sexta-feira, 29 de abril de 2016

Arroz Jollof


Arroz Jollof é um prato popular do oeste africano, que tem como ingredientes básicos arroz, tomate, molho de tomate, cebola, sal e pimenta vermelha. Ele é consumido principalmente na Nigéria, Togo, Gana, Serra Leoa e Libéria e é muito fácil de preparar. Pelo video já dá pra se ter uma ideia, né? A receita, do chef nigeriano Tunde Wey, que vive em New Orleans, apareceu essa semana no site do jornal NY Times  e é ótima. Vegana e super apimentada, do jeito que eu gosto!

Dicas: pule com tranquilidade os passos 1 e 2 e simplesmente coloque todos os ingredientes, menos o arroz, no liquidificador. Bata até ficar homogêneo, como no vídeo. Transfira a mistura para a panela e cozinhe junto com o arroz por uns 20 minutos assim que começar a ferver (45 minutos é tempo demais). Use um pouco mais de água e um pouco menos de óleo do que pede essa receita e tudo ficará bem.

Se bobear dá pra fazer na máquina de arroz, de uma vez só. Além disso, a "rice cooker" desliga-se sozinha e não deixa o arroz queimar. Isso é sensacional. Sou fã dessa panela.

Bom apetite!




sexta-feira, 1 de abril de 2016

Por que os sacos plásticos são do mal

Este curta de animação mostra os males que as sacolas plásticas causam ao planeta e aponta uma solução muito simples para evitá-los, que depende apenas da sua disciplina. Quer saber qual é essa solução? Assista a esta versão brasileira que nós do Coletivo Onda Vegana produzimos. Voz e tradução minhas. :-) 



segunda-feira, 28 de março de 2016

Dicas de lavanderia...


Lavar roupa muito suja com água quente não resolve. Em vez de limpar, a água quente cozinha toda a sujeira, deixando a roupa amarelada.

Use produtos biodegradáveis e que não contêm lixívia, corantes, aromas e ingredientes provenientes do petróleo.

Amaciante de roupas é péssimo. Ele deixa uma fragrância sintética e intoxicante na roupa. Para eliminar a estática, deixe a roupa secar ao ar livre. Coloque meia xícara de vinagre branco na roupa de molho. O vinagre é um amaciante 100% natural de tecidos (e a roupa não fica com cheiro de pepino em conserva, isso é mito). Não use alvejante junto com o vinagre porque essa mistura pode resultar em vapores tóxicos. 

Não passe roupa. Passar roupa é um saco e ainda consome energia e deteriora o tecido. Para evitar que amasse, pendure a roupa imediatamente após a lavagem e assim que estiver seca, dobre e guarde. Para as que amassam ou enrugam demais, pendure-as no banheiro enquanto você toma banho. O vapor ajuda a reanimar as fibras diminuindo vincos e marcas. 

Foto: Shutterstock

quarta-feira, 23 de março de 2016

O Dilema do Bonde

A vida é repleta de escolhas. Algumas delas são fáceis de fazer. Outras mais difíceis, quando precisamos escolher entre duas alternativas contraditórias ou antagônicas. Quando isso ocorre estamos diante de um dilema. Assista este pequeno vídeo sobre o famoso "dilema do bonde" só que dessa vez com uma reviravolta. Entenda do que trata esse dilema e como você pode resolvê-lo.

Fiz a narração e tradução em colaboração com o meu amado coletivo Onda Vegana - Direitos Animais no Litoral. Se curtir, compartilhe.



Onda Vegana - Direitos Animais no Litoral:

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segunda-feira, 21 de março de 2016

Mini Vegano


Essa fofura de criatura é o Diego Naropa, o Mini Vegano. Ele tem 11 anos e vai estar em Santos no dia 3 de abril, visitando o Bazar Vegano Caiçara Vegan Fest. Apareça por lá e leve suas crianças!

3º Bazar Vegano em Santos
03/04/16 - das 11h as 20h
Rua Olintho Rodrigues Dantas, 80, Santos

Este é o canal do Diego no YouTube. Foto via Vegana é a sua mãe.


segunda-feira, 7 de março de 2016

Fazendo a nossa parte

A Claudia Visoni (Hortelões Urbanos) é daquelas pessoas que inspiram porque falam a nossa língua. Ela fala como quem não sabia e quando soube ficou doidinha pra passar o conhecimento à frente. Coisa de jornalista. :-) Eu sou assim e me identifiquei na hora com ela. Aí, semana passada, tive a oportunidade de conhecê-la durante o Terceiro Encontro Brasileiro das Cidades em Transição (onde conheci mais um bocado de gente boa e inspiradora, mas sobre isso eu falo em outro post). 

O blog da Claudia é de uma utilidade ímpar. Ajuda a por em prática o que é preciso para começarmos já a fazer a nossa parte pelo meio ambiente. Lembra do discurso do Leonardo DiCaprio em seu agradecimento ao Oscar? Aquele que todo mundo compartilhou imediatamente? “O aquecimento global é uma realidade e nós temos que trabalhar juntos e fazer alguma coisa.” Bom, a Claudia faz e ensina. Dêem uma olhada nesse post sobre produtos de limpeza, por exemplo, e hajam já. 



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A feira



Nesse início de ano resolvi retomar o blog e continuar a dar dicas sobre veganismo, direitos animais, ecologia, sustentabilidade e comidinha boa. Espero que curtam. Para a produção desse video, tive o auxílio luxuoso do meu amigo de milênios, meu caríssimo Jorge Oliveira. Feliz ano novo!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

"Abate humanitário" é historinha pra boi dormir

Com o perdão do trocadilho no título deste post, é incrível como ainda tem gente que acredita no termo "abate humanitário". Devem ser as mesmas pessoas que professam aos quatro ventos sobre a importância de galinhas serem "criadas soltas".

Vamos aos fatos. Em matadouros não considerados humanitários, os animais são mortos com golpes de marretas ou com tiros de espingardas em ambientes geralmente insalubres. E nos considerados humanitários, de acordo com o Sérgio Greif, por exemplo, há um conjunto de procedimentos que garantem o bem-estar dos animais que serão abatidos, desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico. Mas veja bem, e ele acerta em cheio nesse ponto: termos como “humanitário” e “bem-estar” deveriam ser aplicados apenas nos casos em que buscamos o bem do indivíduo, e não para as situações em que ao final vamos matá-lo de alguma forma". O ato de matar o animal em questão já neutraliza e nega qualquer possível ato humanitário dirigido a ele.

O que nos leva aos seguintes pontos:

  • Não há necessidade de nos alimentarmos de animais. As pessoas o fazem porque querem. Comer carne e derivados é uma opção.
  • Qualquer que seja o método, os animais perdem a vida e isso por si só já é cruel. 
  • Se o conceito de abate humanitário fizesse sentido, atordoar um ser humano com uma marretada na cabeça antes de sangrá-lo e desmembrá-lo não seria um crime, menos ainda matá-lo com um tiro certeiro na cabeça. (Na mosca de novo, Sergio Greiff!)
  • Pecuaristas têm interesse no abate humanitário porque isso exime o consumidor da culpa por fazer o animal sofrer e isso o leva a continuar consumindo, o que reverte em lucro para eles, pecuaristas.
  • Um pouco menos cruel não é sinônimo de sem crueldade, e só porque é um pouco mais controlado não quer dizer que é certo ou correto.
  • Não há fiscalização suficiente no Brasil.

Aproximadamente 30% da carne brasileira é produzida sem fiscalização. Isso pode provocar uma série de doenças que podem matar, como a cisticercose, tuberculose, botulismo e toxoplasmose. A inspeção da carne é feita em apenas 17% dos municípios brasileiros.

Digamos então, que você não consuma carne, só derivados. Não há absolutamente nada de humanitário em manter vacas constantemente grávidas e separar seus filhotes logo após o nascimento. O processo de mantê-las grávidas, também não é nada natural. Na inseminação, uma pessoa (humana, pra deixar bem claro) enfia seu braço inteiro, sim eu disse BRAÇO INTEIRO, no reto da vaca para posicionar o útero dela e então enfia um instrumento pela vagina do pobre animal. Veja a foto.

Bezerros machos não servem para a produção de leite, duh, então eles são encaminhados para a produção de vitela e viram baby beef, ou são enviados para leilões, onde serão vendidos e mortos apenas alguns dias depois de nascer. Os que vão virar bifinho macio sofrem uma castração cruel e são mortos depois de viver por 4 meses num jaula minúscula.

Depois de quatro a seis anos, as vacas leiteiras estão exaustas por terem sido forçadas a parir e produzir leite continuamente. Em liberdade, viveriam 25 anos ou mais.

Então, fica a pergunta: você acha que vale a pena torturar e matar animais para satisfazer o seu paladar? Se a resposta for afirmativa, não me venha dizer que o lacto-vegetarianismo é ético, que comer queijinho não afeta a vida dos bichos, ou que você só consome animais criados soltos, ou que passaram por abate humanitário e que essa é "a maneira correta". Não diga isso. Cale-se ou diga simplesmente que não se importa com a violência no mundo para que o seu apetite medieval esteja satisfeito.

E bons sonhos à noite.

Para ler mais sobre o assunto, clique aqui e aqui. Este artigo está em inglês. E aqui também tem mais detalhes sobre isso.

Informe-se, faça a conexão. Não deixe que as grandes empresas envolvidas com a pecuária te enganem. Torne-se vegano o mais rápido possível e mostre que você se importa - na prática. Ajude a salvar vidas. Obrigada!


sábado, 7 de novembro de 2015

Tofu maravilha

Já falei sobre ele por aqui, mas preciso relembrar a todos a delícia que é esse ingrediente super nutritivo e livre de sofrimento animal.


Tofu é super versátil. Pode ser frito, assado, salteado, refogado, grelhado... E você pode fatiá-lo, cortá-lo em cubinhos, amassá-lo, ralá-lo, picá-lo ou processá-lo. Ele varia de macio a firme. Tudo depende do que você quer fazer com ele. Pode ser usado em milhões de pratos salgados, de sopas a curries, e em receitas incríveis de doces e sobremesas, como cheesecake, mousse, etc.


Tofu é um ótimo substituto do ovo em omeletes e quiches e serve de base para maravilhosos patês e molhos. Dá pra fazer tanta coisa com tofu, que nem sei.... E ainda é super rico em proteína e ferro, vitaminas do complexo B e isoflavonas, além de ter baixo teor de sódio, de calorias e ZERO colesterol. 

Aqui tem uma lista chamada TOFU, pra você ver tudo o que eu já fiz com esse ingrediente mágico. Dê uma olhada para se inspirar e criar maravilhas saborosas, saudáveis e livres de sofrimento e exploração animal, pra você e toda a sua família! De nada. ;-)




terça-feira, 22 de setembro de 2015

Gelataria Fragoleto, em Lisboa

Essa sorveteria não é vegana, mas oferece opções veganas deliciosas. E o atendimento também é ótimo. Quando estiver em Portugal, não deixe de experimentar. 




Gelataria Fragoleto
Rua da Prata, 61 (paralela à famosa R. Augusta)
Lisboa

Telefone: +351 21 347 9472
Aberta todos os dias das 11h às 20h

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Pelo planeta

Hoje é o Dia da Árvore e amanhã é o Dia Mundial Sem Carro. Portanto, uma ótima semana para reflexão e ação direta de proteção ao meio ambiente e no combate ao aquecimento global e aos impactos ambientais em geral, né?  


Via Segunda Sem Carne. Aqui em casa todo dia é sem carne, sem laticínios, sem ovos, sem mel. Seja vegano e ajude a salvar o planeta!!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Palestra sobre o nascimento de uma ativista

Assista e deixe-se emocionar. O ativismo pelos direitos animais salva inúmeros seres que não podem falar e se defender. Seja vegano, e se puder, seja também ativista e salve MAIS VIDAS AINDA!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

The Food Temple em Lisboa


Restaurantinho gostoso, o Food Temple não está, digamos, localizado em Lisboa, ele se esconde. Você vai precisar de muita paciência para encontrá-lo, mesmo com GPS. É que o tradicional e histórico bairro Mouraria é cheio de ruelas que sobem, descem e serpenteiam que é uma loucura. Fica fácil se perder (o que não é de todo ruim porque você acaba descobrindo cantinhos lindos e fotografando mais ainda do que pensava que fosse possível nessa cidade incrível que é Lisboa).

Como o nome já diz, o bairro que primeiramente foi habitado por mouros fica ao lado do judeu Castelo, e foi ali que nasceu o Fado. Só por isso já dá pra imaginar a mistura de culturas e portanto a viagem sensacional que é esse lugar, né?!

Mas voltando ao restaurante, o lugar é pequeno e charmoso. A lista de opções é bem pequena - sucos frescos, alguns aperitivos (tapas) e dois pratos principais para escolher - mas é 100% vegano e além das mesinhas na calçada, você pode se sentar confortavelmente numa das almofadas espalhadas pela escadaria em frente ao restaurante e curtir um dia lindo de verão, que foi o que nós fizemos.

O site deles ainda está bem incompleto, mas há fotos apetitosas na página do Facebook que dão uma boa ideia tanto da comida como do lugar. Infelizmente, quando estivemos lá, o humor dos garçons não era dos melhores, apesar da minha usual animação ao encontrar um restaurante vegano em minhas viagens por esse mundão. Uma pena. Teria feito toda a diferença se eles sorrissem um pouquinho - afinal de contas o dia estava lindo e o lugar estava cheio. Oh well...

Recomendo pedir 2 ou 3 opções de tapas acompanhadas de uma cerveja portuguesa. Gostei muito de um prato feito com seitan e cuscuz marroquino. Passe longe da taça de vinho branco deles, mesmo que esteja fazendo calor. Prefira um dos sucos ou a cerveja local geladinha.

The Food Temple
Beco do Jasmin, 18
Lisboa, Portugal
Tel.: +351 21-887-4397

Pra finalizar, o Food Temple não é exatamente um "templo" gastronômico, mas vale uma visita. Fica aberto de quarta a domingo só para o jantar, das 19h30 à meia-noite. Reservas garantem um lugar à mesa do lado de fora. Pode-se também sentar à mesa comunitária do lado de dentro. Eu adorei a escadaria. :-)


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Veganos do Mar



Documentário bacanérrimo produzido pela Carol, estudante de Cinema e Audiovisual de Santos.

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