sábado, 3 de novembro de 2018

Loving Heart (Kathmandu, Nepal)


Mês passado fiz uma viagem longa pela Ásia e alguns restaurantes me chamaram a atenção. Um deles foi esse, no bairro descolado Thamal, na colorida Kathmandu. O vegano Loving Heart.

Fiz a descoberta através do Happy Cow, que eu sempre uso e recomendo. Esse site/mecanismo de busca é uma mão na roda para encontrarmos restaurantes ou opções veganas pelo mundo.

O atendimento no Loving Heart é impecável, o restaurante é simples, bonitinho, confortável e muito limpo. O pessoal é simpático e faz tudo para que os clientes se sintam à vontade, sempre com um sorriso no rosto (mas isso é bem comum entre o povo nepalês). A comida nepalesa é gostosa e os preços são ótimos quando comparados à nossa moeda. No Loving Heart isso não foi diferente.

Eu e dois amigos (onívoros) comemos muito bem. Pedimos várias porções e dividimos entre nós para poder experimentar sabores variados. A comida nepalesa tende a ser apimentada (mas não tanto quanto na Índia). No Loving Heart, você pode pedir que tudo seja mais ameno (preferência da minha amiga) e eles atendem.



Entre os pratos que experimentamos estão os Momos (dumplings da foto acima), Seitan (última foto deste post), Falafels (foto abaixo) e Ginger "Fish" (ao lado). Amei tudo, mas sou suspeita. Me derreto quando encontro restaurantes veganos durante as viagens. Meus amigos, totalmente isentos nessa história, amaram também e nem vegetarianos são.






Loving Heart é o primeiro restaurante 100% vegano de Kathmandu e está de parabéns! Já sinto saudade da comidinha saborosa e do ambiente acolhedor.

O cardápio deles é variado. Tem pra todos os gostos. Dê uma olhada clicando no nome abaixo.

LOVING HEART
Z-Street, Kathmandu, Nepal

Voltei apaixonada pelo Nepal e com certeza a experiência no Loving Heart foi parte do que me cativou nesse país.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Feliz Dia Mundial Vegano!

O meu muito obrigada a todos os que fazem a sua parte na tentativa de transformar o planeta num lugar mais ético e pacífico e lutam diariamente contra a fome, a destruição das florestas, poluição, desperdício, preconceitos, racismo, misoginia, homofobia, xenofobia, fascismo, especismo e violência contra humanos e não-humanos.

Feliz Dia Mundial Vegano! 

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Salada Mexicana de Quínoa

Não se preocupe se você não entende inglês. O vídeo é bem demonstrativo.


terça-feira, 17 de julho de 2018

Exportando Vidas

"Exportando Vidas" é um curta-metragem (15 minutos) que apresenta aspectos ambientais, sanitários, econômicos, jurídicos e éticos a respeito da exportação de animais vivos.

Realizado por Nação Vegana Brasil, com imagens coletadas por diversos ativistas pelos direitos animais. Clique aqui para assistir e, por favor, ajude a divulgar.




quinta-feira, 21 de junho de 2018

Fartura no inverno: verduras, legumes e frutas da (nossa) época



  • Abóbora japonesa
  • Amendoim
  • Alho
  • Batata
  • Batata doce amarela
  • Batata doce rosada
  • Berinjela japonesa
  • Beterraba com folhas
  • Brócolis
  • Capim cideira
  • Cará
  • Cebola
  • Cebola roxa
  • Cebolete
  • Cenoura
  • Couve
  • Couve-flor
  • Erva doce
  • Ervilha
  • Ervilha torta
  • Gengibre
  • Hortelã
  • Inhame
  • Louro
  • Mandioca
  • Mandioquinha
  • Milho verde
  • Moyashi
  • Mostarda
  • Nabo
  • Pimentão verde
  • Quiabo
  • Rabanete
  • Tomate caqui
  • Tomate cereja 
  • Couve-de-Bruxelas
  • Palmito
  • Repolho
 

  • Abacate
  • Atemóia
  • Banana maçã
  • Carambola
  • Caju
  • Coco seco
  • Cupuaçú
  • Kiwi
  • Laranja Bahia
  • Laranja lima
  • Limão Tahiti
  • Maçã Fuji
  • Maracujá azedo
  • Maracujá doce
  • Mexerica
  • Morango
  • Nêspera
  • Laranja Bahia
  • Laranja lima
  • Limão Tahiti
  • Maçã Fuji
  • Maracujá
  • Mexerica
  • Morango
  • Tangerina
  • Uva Centenial
 Dê preferência aos orgânicos, seja vegano/a e use e abuse dessas delícias naturais!

domingo, 29 de abril de 2018

Farfalle ao molho da Carla Prado


Minha amiga de milhões de anos, Carla Prado, mora na Itália e trabalha como tradutora. Mas o que me dá mais orgulho, além da nossa amizade de décadas, é que ela é uma ninja total nessa vida. Perdeu um ente muito querido recentemente, mas segue firme e forte. Ela é campeã mundial de judô e, neste final de semana, digo anteontem mesmo, conquistou o primeiro lugar em mais um título mundial: o campeonato Master International de Tours, na França. Ela, como algumas outras mulheres a quem tenho o privilégio de chamar de manas, me dá muita força e inspiração. E, como eu, a Carla gosta de comer bem. Ela criou esta receita vegana sensacional e MUITO simples.

Frite um pouquinho de alho-poró no óleo de coco, depois acrescente tomate seco picadinho. Alguns são vendidos em molho de azeite, apimentados ou não - você escolhe. Este da foto eu ganhei de presenta da Carla e usei na receita. Não é apimentado. Acrescentei flocos de pimenta calabresa que tinha aqui em casa porque gosto da minha comida forte, poderosa e plena, exatamente como essa minha amiga é na vida real. 
Depois acrescente à mistura leite de coco. Salgue a gosto. Jogue esse molho incrível no macarrão gravatinha (bow tie, em inglês) que foi preparado numa panela separada e escorrido.

Sirva com nozes picadas.

Mais um prato vegano delicioso, fácil de preparar e cheio de histórias de superação pra contar. Espero que ele inspire você também.


sexta-feira, 13 de abril de 2018

Salada no copo


Deliciosa, muito prática e, seguindo as dicas abaixo, dura no mínimo de 3 a 4 dias na geladeira. Eu faço com antecedência e já deixo no trabalho para a semana toda. 

Aqui estão algumas dicas importantes e ideias pra você:
  •  O copo ou pote deve estar limpo e completamente seco.
  • O molho é a primeira coisa que você coloca. Ele vai no fundo do copo. Use o molho de sua preferência: vinagrete, cremoso, doce... Aqui tem algumas ideias.
  •  O molho precisa ficar longe das folhas verdes (essas vão por último). Esse molho da foto eu fiz com tahine, pasta de amendoim, shoyu, sal marinho e um pouquinho de azeite.
  • Use a sua criatividade para os ingredientes do meio: pepino, cenoura ralada, milho verde, qualquer feijão sem o caldo, tofu, grão de bico, lentilha, cebola em rodelas ou tiras, repolho cru em tiras bem fininhas, espinafre cru, alho, salsão picado, hortelã, amendoim, nozes, manjericão, castanhas, sementes de girassol, alface, rúcula, ervilha, couve-flor ou brócolis cozido no vapor, vagem, aspargos, taioba, bardana, couve picada, agrião, pimentão, rabanete fatiado ou picado, frutas sem caroço... o céu é o limite.
  • Sempre que puder, dê preferência aos ingredientes orgânicos.
  • Depois do molho eu coloquei (de baixo pra cima, na foto): pepino fatiado, repolho cru em tiras, milho verde, nozes, cebolinha picada e alface americana.
  • Não corte a alface com uma faca porque ela escurece nas pontas cortadas. Rasgue em pedaços com as mãos mesmo.
  • Coloque um papel-toalha ou guardanapo de papel por cima das folhas, antes de fechar o pote. Isso absorve a umidade e faz a saladinha durar mais tempo na geladeira.
  • Na hora de comer, descarte o papel, feche a tampa, dê uma chacoalhada bem boa e use um garfo para se deliciar com essa maravilhosidade. Com essas dicas que eu te dei, sua salada permanecerá mais crocante e fresquinha e, o molho, delicioso. Garanto!
Hoje eu moro no Brasil e quase sempre faz muito calor nessa terra. Essa comidinha é perfeita para o clima tropical (acrescido do maledeto do aquecimento global, néam). Rango leve, lindo, colorido, nutritivo, delicioso e livre de crueldade. :)

domingo, 18 de março de 2018

Tabule de okara


Essa delícia combina duas culinárias que eu adoro, a libanesa e a japonesa. A receita é da minha amiga Merry, proprietária do melhor restaurante japonês das galáxias, o Nagasaki Ya, em Santos.

Foi lá que eu experimentei essa iguaria pela primeira vez - criação da Merry para clientes veganos, que são tratados com muito respeito, carinho e atenção nesse restaurante tradicional japonês iniciado pelos pais da Merry e do Jonny, seu irmão. Dois queridos.

 Vamos à receita, que é bem simples:
  • 500g de okara (pronuncia-se 'okará'. Mas que raios é isso? A Elaine explica.)
  • 2 colheres de sopa de mirin (saquê culinário)
  • 1 cebola grande picada
  • 2 pepinos japoneses, picados com a casca (descarte o miolo, a parte das sementes, para não aguar a receita)
  • 2 tomates sem polpa picados
  • Salsinha picada
  • Sumo de 1 limão
  • 1 punhado de hortelã picada
  • Sal, pimenta e azeite a gosto
Misture tudo e deixe na geladeira para refrescar. Pronto!

O okara tem aroma e sabor bem pronunciados, o que é resolvido pelo mirin. Esse prato é muito gostoso, nutritivo e refrescante. Perfeito para o verão.


Anos atrás, quando eu era bem jovem e pescetariana, e quando os brasileiros ainda não tinham descoberto a delícia que é a comida japonesa, eu já frequentava o Nagasaki Ya, que na época ficava na Ponta da praia. Eu era sempre a única não-oriental por lá e achava isso o máximo. rs Além da comida, eu adorava o clima do restaurante que os pais da Merry conduziam tão bem. O tatame, o silêncio, a música oriental ao fundo, as toalhinhas quentes...

Hoje o estabelecimento fica no canal 3 e além da cozinha tradicional japonesa, tem um cardápio VEGANO (com opções lactoveg) criado pela Merry e festival vegano TODOS OS DIAS.

P.S. No Nagasaki Ya, se você tiver sorte, será atendido pela Beth, a melhor garçonete das galáxias. Ela sabe explicar cada item dos cardápios, sempre se lembra dos gostos pessoais dos clientes e ainda adivinha o que a gente quer comer. Juro.


segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

domingo, 5 de novembro de 2017

Tempê de grão-de-bico ao molho teriyaki

Ponha o tempê para marinar no molho (shoyu, óleo de gergelim, gengibre em pó, alho picado, limão, pimenta e melado de cana) por pelo menos uma hora, depois frite.
 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Couve-flor e brócolis gratinados


Esse prato é delicioso, cremoso e relativamente simples. A receita eu peguei aqui, mas dei umas adaptadas. Veja abaixo.

Ingredientes:
  • 1 couve-flor pequena e 1 brócolis ninja de tamanho médio
  • 2 colheres (sopa) de manteiga vegana (usei a Veghee sem sal, que eu adoro)
  • 2 colheres (sopa) de farinha de grão de bico
  • 2 xícaras de leite vegetal de castanhas, morno (usei leite de arroz)
  • 1/2 colher (chá) de sal kosher (usei sal rosa do Himalaia)
  • 1/4 colher (chá) de pimenta-do-reino (só uso a branca)
  • Uma pitada de noz moscada
  • 1/2 xícara de queijo cheddar vegano, ralado (eu tinha um pouco de mussarela vegana, então completei com levedura nutricional)
  • 1/3 xícara de farelo de pão (a receita original pede "sem glúten", mas eu tinha Panko)
  • 2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado (usei a mussarela vegana)
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem 

Preparo:

  • Pré-aqueça o forno a 200°C. Corte a couve-flor e o brócolis em floretes não muito pequenos. Ponha os floretes numa panela com água fervendo por apenas uns 2 ou 3 minutos. Eles têm que ficar macios, mas ainda crocantes. Escorra e passe-os em água gelada para interromper o cozimento. Separe.
  • Em uma panela pequena, derreta a manteiga em fogo médio e vá colocando a farinha de grão de bico aos poucos enquanto mistura tudo muito bem. Deixe cozinhar por um minuto, até sumir a farinha. Vá adicionando o leite vegetal morno aos poucos e mexendo, até o molho ficar cremoso. Este é o seu béchamel. Acrescente o sal, a pimenta e a noz moscada. Mexa. Adicione o queijo e mexa até ficar macio e cremoso. Desligue o fogo e separe.
  • Com uma concha, ponha um pouco do molho numa travessa como a da foto. Adicione os floretes de couve-flor e brócolis. Cubra tudo com o restante do molho.
  • Misture numa cumbuquinha o farelo de pão, o parmesão e o azeite. Polvilhe sobre os floretes. Asse por 30 minutos ou até o topo ficar dourado. Aumente o fogo nos últimos 2 minutos para dar mais crocância na parte de cima. Deixe esfriar um pouquinho antes de servir. 

Rende 4 porções ogras ou 6 para pessoas normais.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

sexta-feira, 21 de julho de 2017

A Nina me adotou!

Ela foi resgatada pela Tatiane Franco, que faz um trabalho incrível com animais em Santos, SP. A Tati a tirou da rua onde passava fome, calor, frio... Nina sofria encolhida, calada e com medo de tudo -- ela tem uma personalidade muito tímida. Mas esqueçamos as dores do passado. Seus dias de sofrimento acabaram. Agora é só carinho, beijinho, rolezinhos de carro, jazz na vitrola, conforto, sossego, caminhadas na praia e muito amor. 💕


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