupa. Para eliminar a estática, deixe a roupa secar ao ar livre. Coloque meia xícara de vinagre branco na roupa de molho. O vinagre é um amaciante 100% natural de tecidos (e a roupa não fica com cheiro de pepino em conserva, isso é mito). Não use alvejante junto com o vinagre porque essa mistura pode resultar em vapores tóxicos. 

Não passe roupa. Passar roupa é um saco e ainda consome energia e deteriora o tecido. Para evitar que amasse, pendure a roupa imediatamente após a lavagem e assim que estiver seca, dobre e guarde. Para as que amassam ou enrugam demais, pendure-as no banheiro enquanto você toma banho. O vapor ajuda a reanimar as fibras diminuindo vincos e marcas. 

‪Foto: Shutterstock

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

"Abate humanitário" é historinha pra boi dormir

Com o perdão do trocadilho no título deste post, é incrível como ainda tem gente que acredita no termo "abate humanitário". Devem ser as mesmas pessoas que professam aos quatro ventos sobre a importância de galinhas serem "criadas soltas".

Vamos aos fatos. Em matadouros não considerados humanitários, os animais são mortos com golpes de marretas ou com tiros de espingardas em ambientes geralmente insalubres. E nos considerados humanitários, de acordo com o Sérgio Greif, por exemplo, há um conjunto de procedimentos que garantem o bem-estar dos animais que serão abatidos, desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico. Mas veja bem, e ele acerta em cheio nesse ponto: termos como “humanitário” e “bem-estar” deveriam ser aplicados apenas nos casos em que buscamos o bem do indivíduo, e não para as situações em que ao final vamos matá-lo de alguma forma". O ato de matar o animal em questão já neutraliza e nega qualquer possível ato humanitário dirigido a ele.

O que nos leva aos seguintes pontos:

  • Não há necessidade de nos alimentarmos de animais. As pessoas o fazem porque querem. Comer carne e derivados é uma opção.
  • Qualquer que seja o método, os animais perdem a vida e isso por si só já é cruel. 
  • Se o conceito de abate humanitário fizesse sentido, atordoar um ser humano com uma marretada na cabeça antes de sangrá-lo e desmembrá-lo não seria um crime, menos ainda matá-lo com um tiro certeiro na cabeça. (Na mosca de novo, Sergio Greiff!)
  • Pecuaristas têm interesse no abate humanitário porque isso exime o consumidor da culpa por fazer o animal sofrer e isso o leva a continuar consumindo, o que reverte em lucro para eles, pecuaristas.
  • Um pouco menos cruel não é sinônimo de sem crueldade, e só porque é um pouco mais controlado não quer dizer que é certo ou correto.
  • Não há fiscalização suficiente no Brasil.

Aproximadamente 30% da carne brasileira é produzida sem fiscalização. Isso pode provocar uma série de doenças que podem matar, como a cisticercose, tuberculose, botulismo e toxoplasmose. A inspeção da carne é feita em apenas 17% dos municípios brasileiros.

Digamos então, que você não consuma carne, só derivados. Não há absolutamente nada de humanitário em manter vacas constantemente grávidas e separar seus filhotes logo após o nascimento. O processo de mantê-las grávidas, também não é nada natural. Na inseminação, uma pessoa (humana, pra deixar bem claro) enfia seu braço inteiro, sim eu disse BRAÇO INTEIRO, no reto da vaca para posicionar o útero dela e então enfia um instrumento pela vagina do pobre animal. Veja a foto.

Bezerros machos não servem para a produção de leite, duh, então eles são encaminhados para a produção de vitela e viram baby beef, ou são enviados para leilões, onde serão vendidos e mortos apenas alguns dias depois de nascer. Os que vão virar bifinho macio sofrem uma castração cruel e são mortos depois de viver por 4 meses num jaula minúscula.

Depois de quatro a seis anos, as vacas leiteiras estão exaustas por terem sido forçadas a parir e produzir leite continuamente. Em liberdade, viveriam 25 anos ou mais.

Então, fica a pergunta: você acha que vale a pena torturar e matar animais para satisfazer o seu paladar? Se a resposta for afirmativa, não me venha dizer que o lacto-vegetarianismo é ético, que comer queijinho não afeta a vida dos bichos, ou que você só consome animais criados soltos, ou que passaram por abate humanitário e que essa é "a maneira correta". Não diga isso. Cale-se ou diga simplesmente que não se importa com a violência no mundo para que o seu apetite medieval esteja satisfeito.

E bons sonhos à noite.

Para ler mais sobre o assunto, clique aqui e aqui. Este artigo está em inglês. E aqui também tem mais detalhes sobre isso.

Informe-se, faça a conexão. Não deixe que as grandes empresas envolvidas com a pecuária te enganem. Torne-se vegano o mais rápido possível e mostre que você se importa - na prática. Ajude a salvar vidas. Obrigada!


sexta-feira, 26 de junho de 2015

DIREITOS ANIMAIS = DIREITOS HUMANOS

 

Ser um defensor dos animais significa defender os humanos também.

Desde sempre os humanos tem sofrido discriminação e tem tido seus direitos negados por causa de sua classe social. Hoje em dia, isso acontece um pouco menos, tanto é que a maioria é contra, ou pelo menos se diz contra o racismo, o sexismo, etc. Um aspecto incrível do preconceito é que a maioria de nós não percebe até que isso nos afete de forma direta, pessoal. E muitas vezes quando acontece já é tarde demais para impedir o agressor. 

Para nos protegermos, precisamos aprender a amparar humanos e não-humanos igualmente. Afinal, como a humanidade pretende resolver as diferenças entre sua própria espécie quando não aprende a proteger e preservar os outros animais deste planeta?

Nós humanos precisamos começar a pensar e viver em termos de coexistência, e não de dominação. Você não precisa amar os seus vizinhos de paixão, mas deveria tentar se dar bem com eles. A paz começa com os indivíduos que fazem um esforço consciente para viver causando o menor impacto negativo possível.

Tendo isso em mente, ativistas pelos direitos animais deveriam tentar não machucar outros seres. Pela lógica, deveríamos utilizar somente meios não-violentos nessa tentativa de mudar o mundo.

Pete, um ativista investigativo, responsável entre outras coisas pelo trabalho secreto que levou ao filme "Death on a Factory Farm”, disse numa entrevista sobre seus onze anos de ativismo e comprometimento com os animais, que o que ele aprendeu sobre o sofrimento de seres humanos em seu trabalho investigativo já deveria fazer quem come carne pensar não só nos animais, mas nos humanos que passam a vida trabalhando no horror que são as fazendas industriais. Você já deve ter ouvido por aí a famosa frase “por que perde tempo com os animais quando poderia estar defendendo os humanos?” Pois é. Você pode então responder que nós estamos sim defendendo os humanos.

É importante lembrar que o mundo do qual nós, seres humanos, dependemos, simplesmente não pode sustentar uma dieta centrada na carne e derivados. Para a obtenção de 1Kg de carne são necessários mais de 30 litros de água e grãos, que por sua vez vão requerer terra. Várias pesquisas já demonstraram que ser vegano ajuda no combate mundial à fome e na reversão das alterações climáticas. Confira o novo documentário “Cowspiracy” (“A Conspiração da Vaca”) para saber mais. Mesmo as consideradas “pequenas decisões”, como escolher cosméticos livres de crueldade ou optar por não comprar couro - fazem maravilhas pelos animais, assim como pelas vidas dos seres humanos que trabalham em condições que os colocam em risco ambiental e emocional.

Em outras palavras: ser um ativista pelos animais significa ser também um defensor dos seres humanos. Tudo está conectado. Lembre-se disso.

Leia mais aqui (em inglês): http://goo.gl/V5km92

*Este texto é uma reprodução do artigo que postei recentemente na página do Coletivo Onda Vegana - Direitos Animais no Litoral no Facebook.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Veganismo - respostas para as perguntas mais comuns

Por que ser vegano?
Porque os animais não existem para nos servir ou entreter. Eles estão sendo torturados e mortos sem piedade a cada segundo, sem a mínima necessidade. Porque a alimentação vegana é deliciosa e super saudável. E porque está mais do que na hora de fazermos a nossa parte e ajudarmos a resolver vários problemas, como sofrimento animal e poluição do meio ambiente.

Nenhuma carne, leite, queijo ou ovos? Mas o que é que um vegano come, então?
Legumes, verduras, frutas, cereais, grãos (risotos, massas, tortas, saladas, quiches, pães, bolos, sopas, pizzas...), tudo o que existe no mundo, menos porcaria.

Como eu faço pra me tornar vegano?
Comece já. Algumas pessoas preferem, mas ninguém precisa fazer transição. Perceba como muita coisa contém ingredientes animais desnecessariamente. A maioria das marcas de margarina, por exemplo, não é vegana. Leia rótulos cuidadosamente. Comece preparando coisas simples como sanduíches, saladas e sopas (com o tempo você vai aprender a preparar pratos fáceis e incríveis). Compre alguns livros de receita veganos.


Mas eu moro com a minha família, que é onívora. Como faz?
Compre o seu próprio leite vegetal e produtos veganos e guarde na geladeira/despensa. Bote a mão na massa. Prepare suas refeições no final de semana e congele. Pesquise na Internet. Dê um google em “receitas veganas”. Respeite os hábitos alimentares dos seus familiares e exija que eles respeitem os seus.

E a vitamina B12? Ela só é obtida de fontes animais.
Ela também é sintetizada em laboratório e pode ser reposta em forma de suplemento vitamínico. E essa é a ÚNICA vitamina que precisa ser reposta pelos veganos. Peça detalhes e dicas ao seu médico ou nutricionista.


Você não tem medo de ficar anêmica?
Anemia pode acontecer com qualquer um, inclusive onívoros. Para prevenir, basta se alimentar direitinho. Fontes boas de ferro: alimentos folhosos verde-escuros, como agrião, couve, cheiro-verde; legumes (feijões, fava, grão-de-bico, ervilha, lentilha); grãos integrais ou enriquecidos; nozes e castanhas e açúcar mascavo. Também existem alimentos fortificados com ferro, como farinhas de trigo e milho, cereais, etc.

E como você consegue sua proteína?
Do mesmo jeito que você: na mercearia, feira, supermercado. :)

Leia mais aqui e aqui também.

quarta-feira, 21 de março de 2012

A verdade sobre a seda

Seda é o nome de um tecido macio e cintilante obtido de uma linha finíssima produzida por insetos. O mais comum é Bombyx mori, uma mariposa proveniente da China, chamada em português de bicho-da-seda.

O bicho-da-seda tem quatro ciclos de vida: o ovo, a larva (ou lagarta), a pupa (ou crisálida) e, finalmente o estágio de mariposa adulta. Enquanto lagarta, o bicho-da-seda se alimenta, durante mais ou menos um mês, de folhas de amoreira ou alface.

Antes de atingir o último estágio, ele produz um fio sedoso como proteção própria e cria um casulo. Ali dentro ele vai continuar se desenvolvendo e assim entrar em seu estágio final de metamorfose para o estado adulto. Esse “fio sedoso” é a matéria-prima da seda.

A mariposa, então, secreta um líquido que dissolve o casulo e assim, ela sai livre pra seguir sua vida adulta...Bom, pelo menos na teoria.


Os produtores de seda querem que aquele fio sedoso do casulo permaneça contínuo (cada casulo pode render de 450 a 1000 metros de seda), e pra evitar que o bicho-da-seda produza o líquido que dissolve o casulo, eles matam o bicho. Pra isso utilizam várias formas diferentes. A mais comum é colocar o casulo, com o inseto ainda vivo dentro dele, em água fervendo. Outros métodos incluem assá-los em forno quente ou deixá-los queimar ao calor do sol. Nenhum cuidado ou atenção especial é dada ao animal, que morre esturricado sem piedade.

Infelizmente, o Bombyx mori está extinto na natureza e só existe em fábricas de seda. Essas criaturas incríveis não vivem mais seu curso de vida natural nem experimentam todos os ciclos que seriam naturais a elas. A maioria dos bichos-da-seda é morta durante o estágio de crisálida, exceto os que são usados para reprodução. Esses são mantidos vivos até tornarem-se mariposas adultas.


Como você percebeu, mesmo com aparência brilhante e conotação de peça de vestuário cara e chique, a seda não passa de mais um item na lista de explorações crueis dos animais pela humanidade e, pra variar, sem a mínima necessidade. Veganos não compram seda ou produtos que contenham esse tecido.

Tamsin Blanchard, autora do livro de moda “Green is the New Black” disse: “A produção de seda comercial é cruel. A seda pode ser biodegradável, renovável, orgância e até “fair trade” ou comércio justo (quando não vêm da China). Mas seu processo tradicional de produção ainda requer que as mariposas nunca saiam vivas do casulo. Para prevenir que o fio seja danificado, as larvas são fervidas ou assadas vivas. Os casulos são assados a cerca de 100 graus centígrados por duas horas, o que mata as larvas e ainda faz com que os casulos sejam desenrolados sem quebrar o fio. E nós achando que a seda era uma fibra natural adorável.”

Mais informações aqui (em inglês).

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