Essa sorveteria não é vegana, mas oferece opções veganas deliciosas. E o atendimento também é ótimo. Quando estiver em Portugal, não deixe de experimentar.
Gelataria Fragoleto Rua da Prata, 61 (paralela à famosa R. Augusta)
Lisboa Telefone: +351 21 347 9472 Aberta todos os dias das 11h às 20h
Hoje é o Dia da Árvore e amanhã é o Dia Mundial Sem Carro. Portanto, uma ótima semana para reflexão e ação direta de proteção ao meio ambiente e no combate ao aquecimento global e aos impactos ambientais em geral, né?
Via Segunda Sem Carne. Aqui em casa todo dia é sem carne, sem laticínios, sem ovos, sem mel. Seja vegano e ajude a salvar o planeta!!
Assista e deixe-se emocionar. O ativismo pelos direitos animais salva inúmeros seres que não podem falar e se defender. Seja vegano, e se puder, seja também ativista e salve MAIS VIDAS AINDA!
Restaurantinho gostoso, o Food Temple não está, digamos, localizado em Lisboa, ele se esconde. Você vai precisar de muita paciência para encontrá-lo, mesmo com GPS. É que o tradicional e histórico bairro Mouraria é cheio de ruelas que sobem, descem e serpenteiam que é uma loucura. Fica fácil se perder (o que não é de todo ruim porque você acaba descobrindo cantinhos lindos e fotografando mais ainda do que pensava que fosse possível nessa cidade incrível que é Lisboa).
Como o nome já diz, o bairro que primeiramente foi habitado por mouros fica ao lado do judeu Castelo, e foi ali que nasceu o Fado. Só por isso já dá pra imaginar a mistura de culturas e portanto a viagem sensacional que é esse lugar, né?!
Mas voltando ao restaurante, o lugar é pequeno e charmoso. A lista de opções é bem pequena - sucos frescos, alguns aperitivos (tapas) e dois pratos principais para escolher - mas é 100% vegano e além das mesinhas na calçada, você pode se sentar confortavelmente numa das almofadas espalhadas pela escadaria em frente ao restaurante e curtir um dia lindo de verão, que foi o que nós fizemos.
O site deles ainda está bem incompleto, mas há fotos apetitosas na página do Facebook que dão uma boa ideia tanto da comida como do lugar. Infelizmente, quando estivemos lá, o humor dos garçons não era dos melhores, apesar da minha usual animação ao encontrar um restaurante vegano em minhas viagens por esse mundão. Uma pena. Teria feito toda a diferença se eles sorrissem um pouquinho - afinal de contas o dia estava lindo e o lugar estava cheio. Oh well...
Recomendo pedir 2 ou 3 opções de tapas acompanhadas de uma cerveja portuguesa. Gostei muito de um prato feito com seitan e cuscuz marroquino. Passe longe da taça de vinho branco deles, mesmo que esteja fazendo calor. Prefira um dos sucos ou a cerveja local geladinha.
The Food Temple
Beco do Jasmin, 18
Lisboa, Portugal
Tel.: +351 21-887-4397
Pra finalizar, o Food Temple não é exatamente um "templo" gastronômico, mas vale uma visita. Fica aberto de quarta a domingo só para o jantar, das 19h30 à meia-noite. Reservas garantem um lugar à mesa do lado de fora. Pode-se também sentar à mesa comunitária do lado de dentro. Eu adorei a escadaria. :-)
Ser um defensor dos animais significa defender os humanos também.
Desde sempre os humanos tem sofrido discriminação e tem tido
seus direitos negados por causa de sua classe social. Hoje em dia, isso
acontece um pouco menos, tanto é que a maioria é contra, ou pelo menos
se diz contra o racismo, o sexismo, etc. Um aspecto incrível do
preconceito é que a maioria de nós não percebe até que isso nos afete de
forma direta, pessoal. E muitas vezes quando acontece já é tarde demais
para impedir o agressor.
Para nos protegermos, precisamos aprender a amparar humanos e
não-humanos igualmente. Afinal, como a humanidade pretende resolver as
diferenças entre sua própria espécie quando não aprende a proteger e
preservar os outros animais deste planeta?
Nós humanos precisamos
começar a pensar e viver em termos de coexistência, e não de dominação.
Você não precisa amar os seus vizinhos de paixão, mas deveria tentar se
dar bem com eles. A paz começa com os indivíduos que fazem um esforço
consciente para viver causando o menor impacto negativo possível.
Tendo isso em mente, ativistas pelos direitos animais deveriam tentar
não machucar outros seres. Pela lógica, deveríamos utilizar somente
meios não-violentos nessa tentativa de mudar o mundo.
Pete, um
ativista investigativo, responsável entre outras coisas pelo trabalho
secreto que levou ao filme "Death on a Factory Farm”, disse numa
entrevista sobre seus onze anos de ativismo e comprometimento com os
animais, que o que ele aprendeu sobre o sofrimento de seres humanos em
seu trabalho investigativo já deveria fazer quem come carne pensar não
só nos animais, mas nos humanos que passam a vida trabalhando no horror
que são as fazendas industriais. Você já deve ter ouvido por aí a famosa
frase “por que perde tempo com os animais quando poderia estar
defendendo os humanos?” Pois é. Você pode então responder que nós
estamos sim defendendo os humanos.
É importante lembrar que o
mundo do qual nós, seres humanos, dependemos, simplesmente não pode
sustentar uma dieta centrada na carne e derivados. Para a obtenção de
1Kg de carne são necessários mais de 30 litros de água e grãos, que por
sua vez vão requerer terra. Várias pesquisas já demonstraram que ser
vegano ajuda no combate mundial à fome e na reversão das alterações
climáticas. Confira o novo documentário “Cowspiracy” (“A Conspiração da
Vaca”) para saber mais. Mesmo as consideradas “pequenas decisões”, como
escolher cosméticos livres de crueldade ou optar por não comprar couro -
fazem maravilhas pelos animais, assim como pelas vidas dos seres
humanos que trabalham em condições que os colocam em risco ambiental e
emocional.
Em outras palavras: ser um ativista pelos animais
significa ser também um defensor dos seres humanos. Tudo está conectado.
Lembre-se disso.
Panfletagem é
uma das melhores maneiras de educar as pessoas sobre os direitos dos animais. É
não só é fácil, mas também eficaz.
Dicas de como
panfletar:
1. Não espere que as pessoas se aproximem de
você. Caminhe até elas, e com um sorriso amigável, entregue um folheto
acompanhado de um comentário positivo como, "você já tem um destes?"
ou “posso te oferecer um panfleto?”.
2. Tire os
óculos de sol e faça contato visual. Nunca seja agressivo. Um simples contato
visual vai te ajudar a obter a atenção da pessoa.
3. Esteja
preparado para perguntas. Conheça pelo menos três fatos do panfleto que você
está passando. Bônus: saiba mais informações que não estão incluídas no panfleto.
4. Não perca
tempo discutindo. Diga educadamente: "Eu acho que se você ler este material,
você pode mudar de ideia." Em seguida, sorria, entregue um folheto, e saia
da frente.
5. Vista-se bem,
mesmo que de forma simples. Você quer que as pessoas levem a sua mensagem a
sério. É triste, mas as pessoas te julgam pela maneira como você se veste. Nós
queremos manter a atenção das pessoas na mensagem que estamos passando, então
precisamos nos vestir de maneira limpa e profissional.
6. Não faça
sujeira. Pegue os panfletos descartados antes de ir embora do local.
Você também
pode postar alguns panfletos em quadros de avisos de áreas públicas, como
bibliotecas, consultórios veterinários, lojas de produtos animais,
supermercados, padarias, lojas de produtos naturais, e prédios residenciais.
Lembre-se de
pedir permissão ao proprietário da área antes de postar um panfleto, para se
certificar de que ele permaneça postado ali. Alguns lugares vão inclusive
permitir que você deixe uma pilha de panfletos.
Quem não gosta de comida árabe, bom sujeito não é. Receita incrível e muito fácil da Paula Lumi para o Presunto Vegetariano. De nada.
Ingredientes:
2 xícaras (de chá) de proteína de soja texturizada pequena
1 cebola média
1/2 xícara (de chá) de azeite
1 colher (de sopa) de orégano
1 colher (de sopa) de hortelã desidratada
1 colher (de sopa) de vinagre branco
2 xícaras (de chá) de farinha de trigo
Sal a gosto
Pimenta a gosto
Modo de Preparo:
Primeiramente hidrate a proteína de soja da forma como preferir, eu
usei 3 xícaras de água. Bata esta proteína de soja depois de hidratada
com a própria água mesmo em um liquidificador. Em seguida lave bem e
escorra.
Coloque em uma vasilha, rale a cebola, e acrescente o azeite, o orégano,
a hortelã desidratada, o vinagre, e tempere com sal e pimenta a gosto.
Cubra a vasilha com filme e deixe descansar na geladeira por cerca de 3 horas, para o tempero curtir bem.
Retire da geladeira e adicione a farinha de trigo e misture bem.
Unte uma assadeira com azeite e envolva os palitos com a mistura, em seguida disponha-os um a um sobre ela.
Regue com um pouco de azeite e asse em forno médio pré-aquecido por
cerca de 20 minutos, em seguida vire as kaftas para assar uniformemente.
Deixe assar por mais 15 minutos ou até dourar e está pronto!!
Separating a child from his mother is a horrible act. To think some people make a living of it - is just crazy...More important videos: Best Video You Will Ever See
Seria meio óbvio que um vegano, aquele que não deseja participar do uso de nenhum animal, não comesse mel. Mas alguns ainda o fazem. Eu não me incluo nesse time. E gostaria de esclarecer o porquê.
O primeiro grande motivo é esse que eu falei aí em cima. Eu não desejo participar de nenhum tipo de uso animal. Por isso, não consumo mel. Simples assim.
Mas para quem acha que não há mal nenhum na apicultura, e tem gente que inclusive pensa que essa é uma atividade importante para a saúde das pessoas e para o meio-ambiente (hein?!), aqui tem bastante informação a respeito. Informação é poder. De nada.
Tabelinha maneira. Simples e prática. Você não precisa participar dessa indústria cruel, que escraviza aves jovens e adultas e destrói pintinhos sem piedade. Seja vegano/a e alimente-se com saúde, sabedoria, compaixão e sabor!
2. Coloque os floretes de couve-flor numa fôrma, pincele azeite por cima e polvilhe com um pouco de sal.
3. Asse por 15 minutos. Retire do forno e vire os floretes para assar por igual. Asse por mais 15 minutos até ficarem dourados.
4. Enquanto isso, refogue a cebola numa frigideira grande com 1 colher (chá) de azeite por uns 5 minutos.
5. Acrescente o leite de aveia, diminua o fogo e misture o leite com a cebola até engrossar um pouco.
6. Acrescente a levedura nutricional, o sal e a pimenta.
7. Jogue a couve-flor nessa mistura e mexa até que fique tudo completamente envolto e cremoso.
8. Transfira essa mistura para uma assadeira como a da foto.
9. Polvilhe a farinha de rosca por cima.
10. Asse em 220 graus por mais 20 minutos.
Além de ter baixo teor de calorias e ser rica em fibras, a couve-flor também é rica em vitamina C, que protege o nosso sistema imunológico, vitamina A, que é essencial para a nossa visão, e vitamina B6,
responsável pela produção de neurotransmissores e muito importante para o
metabolismo de proteínas.
O leite de aveia é rico em cálcio, ferro, potássio, sódio, magnésio, fósforo, zinco, proteínas e vitaminas do complexo B.
Esse prato delicioso é super saudável e 100% livre de exploração e sofrimento animal, o que o torna ainda mais saboroso. :-) Aproveite!